domingo, 23 de outubro de 2016

Ex-deputado e ex-presidiário fala sobre ação do PSOL e proteção a criminosos de alta periculosidade.





Deputado que cumpriu pena diz que esquerda dá aos criminosos uma espécie de auto-justificação, um status de revolucionário. Para Roberto Jefferson quem hoje faz “revolução de esquerda” são pessoas sem compromisso ético com a vida, com a segurança.
“hoje o operário não faz mas revolução, hoje o operário está em casa, vendo sua televisão”
“te matam no trânsito porque você tem uma motocicleta… ladrão, burguês… matando em nome da justiça social”
“presidiário que bota celular pra dentro, peita a administração, foge da cadeia… tem a proteção do PSOL”

Durante as últimas semanas da campanha política no RIO de janeiro percebe-se algo interessante, que espelha o que tem ocorrido em todo o país, uma luta do conservadorismo /liberalismo contra o chamado socialismo.

Conservadorismo
Obviamente que entendemos o conservadorismo não como o pensamento esquerdista tenta defini-lo, um desejo de ser antiquado, retrógrado ou preconceituoso, mas como uma visão que pode variar de pessoa para pessoa.
Em geral os conservadores/liberais pensam que o dia a dia deve ser guiado pelo senso de certo e errado, que para ele são conceitos absolutos. Não há espaço para o relativismo: para os conservadores, o fim jamais justifica os meios.
O conservador acredita que a mudança pode ser benéfica, mas nunca a aceita simplesmente porque é uma mudança, esta será aceita, e aplicada, se realmente trouxer benefícios para a sociedade.  Costumes e “veredas antigas” já passaram pelo teste do tempo, sempre são o resultado de experiências longas e devem ser mantidos até que seja provado que já foram ultrapassados, nunca devem ser substituídos por imposição de novos costumes simplesmente porque o “novo” é melhor na visão de pequenos grupos.
Obviamente os conservadores/liberais têm um grande número de características que não caberia citar aqui, mencionamos acima somente algumas.

É fato que a sociedade carioca é muito mais conservadora do que alegam as redes de TV e partidos de esquerda. A expressiva votação recebida por políticos como Jair Bolsonaro e seus filhos é prova disso. Jair BOLSONARO recebeu nas últimas eleições para o legislativo federal mais de 450 mil votos. Flávio Bolsonaro, com verba pequena para campanha, recebeu nas eleições passadas, para vereador e prefeito, 424 mil votos, 14% do total.
Os partidos autodenominados de esquerda, juntos, na capital do Rio de Janeiro somaram apenas cerca de 24% do total de votos válidos. Desses votos, o PSOL mesmo com sua máquina de propaganda capaz de recolher mais de 100 mil em apenas um dia e com ajuda de Dilma e Lula, recebeu míseros 18% dos votos.

A sociedade carioca é CONSERVADORA, sem sobra de dúvida.
O Senador Crivella, que há dois anos concorreu para governador ao lado de um GENERAL, que era seu vice, recebeu sozinho 27.7% dos votos válidos no RIO de JANEIRO e ficou em segundo lugar. Jornais brasileiros e estrangeiros costumam definir Marcelo Crivella como “extremamente conservador” (El país de 29/09/2016).

Cabe aos teóricos da direita, assim como a esquerda recriou-se, pensar em cunhar novo termo para substituir a palavra “conservador” que hoje pesa muito, pois foi estrategicamente carregada pela esquerda de termos como atraso, preconceito, medo, “fobias”, ditadura, ódio etc.
O PSOL, partido do Senhor Jean Wyllys – que se auto-denomina progressista – ao longo dos últimos anos tem abraçado todas as causas chamadas “progressistas” e politicamente corretas, tentando assim impor à sociedade novos costumes, novas forma de família e sempre se apressado em criticar as forças de segurança em qualquer ação contra a criminalidade carioca.
Para agremiações partidárias desse tipo, se em um confronto com marginais um inocente sai ferido o tiro sempre partiu da arma de um policial. Não possuem a dignidade de admitir que invariavelmente os causadores de qualquer incursão ou operação policial são os criminosos.


Por último o partido fincou os pés em se manter como advogado do PT na luta para manter o governo DILMA no controle da máquina administrativa nacional, que sabidamente era usada em proveito de alguns poucos, como provam as condenações nos processos mensalão e petrolão.

O Rio de Janeiro hoje não se envergonha de ser “de direita”, conservador, neo-conservador, conservo-liberal ou qualquer termo que em resumo signifique que se opõe aos ideais da chamada “esquerda revolucionária”, ou “progressista”, que deseja impor a qualquer custo seu suposto novo (que nada tem de novo) modo de encarar a realidade baseado em usos e costumes desenvolvidos em DCES de universidades ou reuniões sindicais.











Nenhum comentário:

Postar um comentário