segunda-feira, 6 de junho de 2016

Os pais, mesmo criminosos, nunca são responsabilizados.


Há décadas estamos vendo os “di menó” assaltando, estuprando, matando, traficando e outras séries de crimes impensáveis de serem cometidos por uma criança.
Se não se tornam criminosos, tornam-se vitimas da permissividade e irresponsabilidade de seus pais, que em ambos os casos, os levam a morte.


No ano de 2008 vimos a menor Eloá, de apenas 15 anos ser morta por seu namorado, com quem, com a permissão da mãe, mantinha um relacionamento desde seus 12 anos, inclusive sexual, com seu futuro assassino, dentro de casa. Eloá se formou mulher e as imagens colocadas em seu perfil nas redes sociais mostravam isso.


Ela tinha apenas 12 anos quando começou a namorar com ele que tinha 19 anos, era maior de idade. Eles começaram a namorar com a autorização dos pais da menina que o tinham como um “bom rapaz”. Namoraram 3 anos e depois Eloá desmanchou. Ele a perseguia inconformado, e um mês antes do sequestro chegou a espancá-la.


O Namorado, enciumado, não se absteve de mantê-la em cárcere privado por vários dias e, mesmo com a presença policial, a matou.
O pai de Eloá, diante do ocorrido apareceu e com sua imagem em rede nacional, foi preso por ser integrante de um grupo de extermínio.


Lembrando que sexo com menor de 14 anos é considerado estupro de incapaz, sendo a mãe de Eloá cúmplice deste crime.
E como sempre, se voltou contra a polícia, com acusações de não ter agido para salvar sua filha. Encontrando um advogado mercenário, manifestou o desejo de entrar com ação indenizatória contra o Estado.

O advogado Ademar Gomes afirmou que tem intenção de processar o Estado por danos morais e materiais por causa do final do cárcere privado. "O Estado foi negligente, não podemos aceitar não termos equipamento para fazer uma escuta e ter que usar copo em parede", disse Gomes.



Em 2010, Eliza Samudio, então mãe de um filho do goleiro Bruno, some após uma história conturbada. Investigações apontam a culpabilidade do goleiro Bruno e outras pessoas que foram condenadas e presas. Até hoje o corpo não foi encontrado, tendo sido declarada pela Justiça como morta.


Após seu sumiço, voltam ao cenário sua mãe e pai na disputa pela guarda do filho de Eliza com Bruno.  O pai, Luis Carlos Samudio, perde a guarda por ter sido condenado em 2003 por estupro contra uma menina de dez anos. A mãe, contra atacou dizendo que Eliza fugiu de casa, ainda menor, por causa do pai pedófilo, que investia contra ela e suas irmãs.
Mas estranhamente os dois só voltam a ter conhecimento do paradeiro da filha após seu sumiço, interessados na guarda do neto e, possivelmente nos possíveis bens que teria direito por ser filho do goleiro bruno.
Teve-se conhecimento então sobre a vida de Eliza, seus diversos filmes pornôs e possivelmente a prostituição quando ainda menor para se manter.

R7


Então, dentre tantas outras não registradas, nos vem a “di menó” que, desde os 12 anos se ausentava de casa e aos 13 teve um filho cujo pai não se tem a certeza de quem seja, estarrecer a sociedade. Vários depoimentos disponibilizados em redes sociais diziam que o comportamento dela já era habitual, de se ausentar por vários dias e se relacionar sexualmente para alimentar seu vicio. Se foi “estuprada” ou não deixa de ser o centro desta análise, mas sim os pais. Quem são, onde estão, o que fizeram ao perceber uma criança de 12 anos se ausentando de casa com frequência? NADA! Isso não é abandono de incapaz? Não foi falta de zelo?
Mas é caso passado, hoje sabemos que estes pais também não serão responsabilizados, sendo tratados por quem “administra” esta miséria social como também vitimas.

Não tardou para que outro fato atingisse a opinião pública, sendo que esta está forçosamente sendo manipulada pelos que querem tirar proveito da situação. Coitadinho! Uma criança! Só tinha 10 anos! Polícia assassina! Ele não sabia atirar! Estava só se divertindo! Ora, vão pra PQP e, após, vão “TOMATECRÚ”!
“Crianças” são mortas diariamente nas comunidades infestadas de traficantes poderosamente armados, são torturadas, feridas e depois mortas. O esquecimento vem rápido, muito rápido. Afinal, o policial que, para defender sua vida e da sociedade, teve de fazer uso da força letal para anular a injusta agressão que ele e a sociedade sofriam, é um alvo mais proveitoso e fácil de atingir para alcançar os desideratos da esquerda tendenciosa que almeja acabar com as polícias Militares.
Embora o “dimenó” sobrevivente narrasse que foi forçado pelo morto a participar sob ameaça de morte e que o morto morava nas ruas. 

video

Mas ai apareceu o câncer da sociedade, o câncer da inversão de valores. O “di menó”, já nas mãos de “direito dos mano”, muda sua versão, que é bem clara no momento dos fatos e dificilmente seria diferente do narrado. O defunto precoce, antes violento, foi "fantasiado" de inocência para parecer vitima indefesa da polícia assassina. Embora o relato é de que morasse nas ruas, a mãe agora, se fez presente e, aos prantos grita bem alto: 

FAMÍLIA INSISTE QUE MENINO DE 10 ANOS MORTO POR PM NÃO SABIA ATIRAR: 'ERA UM DOCE'
De acordo com familiares, menino não sabia usar arma. Ele tinha ficha extensa na Polícia.
Um segurança de um hotel, no entanto, disse que foi rendido pelo mesmo garoto - conhecido como Ítalo - em outra oportunidade. O menino, chamado de doce, teria ameaçado o segurança e outros funcionários de morte. Ele roubou vários pertences. Um registro de ocorrência foi feito sobre o caso. 
MÃE DE MENINO DE 10 MORTO ACUSA POLÍCIA: COMO NÃO VIU QUE ERA UMA CRIANÇA, MEU DEUS?'
De acordo com a doméstica, o folho não morava com ela.
O garoto não queria mais estudar, abandonou a escola. A mãe disse que sabia que o menino andava muito na rua, mas negou que ele tivesse arma. 
blastingnews
Mas........Vai um "di menó" ai?



Um comentário:

  1. Muitos pais e mães completamente imprestáveis. Deveriam ser castrados antes de colocar filhos no mundo.

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