sexta-feira, 9 de setembro de 2016

#partiuguerra!

Posso ser punido, mas minha consciência tem que estar em paz. São vidas, são pais de família, são meninas recém-formadas que não têm experiência. Tem que ser pessoas que gostem de operar em terreno hostil. (Major Elitusalem Gomes Freitas)


Temos certeza de que não há como fazer policiamento preventivo nas comunidades da Maré, o cenário é de guerra e, como em toda guerra, há vitimas inocentes. Não por ação da polícia, mas de marginais que não estão nem um pouco preocupados com quem vai morrer para que o terror esteja sempre valendo.


A esquerda, junto a imprensa, sempre com seu discurso protetor de vagabundos assassinos, procura transmitir a mentira de que os traficantes fortemente armados são “vitimas” da sociedade, a mesma sociedade que trabalha, paga altos impostos e é a VERDADEIRA vitima desta falácia que hoje se desconstrói. Lógico que há políticos ainda interessados em manter esse discurso, afinal, o comercio de armas e o tráfico de drogas são altamente rentáveis e não pagam impostos. Um fuzil é adquirido no exterior, em países miseráveis, por cerca de R$ 1.000,00, chegando aqui por R$ 60.000,00; um quilo de cocaína custa cerca de R$ 20.000,00 na fonte, rendendo aqui R$ 500.000,00 nas “cumunidades” que comercializam a droga. Tudo livre de tributação! Lógico que os interessados tentam a todo custo proteger seu “exercito” de qualquer ação das polícias, afinal a fonte de renda deve ser preservada. 

Quando os jornais do Rio de Janeiro fizeram alarde sobre a possível nomeação do Major Elitusalem Gomes Freitas para o Comando da UPP Maré, estavam dando voz para os mesmos políticos que defendem vagabundos nomeando-os “vitimas” da sociedade. Freitas sempre foi Oficial combativo e não quedado à corrupção, claro que no comando de uma unidade policial num local que fatura milhões com o comercio ilegal de drogas seria um baque na arrecadação. O acusaram de ter vários homicídios em sua ficha, só que omitiram tratar-se de autos de resistência, que é a eliminação do oponente tendo em vista sua ameaça à vida dos policiais ou de outrem.

“paz sem voz não é paz, é medo”. O estado está ali e o criminoso tem que entender. O tráfico armado, com fuzil , metralhadora, tem que recuar. Ele não recua se a polícia chegar lá com uma ideologia que o terreno vai esperar. E o terreno espera guerra.

O Foro de São Paulo vive de narcotráfico, sequestro, assalto a banco e roubo de gado.
Interrogado pelos jornalistas, Raúl Reyes, líder guerrilheiro colombiano, admitiu em sua recente visita à Venezuela que as FARC formam parte do chamado Foro de São Paulo. 


O “#partiuguerra” tornou-se então a marca do Major Freitas, já que não deram chance para que combatesse no mundo real, o #partiuguerra vai se dar no mesmo espaço onde estão também bandidos, a política.
Não se esqueçam que o Foro de São Paulo tem entre seus componentes e financiadores narcotraficantes, inclusive as FARCs da Colombia.


Não há como esconder que comandar uma UPP como a da Maré merece a denominação “Partiu Guerra”, tão bem colocada pelo Major Freitas. Lembremos que inúmeros policiais, Militares do E.B., civis e até moradores foram assassinados pelo grupo criminoso que infesta aquela região.

Morre engenheiro que entrou por engano na favela da Vila do João

Gil Augusto Barbosa, de 53 anos, foi baleado e ficou internado por cerca de 20 dias.

Morre o soldado atacado ao entrar por engano no Complexo da Maré.

Cabo do Exército morreu pouco depois de levar um tiro na cabeça.

Eleger Elitusalem Gomes Freitas Vereador e Flavio Bolsonaro Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro é vitória da sociedade contra o mal que diariamente é exposto.

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