segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Tudo será trevas? Só depende de você e seu voto.


Quem tem mais de 50 anos vivenciou o tráfico nos anos 70, ele existia sim. Existia mas não se projetava além de suas fronteiras, das vielas escuras, dos becos e dos cantos da sociedade. Ele não interessava a publicidade, já que menores não eram admitidos naquele “negócio”. Haviam os traficantes “Robin Hodd”, ajudando os mais necessitados das comunidades com remédio, comida e dinheiro.


Nos anos de terror das décadas de 60 e 70 que o Brasil viveu com os terroristas pseudo democratas, presos “políticos” passaram a conviver diretamente com presos comuns, especialmente com traficantes pegos praticando seus negócios até então “inofensivos”.

Deste “entrosamento” as ideia foram trocadas, uma parte como outra vislumbrou um potencial futuro a ser aplicado, como foi.
Nos anos 80, com a abertura política e anistia, os então presos políticos outrora na Ilha Grande, voltaram do exílio para por em prática suas ideologias malignas e a geração de capital para financiar o que vemos hoje, guerra no tráfico e bandidos no poder.


O quilo da cocaína na fonte está em cerca de R$ 20.000,00 e um fuzil R$ 1.000,00. Esta cocaína rende aqui, depois de pulverizada no “comercio” varejista, se transforma em cerca de R$ 1.000.000,00, o traficante do atacado lucra uns R$ 100.000,00 por quilo. Poxa! O traficante varejista lucra mais de R$ 700.000,00 por quilo? Sim, mas isso o coloca sob interesse de gananciosos, que farão de tudo para ocupar seu território, se apoderar de seu comércio. Ai entram as armas. O fuzil que custou R$ 1.000,00 reais gera lucro espantoso com sua venda por R$ 60.000,00 e seguido também por pistolas automáticas e semi automáticas que também geram lucros astronômicos.
Poxa, o traficante varejista, criado nas comunidades, sem instrução consegue articular todo esse negócio? Ai voltamos lá atrás onde tudo começou, no presidio da Ilha Grande onde os presos políticos (terroristas), começaram a traçar esta teia hoje em funcionamento.
Quem manda no trafico no Brasil é o que possui a caneta, os que estão com seus discursos fajutos nas câmaras municipais, estaduais e federais, bem como no senado. Os "dimenó" foram contemplados com um estatuto, que os livra de penas severas como a do tráfico. Hoje batem firme na tecla da descriminalização das drogas.
Ora, mas isso é interessante!? Interessante para eles, pois tira o tráfico da ilegalidade e torna traficantes em simples contrabandistas. Porque? Ora, já existem varias drogas descriminalizadas e nem por isso não existe concorrência na ilegalidade, veja o caso dos cigarros paraguaios que entram no Brasil e são vendidos pela metade do preço dos legalizados.
Com as drogas não será diferente, o custo de uma peteca de maconha que hoje custa R$ 5,00 nas "bocas" de traficantes, serão taxadas com nossos altos impostos para serem comercializadas nas farmácias, drogarias e estabelecimentos comerciais autorizados, mas o antes traficante se torna um mero contrabandista e continuará vendendo suas drogas a preços bem mais acessíveis e sem o risco das pesadas penas do tráfico de drogas ilícitas. Quem são? São facilmente percebíveis, é só prestar atenção em seus discursos eleitoreiros.

Entenderam ou precisa desenhar o que são na verdade os que estão armados com o mandato e a caneta?

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