terça-feira, 28 de junho de 2016

Na ausência de comando, o PM pode ser o “estopim” da “bomba”.


Um cenário perigoso, onde policiais militares, policiais civis e militares das Forças Armadas e também a população num modo geral estão se sentindo acuados diante da audácia de marginais e inercia do Estado, que nem mais se dá ao trabalho de se manifestar publicamente diante das diárias mortes que ocorrem no Rio de Janeiro. O único pensamento é a Olimpíada e o velho embalsamado Dornelles, foge das perguntas as quais não lhe foram dadas respostas.


Os mais velhos se lembram da década de 80, quando da organização destes partidos de esquerda. Os assaltos a carros fortes e sequestros eram a moda, o meio de conseguirem se capitalizar e se fortificar financeiramente para as disputas eleitorais futuras.



Hoje não precisam mais deste recurso, estão a desfrutar das ilicitudes estampadas diariamente nos noticiários e que são objetos de apuração criminal na esfera federal. Mas a disputa eleitoral continua e nada mais devastador do que aniquilar seu adversário político com o terror das pessoas na sua continuidade e não desconhecida às políticas da esquerda neste intuito, com “bondes” de traficantes assaltando, matando e cometendo barbáries com seu poderio bélico pondo o poder público seu refém.


Arrastão na Zona Norte do Rio de Janeiro

Muito se fala em restrição pelo Exercito Brasileiro na aquisição de armas, mas se esquecem, que no inicio da década de 90 foi este mesmo Exercito que doou fuzis IMBEL – FAL para que a PM fizesse frente ao poderio dos traficantes que já utilizava este armamento. Os fuzis COLT M-15 não seriam permitido nas PMs se a facilitação de sua compra não fosse feita pelo E.B., já que a denominação na época foi de “carabinas” e não “fuzil”.
Hoje nas redes sociais se vê policiais militares reclamando das restrições na compra de armas, mas nada falam da liberdade com que traficantes se armam e se municiam com o que há de mais moderno na indústria bélica mundial. Querem poder adquirir um fuzil para uso pessoal? Pra que? Não será obstáculo para um grupo de cinco meliantes de fuzil, não será um opositor. No máximo mais um morto e mais um fuzil nas mãos do trafico.
Está evidente que os confrontos em comunidades são evitados, é uma forma de maquiar dados de segurança pública, sem confronto, sem mortes. A estatística de diminuição de índices de criminalidade pode render um ganho extra.


Não contestam os políticos e da maneira que está nenhum “bolsomito” na Prefeitura, no Estado ou na Presidência será capaz de conter esta onda assassina que tomou conta das cidades deste País, bem como da política em todos os níveis. Hoje são comuns nos meios de obtenção de seus desideratos.
Portanto solução não sairá da esfera política, só fora dela, por imposição. Com o enfrentamento direto da situação, pois nenhum ser vivo espera pacificamente ser morto sem ao menos poder esboçar uma resistência. Nos seres irracionais e nos racionais o instinto de conservação é latente, nos racionais pode ser poderoso, na medida em que estejam respaldados em suas ações pela vida. 


Mas este respaldo nunca virá da iniciativa política, que só provém de paliativos para que suas vis vidas continuem a prosperar.
Lembrem-se dos “cavalos corredores” da década de 80, eles os querem de volta para extinguir de uma vez as Polícias Militares.



É criando-se dificuldades que se vende facilidades e estamos “comprando” por um preço muito alto.


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