quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Possibilidades de intervenção militar crescem no Brasil.

“povo pode PEDIR o FECHAMENTO do CONGRESSO!”. Possibilidades de intervenção militar crescem no Brasil?



Falando francamente.
Nesse momento arrisco abandonar por um breve período a chamada neutralidade axiológica a mim imposta para atuar como editor da Revista Sociedade Militar, que publica textos de tantos renomados articulistas, para te convidar para uma conversa. Escrevo as próximas linhas como pessoa comum, pai de três filhos, militar da reserva, assalariado e que, além da formação militar, nas horas que restaram entre inúmeros plantões, se graduou e pós-graduou numa universidade pública recheada de militantes, que já naquela época se achavam donos do recinto.
Falo aqui como o amigo que troca idéias com amigos pessoais do meio militar, do meio político e com todos aqueles que não só nos enviam textos, mas também participam sugerindo, elogiando ou criticando nos comentários, emails e whatsapp da RSM(21 98106-2723).
Temos acompanhado o cenário político e a voz das ruas faz algum tempo. Fui a várias manifestações e conheço muitas lideranças de movimentos populares, alguns intervencionistas e alguns radicalmente anti-intervenção, respeitamos a opinião de todos. Também, obviamente, conheço muito bem a mente militar, interagi quotidianamente com vários dos oficiais generais que ainda estão na ativa e como todo militar, passei mais tempo da minha vida na caserna do que fora dela.
Ainda que os comandantes militares insistam em dizer que as ações das Forças Armadas sejam delimitadas por parâmetros como legalidade e estabilidade, crescem em meio à sociedade e até na reserva, os apelos pela chamada intervenção militar. E os comandantes sabem disso.
Muitos têm esse assunto como uma espécie de tabu. Contudo, eu não tenho qualquer restrição em falar sobre esse pleito, ainda que na minha opinião no momento não seja a solução mais adequada para o caos tupiniquim.
Frequento pessoalmente vários fóruns e grupos de inteligência, militares, segurança pública e policia militar e percebo claramente que o clamor por uma medida saneadora mais drástica cresce na mente de muitos do nosso meio.
São antidemocratas? Não, jamais. Quem melhor do que nós, detentores de algumas informações privilegiadas, para saber o que se passa por trás dos panos? Se os militares e comunidade de segurança pública estão no seu limite, se decepcionam com a democracia, pode-se crer que as coisas estão num patamar bem pior do que já pôde perceber o cidadão comum.
Alguns economistas e políticos, assim como o próprio Comandante do Exército, deixam explicito em suas falas que qualquer sinal de possível instabilidade pode prejudicar a retomada do país em busca de crescimento e progresso. É uma verdade, estão certos e isso em parte explica sua sobriedade nas declarações públicas.
O mundo, os investidores em potencial, aqueles que realmente decidem os destinos das economias, acreditam que uma “higienização da classe política” pode acontecer pelo menos em médio prazo no Brasil? Sim, AINDA acreditam, tanto que os indicadores chegaram a melhorar nos últimos meses.
Contudo, fatores como o tempo que o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL leva para julgar autoridades com foro privilegiado, como é o caso de Renan Calheiros, envolvido como acusado em processos que já duram mais de 5 anos, e a luta de parlamentares por corromper a proposta de iniciativa popular anti-corrupção, endossada por mais de 2 milhões de brasileiros, fazem crescer os apelos para que os militares tomem partido e realizem de alguma forma a moralização necessária.
Além das centenas de grupos intervencionistas nas redes sociais, alguns com mais de 200 mil participantes que se comunicam diariamente, pudemos identificar duas grandes rádios online 24 horas por dia divulgando debates, discursos e conversas em apologia à intervenção militar. O movimento não para de crescer e, embora seja um assunto tabu, é acompanhado de perto.

