segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Um projeto desperdiçado pelos interessados


Muito além de eleger um representante estava em andamento um projeto maior, evitar a implantação definitiva do narcotráfico no Rio de Janeiro e no próprio País, defender nossas crianças e valorizar as instituições policiais. Mas perdemos, perdemos feio para a esquerda e hoje o Rio de Janeiro está entre dois perigos, um socialista que se refere ao Evangelho como “cartilha comunista” e outro que como sabemos é defensor da destruição da sociedade e da família.



Depositei sim confiança no efetivo da Instituição Policial Militar, que pelas reações apresentadas diante da candidatura do Major Elitusalem Freitas me fez confiar que esta eleição seria diferente, que finalmente teríamos uma liderança escolhida e eleita por seus representados, mas não aconteceu novamente. O pífio resultado de quase 4.500 votos alcançados não representa o que se esperava de um efetivo de mais de 50.000 ativos e cerca de 20.000 inativos e pensionistas.


Infelizmente PMERJ, o efetivo tem mais é que se fuder! Mais uma oportunidade desperdiçada, os pouco mais de 4.000 votos alcançados pelo Major Freitas não representam a disposição e o acolhimento demonstrado pelos PMs. Serão tão falsos com os seus? Imagine então como são no trabalho. Entendo o porquê de os deputados oriundos da PMERJ não procurarem os votos da Corporação, não valem a pena.

A Guarda Municipal, com efetivo muito inferior, elegeu seu representante, assim como os Bombeiros Militares fizeram em 2012 ao eleger o Major Marcio Garcia. Mas a PM, mesmo após 28 anos de terem conquistado o voto para cabos e soldados, ainda continua na ignorância política. Querem mudanças? Querem respeito? Querem valorização? Sim, querem, mas só conseguem um “FODA-SE”!!! Embora tenhamos comandantes no labor diário, nenhum deles é tão expressivo quanto um líder eleito.

Por outro lado, tivemos 1.866.621 abstenções, brancos e nulos; 33% a mais do que a soma de votos de Crivella e Freixo. Grande parte deste desperdício eleitoral se deu por eleitores de direita que, embora queiram mudanças, preferem eleger a nulidade como forma de manifestação política. O que estaria decidido em primeiro turno se perdeu com a minoria. O Rio de Janeiro se quedou a mentira e a colocou na disputa no segundo turno para a Prefeitura.


A suruba política é bem a cara dos cariocas, que se dizem politizados, mas permitiram que a escória da política local dominasse as eleições municipais.

Um comentário:

  1. MI MI MI por que sera que nem a corporação confia no sequelado ? policial e um cidadão não quer viver na guerra com sua familia , que ser guerrilheiro de DEUS va para palestina para a faixa de gaza

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