domingo, 5 de junho de 2016

O CHOCANTE NÃO É UM MENINO DE DEZ ANOS SER BALEADO PELA POLÍCIA, E SIM ATIRAR CONTRA O POLICIAL


As almas “progressistas” adoram odiar a polícia “fascista” e demonstrar todo seu apreço pelos bandidos, especialmente os “di menor”. O caso do garoto de apenas dez anos que morreu após troca de tiros com a polícia paulista, portanto, foi um prato cheio para os abutres vermelhos. “Onde já se viu? Essa polícia é cruel, assassina, matou uma criança, um garoto com apenas 10 anos!” Haja paciência…
O chocante, nesse caso, não é o policial ter atirado e acertado no pequeno marginal, e sim o fato de um garoto com apenas dez anos ter uma arma, ter roubado um carro, e ter disparado contra o policial quando abordado em fuga. O policial fez o certo, agiu como deveria, conforme as leis e sua missão de preservá-las. Sob ataque, reagiu, e acabou matando o delinquente.
Mas como nossos valores andam bastante invertidos, foi preciso se justificar, pois pelo visto o policial deveria ter levado tiros sem reagir se percebesse ser uma “criança” do outro lado:
A titular da Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), Elisabete Sato, afirmou nesta sexta-feira que o policial que atirou e matou o menino de dez anos não viu que se tratava de uma criança. O menor, suspeito de invadir um condomínio de luxo e furtar um carro, estava dentro do veículo na hora em que foi alvejado na cabeça. O policial atirou no vidro que tinha película escura. O caso aconteceu na noite desta quinta-feira na Zona Sul de São Paulo.
“O carro era (sic) ‘insulfilmado’. Então, os policiais não tinham como saber se havia uma ou duas pessoas no interior do veículo. O vidro estava fechado”, disse a delegada. Ela afirmou que o policial teria disparado porque o menino fez, antes, disparos de dentro do carro contra os policiais.
Então quer dizer que mesmo que o policial soubesse se tratar de uma criança não deveria reagir? Não importa se o vidro era escuro ou não. O policial estava diante de um bandido que reagiu e atirou. Ele tinha o direito inalienável de se defender e a obrigação legal de reagir. Explicar aos meus vizinhos americanos que o Brasil fica chocado com o fato de um policial reagir só porque era um menor de idade do outro lado é algo impossível: não vão entender.

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