Citando : Radio Pesadelo dos Políticos e Rádio Brasil Online

A ocupação realizada no Congresso por militantes de direita acendeu uma luz vermelha. A imprensa e classe política mais atenta percebeu que a sociedade aos poucos deixa de vislumbrar possibilidades de se resolver “a coisa” de forma menos impactante.
Cada vez maior número de pessoas têm se desiludido com a velocidade do “saneamento político” e aumentam a pressão para que as forças armadas assumam o controle e inclusive enquadrem e julguem rapidamente todos os políticos envolvidos em falcatruas por crimes contra a segurança nacional, realizando em seguida eleições livres e sem a participação de qualquer político já condenado por corrupção ou envolvimento em qualquer crime.  Eles se autodenominam intervencionistas e foi uma parte mais radical desse grupo acabou ocupando o congresso nacional há cerca de uma semana.
Grande parte dos oficiais generais na reserva declaram sem pudor que a ação militar não pode ser descartada como uma das formas de resolver a crise de moralidade atualmente vivida.

Recentemente o deputado Jair Bolsonaro declarou no plenário do Congresso Nacional que se na calada da noite o congresso nacional corromper a proposta popular e implantar ali dentro uma forma de anistiar parlamentares corruptos, há real possibilidade de o povo ir para as ruas pedir o fechamento do parlamento.


O filósofo Olavo de Carvalho, que de sua residência nos EUA orienta alguns personagens anti-esquerda, como Lobão, e que no início do movimento anti-Dilma chegou a declarar que o Impeachment não adiantaria muito para o país, essa semana fez postagens em redes sociais incentivando a sociedade para que ocupe em massa o parlamento.

A verdade é que a corrupção no Brasil a cada dia se revela mais entranhada na política e já poucos de nós acreditam que a médio prazo conseguiremos mudar isso. Com isso entendemos que a instabilidade não é causada por um grupo de intervencionistas que de forma precipitada – mas de boa vontade e com propostas em sua esmagadora maioria, corretas – entrou no Congresso Nacional; por um deputado que insinue a possibilidade de fechamento do congresso ou por recados de um filósofo que reside nos EUA.
A tal “instabilidade” é causada pelas próprias ações desesperadas da classe política no afã de escapar do expurgo que, de uma forma ou de outra vai acontecer.
Esperamos e desejamos realmente que o judiciário brasileiro consiga vencer a oposição e terminar o que começou a fazer.
É evidente que os comandantes militares não desejam assumir o controle do país. É obvio que se busca a todo custo a “solução democrática”. Por isso a declaração padrão é “nossa sociedade não precisa ser tutelada“. Quem em sã consciência desejaria suportar o peso de tomar a força o controle de um país continental como o nosso, tendo que enfrentar não só as centenas de grupelhos de esquerda que se levantariam em vários locais, mas também a pressão da comunidade internacional em peso?
Conhecer a vontade da sociedade importa sim àqueles que devem tomar as decisões. Afinal, é preciso ter ao menos uma ideia de como as ações ou “não ações” serão recebidas. Mas, isso não basta para a tomada de decisões. A opinião do cidadão comum não pode ser o fator mais importante para definir questão tão gigantesca, é fácil compreender que não possui acesso a gigantesca gama de informações necessárias.
Muita coisa poderia acontecer, a complexidade é enorme, nenhum ensaio, análise prospectiva, por mais completo que seja, pode prever tudo, muita gente inocente pode sofrer, até morrer. E nenhum de nós deseja isso.
Com toda certeza esse é o último recurso e deve sim ser protelado ao máximo.

Tomo a liberdade de terminar essa conversa citando excerto de ótimo texto de um conhecido oficial: Empregar as FA enquanto estamos progredindo bem com outras peças de manobra é, de fato, um grande equívoco, assim como também é por em dúvida o seu comprometimento constitucional, a sua subordinação ao interesse da Pátria e a sua competência para acompanhar e interpretar a conjuntura, imaginando-as incapazes de, por si próprias, conhecer o momento oportuno para agir e prevenir danos maiores à democracia …  (excerto de texto do General de Brigada P. Chagas)
Robson A.DSilva / Cientista Social, Militar na Reserva & professor

Sociedade Militar

O Dia D dos ladrões

Eles são a covardia, a mentira, a ignorância.


