domingo, 4 de setembro de 2016

Mais um pouco sobre o “jovem” assassinado


Precisamos estar cada vez mais atentos. A mente “politicamente correta” prevalece ha anos na mídia brasileira. Obviamente nada justifica um assassinato. Contudo, a falta de neutralidade da imprensa tradicional impede que a sociedade tenha a percepção correta do que ocorre no quotidiano.
Ao se dizer que o assassinato ocorreu perto da cabine da polícia, implicitamente se chama os policiais de incompetentes. Contudo, o articulista e seus revisores não fazem qualquer esforço para dizer um pouco mais sobre a vítima.


O universitário morto a tiros no RIO COMPRIDO é Vanderson Paulo Barreto Peixoto. Com 35 anos de idade, o homem é descrito pelos jornais como um “estudante que dá aulas de capoeira para outros jovens da comunidade”. O que os jornais não fazem qualquer questão de mencionar é que ele já teria passagens pela polícia e seria conhecido como CHININHA, o que abre mais possibilidades para a elucidação do crime.
Eis um dos processos em que o “jovem” esteve envolvido. TJ do Rio de Janeiro – capital. 0083288-86.2010.8.19.0001


Autor MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
RéuWANDERSON PAULO BARRETO PEIXOTO

Assunto:Tráfico de Drogas e Condutas Afins (Art. 33 - Lei 11.343/06) E Associação para a Produção e Tráfico e Condutas Afins (Art. 35 - Lei 11.343/06) N/F Concurso Material (Art. 69 - Cp)
 
Classe:Procedimento Especial da Lei Antitóxicos - Criminal (Lei 11.343/06)

 
Segundo informações recebidas pelo WhatsApp da Revista Sociedade Militar, a sociedade do Rio Comprido sofre agora as consequências do assassinato. Os traficantes determinaram o fechamento do comércio como sinal de luto.






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