sábado, 5 de novembro de 2016

Que comece pelos deputados!



Uma atenção especial deve ser dada ao custo dos deputados do Rio de Janeiro, já que pouco ou nada é divulgado das diversas benesses que julgam ter direito. Em matéria do Globo em 2014 (GLOBO) foi noticiado que as vantagens concedidas por eles mesmo são de dar inveja aos deputados federais.


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A angustia de quem não recebe é maior que a de receber um pouco menos (Jorge Picciani, Presidente ALERJ)

A ALERJ não informa o limite de gastos dos deputados, mas sabe-se que cada deputado tem 20 cargos comissionados por gabinete, têm tíquete combustível, verba de telefone e selos. Nem todos esses "assessores estão em atividade, já que vez ou outra é divulgado que deputados se apropriam de grande parte dessas verbas em benefício próprio, nomeando "fantasmas" (terra).
Quantos funcionários tem a ALERJ? Não dá para também reduzir este custo?

O que estão fazendo é um confisco sobre os salários dos servidores e uma punição a população. Desde 2013, o TCE avisa ao governo que as contas estão desequilibradas. Eles não lidaram com a situação por vontade própria.
(Jonas Lopes, Presidente do TCE)

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PMERJ e os ralos de recursos.
Viaturas e motoristas:
São 128 unidades, cada unidade possui um comandante e um sub comandante. Cada um possui dois motoristas e um carro. Cortando isso teríamos a redução de 128 viaturas (menos combustível, manutenção e mais patrulhamento nas ruas)
512 policiais (“motoristas”), redução de um batalhão fora de função.
Gratificação:
Cada comandante e sub comandante recebe em média, fora o salário normal, R$ 7.000,00 de gratificação. Total de 128 x 2 x 7.000 x 13 = R$ 23.296.000
Esses comandantes não podem usar transporte público? Porque eles tem de receber a mais (R$ 7.000,00 de gratificação) para exercer função que é peculiar a seu grau hierárquico?

As demais gratificações da corporação também devem entrar neste pacote, já que as funções são características de cada formação. São todos policiais militares, independente da unidade em que estão classificados.


Não acredito que a ALERJ aprove o "pacote de maldades", mesmo com o presidente Jorge Picciani (PMDB) dando total apoio à proposta. Picciani vai esperar para ver, e quando sentir que não passa, vai ficar contra. É assim que ele se comporta na politica, sempre de forma oportunista. 
Existe uma preocupação imensa de que os atuais governantes não estejam medindo e avaliando de forma correta o que está se passando. Estão menosprezando a capacidade da população e dos servidores de se indignar e reagir.

Cuidado senhores...CUIDADO. 

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