Hoje é um dia importante para o Brasil. O Congresso vota (creio) o projeto contra a corrupção assinado por dois milhões e meio de pessoas. Se for desfigurado, com anistia para o caixa 2, a Lava-Jato estará ferida de morte. Hoje é mais importante estarmos nas ruas e nas redes sociais com protestos mais audíveis, porque os corruptos que querem anistia não têm mais pudor algum de inventar “jabutis” venenosos para desconstruir a única coisa boa desta crise sem dono, sem fim, sem foz. Vaiaram o relator Onyx, riram dele, chamaram-lhe de babaca a serviço do MPF.
Agora, mesmo com a declaração de Temer de que vetará qualquer anistia ao Caixa 2, os malandros estão na navalha entre o medo de serem presos e a vergonha de votar pelo roubo. E torcem pelo voto secreto.
Não há mais o que analisar, criticar, debater, nada. A única coisa que há a fazer é o protesto.
Os canalhas do Congresso estão em pé de guerra. Estava demorando muito essa reação dos velhacos. Há dois anos, foram pegos de surpresa. Só agora entenderam que eles têm de reagir como, digamos, honrados ladrões orgulhosos, que sabem esconder suas cumbucas e mãos grandes. Querem arrasar tudo que o MPF e a PF fizeram, numa onda inédita de eficiência, ao revelar o esgoto político do país, onde nadam esses caretas, esses medíocres criados na sombra. Eles se refazem como rabo de lagarto, liderados pelo Renan Calheiros, camaleão do atraso, lugar-tenente do Sarney. E Renan tem pressa porque, dois dias depois, ele será julgado no STF e pode virar réu.

Eles estão indignados como se defendessem uma cultura: eles continuam achando que um país não se governa com esses inócuos slogans purificadores; para eles, fomos progredindo por séculos de hábitos e cacoetes sagrados, com a doce mistura do público com o privado. Eles pensam: “Esse adultério movimentou nossa história. Como agora vêm esses Moros querendo interromper esse círculo vicioso, mas muito virtuoso?”.
Eles acreditam na beleza do clientelismo, com séculos de formação ibérica, onde um amigo vale mais do que a dura impessoalidade dos cruéis saxões. Eles parecem querer a preservação do imaginário nacional!
Eles nascem nos currais de sua região, escolhidos entre os mais espertos e boçais. Eles buscam captar a alma do pobres diabos sem cultura, mais fáceis de serem enganados. A estupidez vence como uma estranha forma de inteligência, uma rara esperteza para golpes sujos e sacos-puxados. Eles são a covardia, a mentira, a ignorância, uma torta escultura feita de gorjetas, de sobras de campanha, de canjica de aniversários e água benta de batismos. Eles são fabricados entre angus e feijoadas do interior, em favores de prefeituras, em pequenos furtos municipais, em conluios perdidos nos grandes sertões. Para eles, não há o tal de “interesse nacional” — para eles, isso só existe na imaginação de alguns parlamentares metidos a intelectuais, que têm uns frissons de responsabilidade, uns discursos mais acesos, mas logo diluídos na molenga rotina dos quóruns, nas piadas dos saguões, nas coxas de uma secretária que passa. Para eles, só existe o lucro e o poder impune; se não, qual a vantagem de ser político? Até a Anistia Internacional está impressionada com a jogada dessa gente.
Eles querem o impensável — o Congresso julgar o Judiciário. Seria genial, pensam eles, o Legislativo dono do país, para eles roubarem em paz. Eles têm saudade do grande Lula, que fê-los florescer como nunca, desde Cabral.
Eles têm um tempo diferente do nosso. Sabem que os brasileiros vivem angustiados, com sensação de urgência. Mas, para eles, isso é problema nosso: apressadinhos comem cru. Que lhes interessa a pressa nacional? É doce morar lentamente dentro dessas cúpulas redondas, não apenas para maracutaias tão “coisas nossas” — é um vago sentimento de poesia brasileira. Querem apenas saber se seu curralzinho está satisfeito. Eles só desejam exercer seus mandatos com mansidão, pastoreando eleitores, sentindo o frisson dos ternos novos, dos bigodes pintados, das amantes nos contracheques, das imunidades para humilhar garçons e policiais. Detestam que os obriguemos a “governar”. Não é preguiça — porque gastam mil horas em comissões e conchavos tortos —, é por amor ao fixo, ao eterno. Eles têm a fantasia erótica de “ser” a sociedade.
Sua ideia de democracia é um vago amor pelos amigos, um quebranto para a camaradagem, a troca de favores, sempre com gestos risonhos, abraçando-se pela barriga, na doce pederastia de uma sociedade secreta. Eles não dão a mínima bola por serem chamados de “patifes” ou “larápios” — eles têm o prazer narcísico de se sentir superiores a xingamentos, superiores à ridícula moralidade de classe média. Sua única moralidade é vingar-se de inimigos, cobrar lealdade dos corruptores ativos, exigir pagamentos de propina em dia.
Para eles, a efusiva (e hipócrita) amizade é mais importante do que essa bobagem de interesse nacional! O que nós chamamos de “irresponsabilidade” e “corrupção”, para eles é quase a resistência de uma originalidade brasileira.
Por isso, hoje é um dia decisivo.
Os articulistas como minha pobre pessoa não têm mais o que analisar. Está tudo aberto como uma grande galinha destrinchada.
E o dia de hoje é fundamental, não apenas para enquadrar os responsáveis, como também para entendermos que mais importante do que apenas denunciar a corrupção é impedir os terríveis danos ao país que ela promove: descaso pela República e incompetência, como foi na era Lula-Dilma. E já sabemos também que só a pressão da opinião pública pode impedir a dissolução da Operação Lava-Jato. Espero que o Congresso seja cercado pela sólida presença dos brasileiros contra a anistia dos amigos do alheio.
Por isso, perdoem-me o ardor ingênuo de um romantismo militante, perdoem-me erguer o braço e, como um velho revolucionário, berrar: “Avante, povo!”.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Olha o que disseram para o comandante PMERJ na ALERJ.


