quinta-feira, 17 de novembro de 2016

A nossa “Queda da Bastilha” não aconteceu.


A Queda da Bastilha, ocorrida na França do século XVII, foi o ato que marcou o inicio da Revolução Francesa, tendo um aspecto simbólico. A Bastilha servia para prender os opositores da ordem estabelecida.
Hoje, tanto no Rio de Janeiro como em Brasília, as “Bastilhas” brasileiras precisam e devem ser tomadas, já que os que lá estão homiziados não mais servem ao papel para o qual foram eleitos.


Na “Bastilha” do Rio de Janeiro (ALERJ), o povo sofreu uma derrota, uma derrota simbolizada pela agressão dos manifestantes pelo Batalhão de Choque da PMERJ. Dias antes rolaram nas redes sociais aviso do Comandante do BPChoque, de que não agiriam com violência enquanto seus policiais não fossem agredidos, mas não foi isso que aconteceu, eles defenderam a “Bastilha” do Rio de Janeiro como que defendendo os também seus agressores, Executivo e Legislativo.







Oficiais do BPChoque saõ citados como os que teriam disparado suas armas contra policiais que se manifestavam, já tendo esses oficiais estado envolvidos em investigação sobre apologia ao nazismo.




Não quero generalizar a atuação do BPChoque, mas tenho que considerar uma discussão com um policial militar ocorrida há alguns anos na rede social Facebook, no qual o policial disse que: “se me pagarem um salário de R$ 10.000,00 meto porrada até na minha mãe”. Não generalizo porque foi um pensamento exteriorizado por um mercenário, vimos policiais militares abandonarem o comando do policiamento e, certamente foi a vontade da maioria, que não o fez com medo das consequências, consequências estas que os que abandonaram o comando já começam a sofrer.


Estão presos administrativamente os dois policiais militares do Batalhão de Choque que abandonaram a tropa para se unir a manifestantes, nesta quarta-feira, durante um protesto em frente à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Os agentes faziam parte de um cordão de isolamento do Palácio Tiradentes. Em meio ao tumulto em que se transformou a manifestação de servidores contra o pacote de cortes do governo do estado, a dupla decidiu mudar de lado. As identidades dos agentes não foram reveladas. Link: blogcoronelpaul

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Assim como os parlamentares homiziados na ALERJ, os comandantes BPChoque serviram muito bem ao governador Pezão, hoje, junto com o presidente da ALERJ, Jorge Picciani, podem ser considerados os inimigos 1 e 2 dos funcionários públicos deste Estado, bem como da sociedade. Igual aos delinquentes que perambulam pelas ruas, roubam, agridem e podem até matar para que suas ações se concretizem.


Algumas cenas de um passado recente ainda estão presentes em nossas mentes, quando comandantes PMERJ permitiram uso de fuzis contra militares e famílias dentro do QG CBMERJ, quando um comandantes permitiram que seus comandados fossem trancafiados em presídio de segurança máxima, quando comandantes ignoraram legislações pertinentes,  especificas  e peculiares para arquitetar e executar plano contra manifestantes que “invadiram” o QG CBMERJ.




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