terça-feira, 8 de novembro de 2016

A Segurança Pública amedrontou os Deputados


Antes de começar a comentar sobre a manifestação de hoje, vamos voltar no tempo, a 2012 no Movimento dos BMs no qual outros segmentos se envolveram, como a PMERJ e a PCERJ. À época, Francisco Chao, Diretor do SINDPOL já mostrava sua fala como se saída da boca do governo, criticando uma possível greve que não aconteceu e ameaçando de antemão, com as consequências. Depois disso sumiu do cenário. O que aconteceu depois todos nós vivenciamos e sabemos muito bem.


Hoje novamente lá esteve a figura de Francisco Chao, que subindo no carro de som, novamente voltou a discursar como sindicalista, convocando os representantes de classe, sindicalistas como ele, a adentrarem à ALERJ e iniciarem as negociações.  Lógico que BMs e PMs não possuem sindicatos, só associações e, na maioria, não merecedoras de crédito para falarem em nome de todos. 


Os discursos no carro de som prosseguiram, foi dito que não se aceitaria sindicatos, o movimento é autônomo. Mais tarde, o Francisco Chao, aparece nos fundos da ALERJ, onde manifestantes já demonstravam sua insatisfação por a Casa não permitir a entrada dos líderes, tentou desmotivar e impor sua vontade estranhamente após voltar do interior da ALERJ. Não conseguiu, foi severamente reprimido pelos que lá estavam.



Mas relatando o que vi. Cheguei por volta de 9:50, vislumbrando uns 300 presentes em frente a ALERJ, que a cada minuto chegavam as centenas e até milhares. Creio que em uma hora já éramos 7.000.


Auditor Fiscal, Capitão da Reserva CBMERJ, apontou certeiramente os danos que o governo PMDB causou ao Estado ao longo dos anos, sendo de sua inteira responsabilidade a situação vivida hoje. Após, uma funcionária da Receita do Estado relata que desde 2008 vários documentos seguiram para o Ministério Público Do ERJ, estando até hoje sem resposta. Junto com a ALERJ, o Ministério Público também foram omissos nesta loucura que o PMDB fez com o Estado do Rio de Janeiro e merecem, junto com o PMDB, o repúdio de toda a sociedade.


As isenções concedidas pelo governo PMDB avacalharam toda a finança, aliado a pouca vergonha de se locupletar com o erário público. Os puteiros (termas) e diversas industrias beneficiadas, transformam a ALERJ também num "puteiros", onde as "putas" arquitetam como não perderem essa "boquinha" carinhosamente "beijada" pelo PMDB.

                         Acabou o amor, isso aqui vai virar um inferno

Existe plano "B" para a questão? Sim, existe! Acabem com as dezenas de cargos comissionados que cada deputado têm direito,! Afinal, só servem para fazer caixa dois para investirem em suas campanhas. Acabem com as diversas vantagens pecuniárias concedidas a bandidos encarcerados, como o vale transporte para parentes de presos, o qual só três deputados daquela Casa votaram contra. Cortem as diversas vantagens dos deputados! Tomem o anel que a esposa de Sergio Cabral ganhou, são mais R$ 800.000,00 de volta aos cofres públicos. Façam uma devassa nas contas do Estado, certamente encontrarão o destino do dinheiro que falta hoje. Os Servidores nada tem a ver com isso!


                           Vereador Baba (PSOL) expulso do local

O vereador Baba do PSOL tentou buscar seus minutos, mas não deram chance dele subir no carro de som, foi sumariamente expulso e para que não sabe, Baba foi um dos vereadores que tentaram conseguir R$ 15.000,00 de aposentadoria do já sofrido povo da cidade do Rio de janeiro.

                            Picciani para de roubar, a tua hora vai chegar

O LADRÃO, digo dePUTAdo Picciane, junto com sua quadrilha dentro do reduto ALERJ, não devem ter ficado nada tranquilos com as vozes que vinham de fora.

Picciane, que depois de apresentado o "pacote" de maldade, num deboche disse que: “A angustia de quem não recebe é maior que a de receber um pouco menos” Uma clara demonstração de que tudo fará para "PHUDER" com os funcionários públicos para maquiar as falcatruas que participaram.

Em vários momentos deputados foram chamados para irem no carro de som e se manifestarem, não tendo comparecido nenhum deles. Como anunciado desde o inicio, a vontade de invadir a ALERJ era latente, aumentada pelo descaso que os parlamentares deste Estado estavam tratando a questão. Então, por volta de meio dia i inevitável aconteceu, a ALERJ foi invadida e todos os deputados fugiram como puderam, sendo a Casa encontrada vazia como se um desastre iminente estivesse para acontecer. Só Wagner Montes que ficou, talvez pela sua deficiência não conseguiu sair a tempo. 






O que eles temiam aconteceu, o Rio de Janeiro, graças as suas Forças de Segurança Pública, é de novo do povo. Que tenham juízo e o Minite rio Público também!




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