Hoje na ALERJ manifestantes voltaram suas palavras para o Comandante do policiamento, lembraram que defendia o bandido. Não pude postar o áudio, mas escrevi o que ficou audível.

Coronel Pacheco, eu faço minhas as palavras do colega do DESIPE coronel. O Sr. Não vai ficar ai a vida inteira, o Sr. Tal qual o Comandante Wolney, tal qual o Comandante Ubiratan Angêlo, o Sr. Vai passar coronel. O Sr. Está do lado de uma tropa que não acredita na sua luta coronel. O Senhor está fazendo a segurança de um “cassino” coronel.
O senhor coronel, está recebendo porque nós estamos aqui para que todos recebam em dia.
Coronel, se envergonhe de estar aqui defendendo “jogadores”, isso aqui é um grande cassino!
O senhor é uma ficha, como todos os colegas são, pegaram até “ficha federal”, a “farsa” nacional de segurança. Isso é uma farsa, uma força inconstitucional. Constitucional são as Instituições elencadas no Artigo nº 144 da Constituição Federal, são as polícias militares, as polícias civis, os corpos de bombeiros e as policiais federais. Isso que está ai é “farsa” nacional de segurança.
Então coronel, presta atenção! A sua tropa não acredita na sua luta, o senhor está ai cercado de oficiais, mas o verdadeiro comandante se cerca da tropa, dos seus soldados. Quando o comandante se cerca de oficiais é que ele não confia em sua tropa.


