terça-feira, 23 de agosto de 2016

Pichadores espancam dentista até a morte em São Paulo

A polícia de São Paulo procura pichadores que espancaram um dentista até a morte. O crime aconteceu no sábado (6), na Zona Norte da capital paulista.



Crime previsto no artigo 65 do Código Penal, e também incitação ao crime, previsto no artigo 286. Jandira Feghali corre o risco de perder sua candidatura à prefeitura do Rio de Janeiro.

No bairro onde o dentista morou a vida toda ninguém consegue entender o que aconteceu. “Um absurdo pensar que uma pessoa consegue agredir a outra a ponto de matar. Pra mim isso é inconcebível. No início, achei que tinha arma de fogo, mas não tinha nada, o rapaz foi morto na agressão física. Isso não é humano. Muito irracional”, desabafa a vizinha Marina Macedo.

Wellington da Silva tinha 39 anos. A família diz que ele foi espancado por um grupo de pichadores. As câmeras da casa mostram os rapazes chegando e pichando a frente da casa.


O pai do dentista, Manuel Antonio da Silva, saiu de casa com um objeto na mão para ver o que aconteceu. Wellington foi atrás do pai.
As imagens não mostram, mas houve discussão com os pichadores. Manuel conta que eram sete homens e uma mulher. A confusão piorou quando pai e filho levaram pauladas e pedradas. O pai desmaiou e Wellington foi arrastado por uma escadaria. Ele morreu poucas horas depois.

“Eles vieram pra cima com tijolo, pedra, concreto, pau, tudo. Foi uma coisa demais”, relata Manuel.

Pai de dentista morto por pichadores tem braço amputado no HC em SP

Manuel da Silva, pai do dentista morto após ser espancado em Pirituba

O aposentado Manuel Antonio da Silva, de 76 anos, teve o braço amputado em cirurgia realizada no Hospital das Clínicas (HC) de São Paulo. O idoso teve o braço quebrado por homens que picharam sua casa, na Zona Norte da capital, em 6 de agosto. Seu filho, que tinha ido tirar satisfações, acabou sendo morto. Nesta segunda-feira (22), ele permanecia internado em estado grave, porém estável, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).


Como Jair Bolsonaro diz, não há diferença entre furto, roubo e latrocínio. Um é decorrente do impedimento do outro. Se a vitima tenta impedir que seu bem seja furtado, haverá o contato físico e a resistência do meliante. Ai se transforma em roubo. Estando o meliante armado ele atira ou esfaqueia sua vitima a matando. Ai é o latrocínio.
Jandira Feghali incentiva este comportamento do meliante resistir à tentativa de impedimento de seu ato ilícito, pois faz questão, como parlamentar, de ao invés de defender as leis criadas por eles, zombar delas.


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