segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Dentro da Vila Olímpica o esporte mais praticado é o sexo.

Aparentemente, o principal aquecimento para as grandes disputas olímpicas não treinamentos físicos ou preparações mentais, mas sim o mais mundano (e melhor) dos exercícios físicos: o sexo. Conforme revelou matéria da Superinteressante, é tradição nas vilas olímpicas o clima de absoluta paquera e a livre pegação entre atletas durante os jogos. Principalmente ao fim das Olimpíadas – quando a maioria dos presentes já fez sua parte como atleta – a vila se transforma em uma festa sem fim.
                                                   Máquina de camisinha da vila olímpica, no Rio

Não por acaso, o comitê olímpico distribuirá 450 mil camisinhas ao longo dos jogos – o que, em cálculo, permite que cada atleta pratique impressionantes seis relações sexuais por dia (e se esse é o cálculo do Comitê, há de haver bastante verdade nesses números).

São diversas as histórias de “festas” intermináveis entre atletas, muitos deles bastante conhecidos (o jamaicano Usain Bolt é famoso por outros recordes batidos); em Sidney, no ano 2000, as 70 mil camisinhas oferecidas esgotaram, e mais 20 mil tiveram de ser encomendadas; em Londres, em 2012, o aplicativo Grindr saiu do ar, tamanho foi o excesso de acessos.


A explicação para tanta disposição não está somente no encontro de tantos corpos trabalhados enclausurados num mesmo local sob intensa pressão – está também na própria natureza mental e física dos atletas.

O consumo de calorias, logo, de energia, por parte dos atletas é literalmente sobre humano (em muitos casos, alcançando 15 mil calorias por dia, o que, segundo consta, seria consumido em uma semana por um ser humano “normal”). Seus corpos, portanto, consomem e armazenam energia de tal forma que tudo é estímulo – e disposição.


Outro elemento que serve como um Viagra em tais locais de concentração é a própria intensidade e a capacidade de superação mental que os atletas possuem. Tudo, para um atleta, é extremo, no que diz respeito ao seu corpo.


Soma-se isso a tal energia armazenada, a excitação do contexto e da disputa, o clima de alta tensão e, é claro, a quantidade rara de belos corpos desfilando em uniformes sugestivos, e o que se tem é o cenário perfeito para um verdadeiro bacanal – o que, pelo visto, faz um bem danado para as performances esportivas.


Recentemente o Hypeness mostrou 10 atletas LGBT que prometem arrasar nas Olimpíadas do Rio. Relembre.

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