Então presta atenção! Essa cerca vai cair que nem caiu o helicóptero da PM, infelizmente. E nós estamos aqui para honrar aquelas quatro vitimas que estavam lá trabalhando! Eles estavam trabalhando, vocês estão se prestando a fazer segurança de “cassino”! Eles estão jogando com nossas “fichas”, as do senhor e com as nossas aqui, nos somos “fichinhas” lá dentro.
Comandante, quando o senhor chegar em casa, olhar para sua mulher, para sua família, para seus companheiros de farda, tenha muito orgulho dos que estão aqui deste lado, porque se estão recebendo graças a nossa pressão, a nossa posição.
Eles precisam de uma revolução como a de 64, o que está sendo usado agora é pra manter uma democracia corrupta, venal, que é esta que estamos vendo hoje.
Aqui ninguém está incitando nada não, mas que estas cercas vão cair vão cair, o senhor pode ter certeza disso. Pode ter a máxima certeza disso.
A sociedade vai se mobilizar, os colegas vão se mobilizar e nos dias das votações nós estaremos aqui sim. O senhor pode estar em casa, mas nós estaremos aqui.
O senhor vai ser PM a vida inteira, pode estar reformado, então presta atenção! Não é recado não, é aviso! A “guerra” vai continuar sim, aqui ninguém tem medo de nada. Nós estamos na nossa razão, estamos defendendo a razão de todos.



Fortuna de Fidel Castro estimada em cerca de 900 milhões de doláres

Em 2006, a revista americana 'Forbes' colocou Fidel em sétimo lugar na lista de governantes mais ricos do mundo.
O ex-ditador cubano Fidel Castro, olha para a multidão durante manifestação em Córdoba, na Argentina, em julho de 2006.
Apesar de não demonstrar sua afeição pelo luxo, o ex-ditador cubano Fidel Castro, que morreu na última sexta-feira (madrugada de sábado em Brasília), teve sua fortuna estimada em 900 milhões de dólares (2,97 bilhões de reais). O valor foi avaliado em 2006 pela revista americana Forbes, que o colocou em uma lista de governantes mais ricos do mundo.
Há dez anos, a publicação financeira considerava que Fidel era o sétimo governante na lista de presidentes, ditadores e monarcas mais endinheirados. Segundo a Forbes, a fortuna do ditador cresceu abruptamente em pouco tempo, uma vez que a estimativa de sua fortuna em 2003 era de 110 milhões de dólares. O dinheiro teria relação com seu poder em uma série de empresas que eram de propriedade do Estado cubano.

Fidel não "demonstrava" afeição pelo luxo, mas seus filhos..........Adoram e não escondem isso.

Notem bem, a fortuna de Fidel cresceu vertiginosamente a partir de 2003, coincidentemente após o PT alçar o governo do Brasil. O desenrolar dessa história todo mundo já conhece, né? Porto de Mariel, médicos cubanos e outras remessas de nosso dinheiro para diversos ditadores pelo mundo afora.

DESABAFO DE UMA ADVOGADA NA AUDIÊNCIA EM DEFESA DA PM

DESABAFO DE UMA ADVOGADA EM AUDIÊNCIA, ONDE PMS MATARAM 12 CRIMINOSOS DURANTE TROCA DE TIROS NA BAHIA, OUÇA O ÁUDIO
Estas foram as armas usadas pelos bandidos
Desabafo de uma advogada em audiência, onde PMS mataram 12 criminosos durante troca de tiros na Bahia. Direcionados ao judiciário hipócrita, imprensa e sociedade maldita.


O fato aconteceu na Vila Moisés, Estrada das Barreiras, no bairro do Cabula, em Salvador, na madrugada de sexta-feira do dia (6) de fevereiro de 2015. 

A PM informou que dois suspeitos permaneciam internados em estado grave no Hospital Geral Roberto Santos. Um terceiro levado à unidade de saúde recebeu alta médica. Um sargento da Polícia Militar foi atingido de raspão na cabeça, mas foi socorrido e teve alta médica.
Segundo a Polícia Militar, o tiroteio aconteceu após policiais receberem a informação de que um grupo planejava roubar um banco na região. A PM afirma que, ao chegar ao local, a viatura das Rondas Especiais (Rondesp) foi recebida a tiros por cerca de 30 assaltantes. Após um sargento ser atingido, os policiais entraram em confronto com os bandidos.

Ouça o áudio, tudo que esta advogada fala tem que ser válido para todo o Brasil.


