sábado, 19 de novembro de 2016

PM defende manifestações?


PM do Rio defende manifestações: 'mais do que um direito, uma necessidade'.



Polícia Militar do Estado do Rio divulgou um vídeo em que defende os atuais protestos dos servidores públicos, mas denuncia a violência contra a tropa que faz o reforço da segurança nos atos. O vídeo com a mensagem da corporação para os manifestantes foi publicado na conta oficial da PMERJ no Twitter, na manhã deste sábado. Nas imagens, o coordenador de comunicação social, major Ivan Blaz, afirma que hoje “as manifestações são mais do que um direito, são uma necessidade”.

“Nós sabemos como as manifestações populares podem influenciar a tomada de decisão na nossa estrutura social. Cada um de nós é responsável pelo bom andamento da manifestação em prol dos nossos direitos e garantias. Não deixamos que pessoas mal-intencionadas façam uso de uma manifestação positiva para promover cenas de baderna e violência”, pede.

O major continua e pede a consciência dos manifestantes para evitar confrontos:
“Não podemos, de forma alguma, desrespeitar nossos companheiros policiais militares, que estão trabalhando para que tudo corra bem. De modo algum, avancem contra a tropa formada. Eles estão ali para garantir o meu, o seu, o nosso direito de reivindicação. Pense nisso”.


Concordando em parte com as palavras do Major, mas o que circulou nas redes sociais nos remete ao pensamento de que a PMERJ estava ali tão somente para defender os deputados e sua famigerada cerca. Acusações de truculência, disparos de bala de borracha e violência desnecessária, tudo só com o temor que a cerca fosse danificada, contrariando assim o seu “criador”, o inimigo público número 1 do Estado do Rio de Janeiro, Jorge 
Picciani.




Nós, militares e policiais civis, temos consciência da responsabilidade do policiamento e em momento algum havemos de desrespeitá-lo. Dois policiais militares abandonaram o policiamento para não participarem das agressões gratuitas e dois oficiais foram devidamente expostos pelas ordens que emanaram.


Que a PMERJ seja a polícia protetora do povo e não de quem o explora e se locupleta.

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