quinta-feira, 1 de setembro de 2016

MILITARES e a “Revolta SOCIAL” prometida.


A Revista Sociedade Militar recebeu na noite de segunda-feira vários emails advertindo sobre possível “revolta social” se DILMA ROUSSEF realmente cair.
O que podemos dizer, com base em informações concretas, é que nada indica que exista POSSIBILIDADE DE OCORRER REVOLTA SOCIAL.

A esquerda de hoje sobrevive do blefe. A militância está unida somente até o ponto em que acreditam que podem obter alguma vantagem. O componente ideológico hoje é muito pequeno e os movimentos sobrevivem com escassas lideranças carismáticas e muita gente com pouco esclarecimento, que apenas persegue um ideal concreto, a curto prazo, como casa, emprego ou mesmo o famoso pão com mortadela. Basta aparecer a próxima “boquinha” para que desistam de acompanhar movimentos, partidos, diretórios e da fidelidade a suas lideranças barbudas.

Na noite dessa segunda aproximadamente 200 militantes, segundo a estimativa de amigos da polícia paulista (e não 2 mil, como tenta dizer a esquerda), avisaram que iriam se manifestar por um percurso preestabelecido. Quando chegaram o fim da manifestação decidiram prosseguir por locais não previstos, o que causaria vários transtornos ao deslocamento da sociedade paulista. Foram advertidos para não prosseguir. Mas, resolveram enfrentar a polícia, depredar propriedade pública, fazer fogueiras na rua e coisas do tipo.


Como recompensa, aqueles que ameaçaram a segurança dos trabalhadores de segurança pública e sociedade que transitava nas imediações receberam as já conhecidas bombas de efeito moral, lacrimogêneo e pancadas de cassetete.
O que a chamada Central de Movimentos Populares conseguiu em São Paulo na noite passada foi passar vergonha.

Esse é o ponto máximo a que vai chegar a tal “revolta social” da esquerda. Os movimentos estão cada vez mais esvaziados e, note-se, não só porque o dinheiro da esquerda está acabando, mas também pelo fato da juventude brasileira ter subitamente acordado no que diz respeito ao debate ideológico. Ativistas de esquerda estão cada vez mais isolados nas universidades brasileiras.

Uma grande jogada dos MILITARES das Forças Armadas foi ter reativado o Gabinete de Segurança Institucional. O GSI controla as ABIN e centraliza as informações de agências de inteligência de todo o país, além de também receber informações coletadas de agências estrangeiras. O esquema montado para a RIO-2016 favoreceu sobremaneira a comunicação inter agências e mais do que isso, fortaleceu os laços de amizade, agilizando muitíssimo a interação entre agentes de segurança pública dos estados e instituições federais.

As lideranças de diversos dos chamados “movimentos sociais” – assim como qualquer cidadão com potencial de gerar dano à sociedade – estão SIM sob monitoramento e qualquer passo que se dê no sentido de articular movimentos conjuntos, ilegais, com o objetivo de gerar o caos nesse país, será rapidamente detectado e rapidamente reprimido.

Nessa manhã de terça (30/08) há o que chamamos de “micro protestos” marcados para vários locais do país. É verdade que alguns dos "manifestantes" são ativistas políticos profissionais, que possuem altos interesses em manter o status quo, mas, também sabemos que muitos, mesmo sem qualquer posicionamento ideológico, são de várias formas obrigados a comparecer porque já receberam benefícios que vão das famosas bolsas à nomes inscritos em listas que supostamente garantirão a casa própria, terrenos, empregos etc.


Obviamente as forças de segurança, apesar de reprimir os protestos e garantir o transito da sociedade, têm que fazer o possível também para não ferir essas pessoas. Como pode-se perceber observando a imagem acima, é bem comum que manifestantes carreguem consigo seus filhos, o que pode tornar a situação ainda mais delicada. É preciso que forças de segurança sempre busquem ao máximo uma solução pacífica, ou a menos traumática possível.
Evitar uma hora ou duas de engarrafamento não pode ser trocado por uma vida, ou por pessoas feridas.
A sociedade não precisa se preocupar, não ha indícios de que o país possa entrar numa situação de caos generalizado. A esquerda não tem mais estrutura para isso.


Em meu humilde pensar vejo essas manifestações como um treinamento para o que pode vir a acontecer em maiores proporções. O dinheiro da esquerda não é tão escasso assim, visto que as negociatas tiveram destaque durante esse período em que se articulava o impeachment da presidente. Eles não são tão ingênuos a ponto de se deixar descapitalizar, afinal quebraram uma poderosa empresa, a PETROBRÁS e os bilhões que seguiram para Cuba e diversos países ditadores não foram pura cortesia. Venezuela é logo ali ao lado, rica em armamento.
Foro de São Paulo é formado também por narco traficantes e, assim como na política, é uma cortina sobre muita coisa que acontece, como o tráfico internacional de drogas e armas.



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