A Polícia Civil informou por volta das 10h da sexta-feira 01/02, que as armas dos policiais foram entregues espontaneamente por eles e iriam passar por perícia. Os militares também iriam prestar depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) naquela sexta. Três delegados participam das investigações.
De acordo com a Polícia Civil, com os suspeitos foram encontradas revólveres e armas de grosso calibre, como espingarda, além de cinco coletes de camuflagem utilizados pelo Exército.

General fala que INTERVENÇÃO MILITAR não está descartada


General fala que INTERVENÇÃO MILITAR não está descartada como opção.

não julgo ser errado incluir a intervenção militar no rol dos recursos disponíveis para a reversão do caos político…

O texto abaixo publicado passou despercebido, ou foi ignorado de propósito por adversários e adeptos da chamada “intervenção militar”. Acompanhamos a gênese e crescimento do movimento intervencionista no BRASIL. Como sempre aqui foi dito, acreditamos que o grupo têm o direito de externar sua opinião sobre a solução que acreditam ser a mais adequada para nosso país. Contudo, a experiência adquirida durante esse tempo tem nos mostrado que parcela minoritária – mas barulhenta – desse grupo, faz com que o TODO perca muito em status e credibilidade diante da sociedade justamente por descartar conselhos e críticas construtivas, chamando de comunista, melancia ou coisas do gênero qualquer um que não concorde 100% com seus métodos.
O texto a seguir, da lavra de um General de Brigada, publicado ha alguns dias, é extremamente construtivo e reflete o pensamento de grande parte dos militares do BRASIL. Notem que o GENERAL adjetivou de PATRIOTAS e usou o termo ocupação quando se referiu àqueles que foram chamados de vândalos e invasores por alguns.

Como disse em outros textos, não julgo ser errado incluir a intervenção militar no rol dos recursos disponíveis para a reversão do caos político, econômico, social e moral que se alastrou pelo Brasil. Por outro lado, considero grave equívoco precipitar o emprego do último e definitivo recurso da Nação.


Apreciação sobre a ocupação patriótica da Câmara dos Deputados

Caros amigos
Durante a vida, tenho adotado três atitudes principais como premissas de comportamento: não trair minhas convicções, não me omitir diante do que devo opinar e não ter vergonha de admitir meus erros.
Assim, acompanhei pelas mídias sociais a convocação e as atividades do grupo de patriotas que advogam pela intervenção militar como solução para os problemas de toda ordem que estamos a enfrentar no Brasil e tomei conhecimento, através da televisão e do rádio, da sua tumultuada ocupação do Plenário da Câmara dos Deputados.
Aprendi, por força da profissão, a avaliar com cautela os resultados das operações – o que os militares chamam de APA, Análise Pós Ação – e tirar delas os ensinamentos necessários à evolução pessoal e profissional.
É o que faço, iniciando por dizer que não são poucos os civis que se referem positivamente ao período do regime sob mando de militares, particularmente aqueles que o viveram honestamente e que podem compará-lo com o que vivemos hoje. Sinto-me, como Soldado, sempre lisonjeado quando alguém me diz que aqueles tempos deveriam voltar. É o reconhecimento de uma atitude desassombrada da geração do meu pai, herdada pelas que a sucederam com o compromisso revolucionário de não permitir que o Brasil deixasse de ser uma democracia.
A Revolução de 1964 foi desencadeada de forma espontânea, dispersa e sem planejamento estratégico militar. Logrou êxito em virtude do prestígio e da competência das lideranças revolucionárias, das convicções anticomunistas das Forças Armadas e da vontade do conjunto da sociedade brasileira. Do fato em si e da luta armada que o seguiu, promovida pelos que viram frustrados os seus objetivos liberticidas, as FFAA tiraram lições táticas e estratégicas, consolidaram seu comprometimento com a democracia e compreenderam que, para assegurá-la, seria preciso acompanhar de perto a conjuntura política, traçar planos de emprego e estar preparadas para executá-los na condição de último recurso da Pátria, para que a sua ação não seja, outra vez, confundida com quartelada ou golpe militar.
Pedir uma intervenção das FFAA, neste momento, é um direito de todos os patriotas que perderam a confiança nas instituições republicanas e no poder da vontade popular, mas, ao mesmo tempo, é uma demonstração de descrédito no discernimento, no conhecimento, na sensibilidade e no sentido de oportunidade daqueles a quem chamam para assumir o poder.

