quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Para ser FDP não precisa ter patente

O que mais vi policiais militares postarem nas diversas campanhas políticas no Estado do Rio de Janeiro foi: “não voto em oficial!”


Dizem isso como se tivessem a maestria, a tradição de eleger praças nas diversas esferas políticas; mas ao contrário, nunca elegeram ninguém, nem praça nem oficial.

Na verdade vivem dentro dos seus recalques, como se o FDP fosse sempre o oficial PMERJ. Claro que existem, mas notoriamente os FDP estão também, até em maior numero, dentro do ciclo das praças. São eles que caguetam, fazem fofocas, levam informações de seus pares para o oficial FDP, jamais depõem a favor do seu igual e contra o oficial, se presenciarem um fato que cause litigio entre praça e oficial dirão que nada viram e outras coisitas mais.

Conhecem o dePUTAdo Marcos Abrahão? O cabo PM que, como suplente, foi empossado após o assassinato do deputado e pastor Antonio Valdeci de Paiva. Marcos Abrahão à época foi o principal suspeito da morte do deputado com intuito de assumir sua vaga.



Pois bem, na época em que os Bombeiros Militares se manifestavam na ALERJ em busca de anistia administrativa, este mesmo dePUTAdo, do plenário, dizia a seus pares que lugar de criminoso era no prédio ao lado, no Palácio da Justiça, onde criminosos impetram seus recursos.



Hoje, após as agressões que os manifestantes, servidores públicos, policiais militares e bombeiros militares, sofreram dia seis na ALERJ, inclusive com a tomada da Igreja para se posicionarem estrategicamente e de onde disparos foram feitos contra os manifestantes que já não mais resistiam, a mando de oficiais “nazistas”, o dePUTAdo Marcos Abrahão volta a se manifestar em plenário contra os servidores deste Estado.

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"Com vagabundo tem a base de porrada mesmo! Tem que descer gás lacrimogênio Neles!" Um perfeito puxa saco de Picciani, assim como era com os oficiais no tempo, como cabo PM no 26º BPM. O "sim senhor", o "meu chefe" eram suas linguagens usuais no ambiente da caserna quando chegava atrasado ou cometia uma transgressão qualquer.

Marcos Abrahão hoje nem lembra o Cabo PMERJ que foi, mais gordinho, bem nutrido pelas diversas "benesses" que o mandato lhe permite ou "injeta", segue sempre contra sua origem, que hoje nem o que comer tem como adquirir para si e sua família. Pelo menos podia fazer como os outros parlamentares oriundos da PMERJ (oficiais e praças), que "não fedem nem cheiram", já que, como ele, não foram eleitos pela Corporação.

Um comentário:

  1. Ha muitos ocultos...so não exercem pq não ha espaço pra ser, mas se derem ma brecha a pdaputisse se manifestará plena.

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