terça-feira, 30 de agosto de 2016

QUEM CRIOU O MONSTRO?

A hipocrisia que grassa na mídia, e também nas cabeças ideologicamente “tortas” daqueles que se acham os únicos certos do universo, os “politicamente corretos” (falo dos dissimulados defensores dos DIREITOS DOS MANOS), recrudesceu após duas mulheres jovens e bonitas, bem colocadas socialmente, terem sido brutalmente assassinadas nas ruas de Porto Alegre. Agora, dezenas de bobo alegres, muitos deles formadores de opinião (aquela “opinião” que lhes interessa e só diz respeito ao lado que defendem, de forma totalmente parcial e/ou subliminar) resolveram “se dar conta” da violência que se instalou no país inteiro, especialmente nos últimos anos.


Como se esta violência maluca e assombrosa não estivesse ocorrendo já há bastante tempo no Brasil.
Além do natural crescimento da população, há que se refletir profundamente sobre a verdadeira origem da bandidagem.
Posso até estar equivocado, mas sinto de que este MONSTRO (o da violência desenfreada) teve início no exato momento em que surgiu – primeiro de forma tímida, e depois forte – a corrente que trata o marginal como uma “vítima da sociedade”; ou alguém que descambou para o crime por causa exclusiva do abandono que os governos deram aos pobres.
Como se todo criminoso fosse pobre, abandonado, e sem educação!
Outra falácia desta premissa enganosa e eleitoreira se situa no fato de que há centenas – senão milhares – de exemplos de irmãos criados rigorosamente nas mesmas condições, sendo que parte deles se desvia para o crime e para o tráfico de drogas, enquanto a outra parte é respeitada como cidadão e trabalhador “de bem”.
Sim, trabalhador “de bem” (sem redundância), porque existem inúmeros casos de trabalhadores “do mal”. Vejam, como exemplo, os casos dos criminosos de colarinho branco. São trabalhadores que usam sua inteligência e astúcia para obter vantagens pessoais, em detrimento dos seus companheiros e da sociedade em que vivem.
E eu penso de que maneira esta horda criminosa se disseminou nas nossas cidades?
Ah, em primeiríssimo lugar está à impunidade. Sem dúvida!
Ao lado da brandura das penas, ou da facilidade legal das suas regressões, que dão aos bandidos a certeza de uma passagem rápida (dependendo do delito cometido) pelas barras da justiça.
Mas, não vamos tapar o sol com uma peneira. Especialmente quando esta peneira é toda rota!
A maior contribuição para o aumento radical da violência reside na total falta de punição exemplar.
Ou será que alguém irá – de forma consciente – traficar drogas na Indonésia? Principalmente depois que se soube qual o destino de quem é flagrado lá cometendo este crime: a pena de morte sumária! E que não foi comutada nem com a interferência direta da Presidência do Brasil, no caso do traficante brasileiro condenado no ano passado.
O mesmo ocorreria aqui nas nossas cidades se os bandidos tivessem uma punição DURA e INFLEXÍVEL.
Ah, dirão os “puristas” defensores dos direitos humanos: é um radicalismo que nos lembra os tempos do nazismo....
Eu respondo – como cristão praticante – que o “perdão” não pode existir de forma unilateral. Heresia, ou não, JESUS CRISTO foi único, e nenhum de nós dará a outra face após ser duramente esbofeteado. Pela singela razão que não somos perfeitos. Reagimos a uma ação com outra ação proporcional.  
Então, enquanto não houver – por parte das autoridades – TOLERÂNCIA ZERO para os delinquentes e leis mais rígidas para os crimes cometidos contra a vida e o patrimônio, não estancaremos esta onda de violência que avança sobre todos como um caminhão desgovernado.
Nenhum animal (domesticado ou selvagem) é adestrado sem uma voz firme de comando. Do mesmo modo, os delinquentes. 
Querem me acusar de ser radical; filhote do Trump; fascista; ou do que quiserem? Tudo bem.
Mas eu quero ver a reação dos grandes defensores da bandidagem quando a vítima for alguém intimamente ligado a eles. 
Porque, para os falsos, pimenta nos olhos dos outros é colírio.
Quanta cretinice!

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