segunda-feira, 4 de julho de 2016

Militares MORTOS e civis aterrorizados com FALTAS BLITZ.

Exércitos paramilitares no RIO.  Militares MORTOS e civis aterrorizados com FALTAS BLITZ. Moradores da baixada informam que grupos fortemente armados tentam tomar comunidades nesse final de semana.
O que está faltando para decretar-se estado de DEFESA no Rio de JANEIRO? Diante de tal estado de calamidade pública no que diz respeito à segurança, a única coisa que deve impedir isso é o temor da VERGONHA mundial se forem cancelados os jogos olímpicos no BRASIL.


Nesse final de semana grupos fortemente armados tentam tomar comunidades inteiras na baixada fluminense. Jornais locais divulgaram a informação na madrugada de sábado para domingo.
... ocorrendo muitos tiros neste momento no Arco Metropolitano, segundo informações, a facção ADA invadiu o bairro Engenheiro Pedreira que fica em Japeri. Depoimentos dão conta que os traficantes já tomaram algumas comunidades como o Guandu, Santa Teresinha e Piu Piu. Relatos de muitos tiros e moradores apavorados… Evitem o Arco Metropolitano no trecho de de Nova Iguaçu a Japeri...”

Autoridades federais têm que tomar providencias rapidamente. Nem mesmo militares se sentem seguros no RIO. Falsas blitz tem ceifado a vida de militares e aterrorizado moradores. Mais militares foram assassinados nesse final de semana.
… as quadrilhas de ramificam para áreas mais distantes da região metropolitana. Estabelecendo células em cidades mais distantes, às margens de rodovias como a presidente DUTRA, ao mesmo tempo que recebem seu material com maior facilidade, ao se subdividir essas quadrilhas tornam mais difícil que ações policiais causem perdas muito significativas. Se uma ação de grande monta não for realizada agora, em pouquíssimo tempo se tornará praticamente impossível interromper a escalada da violência. Se as facções rivais se unificarem, o que é uma tendência natural, testemunharemos a formação de mais um grande exército paramilitar na América Latina. No RIO o impossível acontece. Aqui Milicias e traficantes, considerados grande rivais, já se uniram. Portanto, nada impede que traficantes de fações se tornem aliados.


Isso já aconteceu em outros locais. Temos que agir rapidamente. Se ocorrer aqui, aí sim testemunharemos uma verdadeira guerra e teremos que lutar contra um contingente jovem, com um sistema de comunicação moderno e eficiente, conhecedor do terreno e equipado com armamento 
frequentemente superior ao portado pelos policiais convencionais do estado do RIO… Deus nos ajude para que um componente político não seja inserido nessa questão, seria ainda pior.”, diz um Militar da reserva, colaborador da Revista Sociedade Militar.

Sociedade Militar


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