terça-feira, 1 de novembro de 2016

A "esquerda" e sua arma para idiotas, a linguagem.


Uma das mais bem sucedidas armas da esquerda, é a linguagem. A linguagem tem o poder de transportar desde conceitos abstratos à emoções. Não é a toa o predomínio dela nos estudos teóricos do discurso e da linguagem. E aplica essas técnicas com tamanha eficiência na sociedade que, mesmo perdendo as batalhas, ganham as narrativas e os discursos. E tudo isto com a ajuda dos diversos setores da direita e da religião. E essa reprodução se estende aos meios de comunicação. Pelo simples fato de aceitarem e reproduzirem as nomenclaturas, as renomeações e ressignificações das coisas. Vejam agora: é sabido que os prédios escolares e universitários estão sendo INVADIDOS, mas eles fazem crer que é mera ocupação. Ocupar é diferente de invadir. Ocupar é tomar posse do lugar de pertencimento próprio, moralmente justificável; invadir é apoderar-se do lugar que pertence a outro, moralmente injustificável. É invasão pelo exposto e porque transgride regras de uso do ambiente e impede o público de usufruir livremente do espaço que pertence a toda a coletividade. Três outros termos usados indevidamente para nomear as ações e os atores dessas invasões: "são manifestantes", sendo que em alguns casos depredam o patrimônio público e cometem vandalismo; "ação de protesto", quando as queixas são falseadas e dissimuladas para atender a interesses políticos, "alunos e professores" em situações cujas invasões foram organizadas fora da escola, por partidos políticos, sindicatos e movimentos sociais. Mesmo porque, dificilmente alunos adolescentes, por eles mesmos, conseguem articular, montar e administrar uma invasão desse porte. Sem falar na estruturação dos discursos. Assim, sem o uso do óleo de peroba, com a pura ação da linguagem o abuso, a transgressão e a ilegalidade são muito bem normalizados. Desta forma, não se pode negar a eficiência da esquerda em inverter a seu favor discursos e acontecimentos desfavoráveis. Porque é a índole dela, a manipulação e o engano. Já os grupos conservadores, ingenuamente, sem a mesma malícia, até contribuem para que os ditos e não ditos dela sejam estabelecidos. Portanto, vamos dar nomes aos bois. Boi é boi, onça é onça e pronto! (prof. Orley, Goiânia)

Um comentário:

  1. Parabéns pelo texto, é o ocorre realmente neste projeto de país. O mal disfarçado de bem, cobra muito caro para fazer as malevolências.

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