sábado, 13 de agosto de 2016

Então foi a Força Nacional que errou ao entrar na "comunidade"?


A partir do momento que o Ministro da Defesa reconhece que existem territórios onde as Forças de Segurança Pública não podem entrar, está reconhecendo que o Estado Nacional deixou de ser soberano, que estamos perdendo um dos requisitos que constituem o Estado Nacional: território. O Estado Brasileiro é formado por território, povo e governo. E na medida que reconhecem que criminosos tem território onde exercem seu poder com soberania e seu exercito de criminosos, está decretada a falência do Estado Brasileiro.
O Estado de Guerra contra a criminalidade deve ser decretado pelo Presidente, as Forças de Segurança não podem continuar sendo subjugadas impunemente.

Todos os anos vemos mais de 60.000 vidas perdidas, mais de 50.000 crianças e mulheres estupradas, mais de 50.000 crianças e jovens desaparecidos por conta do tráfico internacional de pessoas e exploração sexual. Índices que colocam o Brasil em pior situação que países em guerra e perdas anuais na ordem de R$ 1 trilhão.

Força Nacional errou ao entrar na comunidade, dia Ministro da Defesa.


O ministrou da Defesa, Raul Jungmann, afirmou nesta quinta-feira, 11, que a Força Nacional cometeu um erro ao entrar na comunidade da Maré na quarta-feira, 10, onde policiais foram vítimas de um ataque a tiros.

Na ânsia de amenizar o perigo diário que corremos apontam erros dos outros. Todos estamos errando ou eles estão negligentes com a segurança?

Rio - Um ônibus a serviço da Força Nacional foi atacado, na noite desta sexta-feira, enquanto passava entre a Cidade de Deus e a Gardênia Azul, na Zona Oeste. Até o momento, a perícia não revelou se o veículo foi atingido por uma pedra ou por um tiro. Na ocasião, apenas o motorista estava no ônibus e ele não ficou ferido.

O Presidente diz ter sido um incidente lamentável, decretando luto oficial, o Ministro Chefe do Gabinete da Segurança Institucional diz ter sido incidente além de lamentável, lamentável.

Não citando os vários civis que foram mortos e/ou feridos por "erro" ao entrarem nestas comunidades, Cito o Cabo EB Michel Augusto Mikami, atingido por uma bala de fuzil na cabeça. Ele também errou? Ora, vão pra PQP! Políticos FDP! Vão todos "TOMATECRÚ!

“Se a gente quisesse, matava um soldado por dia”.

Veja o vídeos que os "moradores" da "cumunidade" fizeram, ouça seus comentários.


VEJA foi ao Complexo da Maré na quarta-feira passada, cinco dias depois da morte do cabo Mikami. O “território retomado”, a “comunidade pacificada”, da propaganda oficial, vivia sua rotina esquizofrênica. As ruas eram patrulhadas por jovens armados com pistolas e radiocomunicadores. A menos de 100 metros de um posto do Exército guarnecido com seis soldados, o carro da equipe de VEJA foi parado pelos traficantes e vistoriado. O gerente do grupo concordou em falar, sem se identificar, dentro de um bar. Ali, tranquilo, deu uma espantosa explicação para a coabitação de militares com bandidos em um mesmo território: os criminosos têm a vantagem por estarem bem armados e conhecerem melhor a região. A morte do cabo Mikami foi descrita por ele como um evento normal, incapaz de perturbar a “paz” do lugar: “Se a gente quisesse, matava um soldado por dia”.

Agora prestem atenção nestes vídeos feito também por “moradores” da “comunidade” por ocasião do socorro aos militares da Força Nacional:

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Não há por parte deles nenhum respeito à vida humana, seus ídolos estão no trafico e estas mortes aumentam sua popularidade no meio em que vivem. Não me venham com conversinha de que 99% são moradores decentes, vamos diminuir este percentual, talvez uns 30% já tá de bom tamanho. Algumas dezenas de criminosos não conseguiriam impor suas vontades num universo de 99% de pessoas decentes.

Mas, se após a morte de policiais houver reação proporcional, esta é a reação dos "moradores" das "cumunidades":

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Meliantes abatidos em confronto armado, saem as ruas e ateiam fogo em ônibus.






Carta do Presidente da ADEPOL/RJ, Wladimir S. Reale ao Governador Dornelles.

Cumprimentando-o, a Associação dos Delegados de Polícia do Estado do Rio de Janeiro - ADEPOL/RJ - tendo em conta as justas homenagens que vêm sendo prestadas ao SD Helio Vieira Andrade, da Força Nacional de Segurança Pública, vitima em serviço durante os Jogos Olímpicos, pede a Vossa Excelência que adote idêntico procedimento declarando luto oficial toda vez que os policiais do Estado do Rio de Janeiro sejam mortos no cumprimento do dever, em defesa da sociedade fluminense.

Aproveito a oportunidade para reiterar a Vossa Excelência os nossos protestos de estima e consideração.

O Delegado Wladimir por certo foi muito educado em sua missiva aos moribundos que fingem governar o Estado do Rio de Janeiro, mas uma leitura atenta poderia colocar diversos palavrões que bem qualificariam nossos governantes e legisladores. Nossos policiais são tratados como números somente e, quando mortos, são só um monte de carne e ossos que serão jogados em mais uma cova dos diversos cemitérios deste Estado. Um luto de três dias por cada policial morto seria meio ano com este Estado em luto.

Portanto, só cabe aos policiais deste Estado saírem em seu socorro, pois se não fosse as Olimpíadas, com os olhos do mundo nos vendo, o SD Hélio Vieira Andrade seria simplesmente jogado num caixão e despachado a seu Estado de origem.

2 comentários:

  1. Dizer que a Força Nacional "errou" soa como inacreditável desinteresse face a um intolerável abuso ofensivo a todos os cidadãos de bem e desmoralizante a todas as autoridades. Soa, também, indiretamente, como apoio aos marginais que infestam nossas cidades. Tudo a lamentar!

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  2. você escolheu esta profissão, a sociedade paga seu salário, culpe seus governantes, não a sociedade, culpe suas escolhas, nunca a sociedade. Discordando totalmente da imagem.

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