Durante a ocupação do Plenário, foi aclamado o Juiz Sérgio Moro, admirável sustentáculo do direito, da justiça e da moralidade, será que ele estaria abdicando do exercício exemplar e corajoso da magistratura para apoiar a via intervencionista militar como forma de por na cadeia tipos como os que, no dia seguinte à manifestação, foram hospedados em Bangu-8? Não creio.
Quanto à pauta reivindicatória do grupo, excetuando a convocação militar, é importante dizer que coincide com a dos demais patriotas brasileiros que se empenham em outras vias para implementá-la. E aqui, abro mão, oportuna e momentaneamente, da reciprocidade que me imponho de ignorar o Professor Olavo de Carvalho, para citá-lo quando diz que “a esperança de resolver tudo de repente por um golpe espetacular é sinal de fraqueza”, e que, “sem um longo ‘trabalho de base’, como o chamam os comunistas [em todos os lugares em que eles estão infiltrados], nem as Forças Armadas em peso podem levar [em definitivo] este país a dias melhores”.
Outro aspecto a ser considerado nesta APA é que a tática de ocupação em massa utilizada pelo grupo patriótico foi a mesma usada pelo MST e congêneres para invadir prédios públicos, aí incluído o próprio Congresso Nacional, como aconteceu em 2006, sob a liderança do comunista Bruno Maranhão, o que, a partir de agora, salvo outro juízo, torna incoerente a condenação de atos semelhantes quando praticados pelas forças da anarquia.
Finalizo esta breve apreciação pessoal afirmando que, como militar, sinto-me prestigiado com a convocação do grupo de patriotas que ousou ocupar o Plenário da Câmara para fazê-lo. Como disse em outros textos, não julgo ser errado incluir a intervenção militar no rol dos recursos disponíveis para a reversão do caos político, econômico, social e moral que se alastrou pelo Brasil. Por outro lado, considero grave equívoco precipitar o emprego do último e definitivo recurso da Nação.
Empregar as FFAA enquanto estamos progredindo bem com outras peças de manobra é, de fato, um grande equívoco, assim como também é por em dúvida o seu comprometimento constitucional, a sua subordinação ao interesse da Pátria e a sua competência para acompanhar e interpretar a conjuntura, imaginando-as incapazes de, por si próprias, conhecer o momento oportuno para agir e prevenir danos maiores à democracia.
Seja como for, é sempre gratificante para os Marinheiros, Soldados e Aviadores saber que continuam a deter os mais altos índices de confiança da maioria do povo a que servem.

General de Brigada Paulo Chagas



segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Esquema empresarial de corrupção de Cabral incluía até um “banco paralelo”


Vencida a fase mais ostensiva da Operação Calicute, quando mais de 200 agentes da Polícia Federal saíram às ruas de quatro cidades, na quinta-feira, para prender os dez principais envolvidos no esquema de cobrança de propina supostamente comandado pelo ex-governador Sérgio Cabral, os investigadores pretendem agora esmiuçar o braço financeiro do grupo. Eles estão convencidos de que Cabral e seus parceiros contavam com um “banco paralelo” para movimentar o dinheiro da corrupção. Esse papel era desempenhado pela transportadora Trans-Expert Vigilância e Transporte de Valores, que tinha um cofre no bairro de Santo Cristo, no Rio, usado para guardar e distribuir o dinheiro do grupo.
A descoberta do “banco paralelo”, livre do sistema público de controle das atividades bancárias, surpreendeu os agentes da Delegacia de Repressão à Corrupção e a Crimes Financeiros (Delecor), que até então desconheciam esse modelo de operação clandestina.
Para desvendá-lo, a PF criou uma operação específica, a Farejador, que encontrou pelo menos três indícios que vinculam a transportadora a Cabral: um total de R$ 25 milhões em repasses da Trans-Expert para uma empresa ligada a Cabral; a apreensão de declarações de renda da ex-primeira-dama Adriana Ancelmo na empresa; e uma possível guarda de dinheiro para o ex-secretário de Obras Hudson Braga, um dos nove presos ao lado de Cabral.

