segunda-feira, 28 de novembro de 2016

A paz no Rio de Janeiro depende da coragem política para destruir o inimigo!


Caros amigos
Repito, pela terceira vez, que nenhuma guerra pode ser vencida sem a definição precisa dos seus objetivos e sem a coragem e a determinação para, dentro dos limites da necessidade, empregar a força, em todas as suas gradações, para conquista-los.
O estado de paz, antítese do estado de guerra, só pode ser obtido pela prevenção, pela dissuasão ou pela destruição física do inimigo quando este não puder ser desarmado e submetido à vontade do vencedor.
O que ocorre no Rio de Janeiro, com relação à Segurança Pública, é, portanto, um estado de guerra!
Uma guerra que precisa ser vencida para que se estabeleça a paz em bases definitivas, claramente definidas e dominadas pelo vencedor.
O que se viu até agora foi a negociação de um falso “clima de paz” em bases frágeis de garantias dissuasórias, isto é, em inferioridade de condições em relação ao inimigo, ou seja, nas condições estabelecidas pelos criminosos, por intermédio de seus aliados no poder político do Estado!
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Para que a pacificação seja negociada em bases sólidas, definitivas, é preciso, antes de mais nada, subjugar, derrotar e, se necessário, destruir o inimigo e, paralelamente, neutralizar e destituir do poder todos os seus aliados, aí incluídos grande parte da imprensa, os políticos da esquerda subversiva e os governantes comprometidos, todos covardes, corruptos, enganadores e oportunistas que só fazem criar condições para desmoralizar as Forças Policiais e dar liberdade e incentivo à ousadia dos criminosos!
O emprego do Exército no Rio de Janeiro nunca foi “pacificador”, porquanto não lhe foi permitido impor-se aos bandidos quando submeteu-o a regras de engajamento que, de antemão, tratavam o inimigo como vítima e não como algoz, o que fortaleceu o seu moral a cada “pacificação” e a cada retorno vitorioso às comunidades desocupadas.
Em resumo, enquanto imperar o desinteresse ou o medo de assumir a responsabilidade “politicamente incorreta” pelos efeitos colaterais da guerra, não haverá vitória, ou seja, enquanto esta guerra não for tratada como guerra, não haverá paz!
Qualquer coisa diferente disso é enganação, politicagem, medo e hipocrisia, não é solução e, caso uma atitude radical e definitiva não seja adotada agora, haverá o risco evidente de que a situação do Rio de Janeiro se espalhe para outros estados da federação.
Estou, infelizmente, convencido do que digo!
General Paulo Chagas

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