terça-feira, 18 de outubro de 2016

Os efeitos do clister mental em mais uma vítima de Lula da Silva

Caros amigos
Tive acesso ao desatino de um cidadão, morador de Brasília e professor da UNB, aparentemente desolado e até descontrolado em consequência do resultado das eleições municipais, da ruina do seu partido e do fracasso do projeto de poder socialista bolivariano do PT.
Tive a curiosidade de pesquisar o “face” do cidadão, professor Marcos Bagno, e, com um misto de pesar e pasmo, constatei ser ele, além de petista apaixonado (ou fanatizado?), um iludido, um seduzido, mais uma vítima do “charme” de Lula da Silva, apesar do acesso à cultura que a profissão lhe confere. A capa do seu “face” é uma esfinge do “líder” com a hashtag “#standwithlula” e sua tradução – “#estamoscomlula”!
Ele não é o único, infelizmente. A paixão, o fanatismo e a sedução levam por diante a razão, a lógica e as faculdades humanas de pensar, de raciocinar e de enxergar a verdade dos fatos. Os autores literários retratam muito bem esses efeitos em romances, novelas e filmes em que homens e mulheres, traídos pelas pessoas que amam, mesmo diante das evidências mais contundentes, se negam a acreditar. É o que, em lamentáveis comentários e assertivas, nos demonstra o professor Bagno.
Em uma postagem do dia 01 de outubro – véspera das eleições municipais -, ele, mansa e corretamente, conclama seus companheiros a juntar forças contra o ódio e a evitar brigas por pequenas diferenças e os estimula a olhar para o que têm em comum e a “defender os interesses das pessoas de bem”. Nada mais justo, nobre e louvável.
No entanto, coerente com os desatinos esperados de uma pessoa transtornada pelo fanatismo e pela paixão cega e doentia, o nosso professor Marcos, vitimado pela amargura do encontro com o desastre causado às suas ilusões pela descoberta das traições do seu partido e do seu líder, já no dia seguinte, diante do resultado das urnas, muda radicalmente o discurso que, horas antes, era justo, nobre e louvável!
Encontramos em suas novas mensagens expressões como: “… o Brasil só vai se resolver no tiro e na ponta da faca …”, “… como salvar gente de monstros como acm neto [Antônio Carlos Magalhães Neto], dória [João Dória] et caterva? Só degolando, decapitando, defenestrando”.
Mais adiante e no mesmo dia, em evidente desespero, manifesta seu desejo – ardente e sincero, do fundo da alma – de que as pessoas que elegeram João Dória – segundo ele, um “boneco de ventríloquo fascista recheado de merda” – sejam muito infelizes para o resto de suas vidas, que percam tudo que têm e que passem fome.
Termina esta última mensagem almejando a todos a perda dos direitos e dos empregos e finaliza profetizando uma praga: “… e se fodam nesta e em todas as encarnações futuras…”.
Sinto, honestamente, pena do professor Marcos Bagno, porquanto estou convencido de que se trata de mais um supliciado e, pela posição que hoje ocupa, também um algoz, da lavagem cerebral que se processa nas universidades brasileiras, em particular na UNB.
A incoerência do seu discurso revela os efeitos do clister mental de que é vítima, afinal, ele junta forças contra o ódio, visando a unir pessoas de bem, e, logo em seguida, as instiga a matar, esfaquear, degolar e a decapitar seus patrícios!
Desconexo também é seu desejo de que os brasileiros passem fome pelo resto de suas vidas, quando até ontem ele e seus correligionários vangloriavam-se de ter como meta a “Fome Zero”!
Com a mesma incoerência, ele pragueja para que percam seus empregos, como se não tivesse sido na gestão dolosa, burra e demagógica do PT que a taxa de desemprego tenha alcançado o absurdo índice que hoje desespera os lares das pessoas de bem!
O professor Marcos Bagno só não é incoerente no uso das palavras de baixo calão, algo comum nos discursos do seu líder e na pobreza do vocabulário dos seus partidários.
Como já disse, julgo-o uma vítima e uma consequência do aparelhamento das universidades e rogo, ardente e sinceramente, para que, ainda nesta encarnação, ele se encontre com a verdade e que consiga livrar-se do mal que o contamina.

Amém!

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