domingo, 16 de outubro de 2016

Freixo tira o dele da reta.


Uma nota de uma corrente do PSOL sobre a morte do ex-primeiro ministro de Israel Shimon Peres provocou revolta entre a comunidade judaica e desconforto na campanha de Marcelo Freixo a prefeito do Rio. No último dia 9, a Corrente Socialista dos Trabalhadores (CST) publicou em seu site um texto sobre Peres, morto em 28 de setembro, em que diz que o ex-primeiro ministro “foi um dos fundadores do Estado de Israel e de sua milícia terrorista Haganah, dedicada a exterminar e expulsar palestinos de seus territórios”, e que ele é “responsável direto das agressões e bombardeios, execuções extrajudiciais e violação dos direitos humanos” sofridas por palestinos. Com o título “Morreu o genocida Prêmio Nobel da Paz”, o texto encerrava dizendo que “com razão, enquanto os poderosos lhe fizeram homenagens em Israel, os palestinos festejaram”.


A Federação Israelita do Rio de Janeiro (Fierj) reagiu ao texto na última quinta-feira. A entidade expressou “profunda revolta” com o posicionamento e afirmou que “poucas vezes se viu em um texto tão curto uma quantidade tão grande de mentiras e ódio”. A Fierj cobrou ainda que “a Direção Nacional do PSOL, assim como o candidato à prefeitura do Rio de Janeiro Marcelo Freixo, desautorizem publica e oficialmente este texto e o retirem-no do ar imediatamente”.
Também na quinta-feira, Marcelo Freixo publicou em sua página no Facebook um pedido de desculpas à comunidade judaica, afirmando que as opiniões expressas no texto não são autorizadas pela campanha.

O principal político da Corrente Socialista dos Trabalhadores é o vereador Babá. Em 2012, circulou nas redes sociais um vídeo em que ele aparece queimando uma bandeira de Israel em um ato a favor da causa palestina. Babá tentou nesta eleição mais um mandato como vereador, mas não conseguiu se reeleger, ficando como primeiro suplente do partido na Câmara dos Vereradores. Ele foi o sétimo mais votado entre os candidatos a vereador do PSOL, e a coligação do partido conseguiu seis cadeiras.
GLOBO


Está tudo ali, não? O tal Babá, candidato de Freixo a vereador, ajuda a queimar a bandeira de Israel em meio à gritaria militante. E Freixo aparece para meter as digitais nos atos.
Dadas as últimas manifestações do PSOL, não vejo nenhuma razão para que o partido não seja também antissemita. “Ah, não confunda a crítica a Israel com antissemitismo”, gritarão algumas polianas. Claro que não confundo. Os que criticam escolhas feitas por governos israelenses não queimam a bandeira do país.

Ódio, intolerância, violência.


O que pouca gente sabe é que um dos fundadores do PSOL, o também italiano Achille Lollo (não sei como o partido o chama, talvez seja mais um “escritor” ou “intelectual” da turma), também matou pela causa, e matou crianças.

Em 1973, Lollo e dois colegas da organização Poder Operário derramaram gasolina por baixo da porta do apartamento onde morava Mario Mattei, um gari de 48 anos, a esposa e seis filhos. Mattei era secretário de um partido neofascista, o Movimento Social Italiano. Ele ficou encurralado pelas chamas e se jogou pela janela. A esposa conseguiu pegar os filhos pequenos de 9 e 4 anos e os levou para o andar de cima, onde foram socorridos pelos bombeiros. Outras duas filhas de 19 e 15 anos escaparam descendo de um balcão. Os últimos dois filhos ficaram presos no quarto. Morreram abraçados e carbonizados. Link: RVChudo

Entre o morde assopra Freixo segue enganando os desavisados, se a declaração do PSOL não tivesse repercutido, ele ainda estaria calado, conivente com o desrespeito que foi explicito. Afinal, PSOL é um partido de assassinos escondidos sob uma manta política.

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