GLOBOSTA em ação.

O Fantástico de domingo, dia 27 de novembro de 2016, ultrapassou todas as expectativas. 


Nem o canal estatal cubano terá coragem de apresentar uma imagem mais falsa, romântica e fabricada do tirano que, em 50 anos de poder ditatorial, tornou-se o maior assassino da História das Américas. São números incontestáveis que fundamentaram esse titulo nada invejável. 



Estou convencido que no próximo domingo, a GLOBO pedirá a “canonização” de Fidel. Afinal, o amante de crianças, de mulheres, de agentes secretos, de sequestradores de aviões capitalistas, de novelas globais, de basquete e de beisebol, o magistral orador que distribuiu a miséria por todo o povo cubano, o garoto propaganda do comunismo internacional precisa ser eternizado como herói e santo.


E saber que estes mesmos jornalistas têm o descaramento de se dizerem democratas e de criticar ferozmente a  repressão e a censura no regime militar brasileiro. Repito: Gostaria de ver a Rede Globo como um canal cubano. É muito cinismo e uma lamentável incoerência que escurecem ainda mais a perspectiva de futuro do Brasil.



General Heleno

A paz no Rio de Janeiro depende da coragem política para destruir o inimigo!


Caros amigos
Repito, pela terceira vez, que nenhuma guerra pode ser vencida sem a definição precisa dos seus objetivos e sem a coragem e a determinação para, dentro dos limites da necessidade, empregar a força, em todas as suas gradações, para conquista-los.
O estado de paz, antítese do estado de guerra, só pode ser obtido pela prevenção, pela dissuasão ou pela destruição física do inimigo quando este não puder ser desarmado e submetido à vontade do vencedor.
O que ocorre no Rio de Janeiro, com relação à Segurança Pública, é, portanto, um estado de guerra!
Uma guerra que precisa ser vencida para que se estabeleça a paz em bases definitivas, claramente definidas e dominadas pelo vencedor.
O que se viu até agora foi a negociação de um falso “clima de paz” em bases frágeis de garantias dissuasórias, isto é, em inferioridade de condições em relação ao inimigo, ou seja, nas condições estabelecidas pelos criminosos, por intermédio de seus aliados no poder político do Estado!
       Beiramar diz que política dá mais dinheiro no mundo do crime
Para que a pacificação seja negociada em bases sólidas, definitivas, é preciso, antes de mais nada, subjugar, derrotar e, se necessário, destruir o inimigo e, paralelamente, neutralizar e destituir do poder todos os seus aliados, aí incluídos grande parte da imprensa, os políticos da esquerda subversiva e os governantes comprometidos, todos covardes, corruptos, enganadores e oportunistas que só fazem criar condições para desmoralizar as Forças Policiais e dar liberdade e incentivo à ousadia dos criminosos!
O emprego do Exército no Rio de Janeiro nunca foi “pacificador”, porquanto não lhe foi permitido impor-se aos bandidos quando submeteu-o a regras de engajamento que, de antemão, tratavam o inimigo como vítima e não como algoz, o que fortaleceu o seu moral a cada “pacificação” e a cada retorno vitorioso às comunidades desocupadas.
Em resumo, enquanto imperar o desinteresse ou o medo de assumir a responsabilidade “politicamente incorreta” pelos efeitos colaterais da guerra, não haverá vitória, ou seja, enquanto esta guerra não for tratada como guerra, não haverá paz!
Qualquer coisa diferente disso é enganação, politicagem, medo e hipocrisia, não é solução e, caso uma atitude radical e definitiva não seja adotada agora, haverá o risco evidente de que a situação do Rio de Janeiro se espalhe para outros estados da federação.
Estou, infelizmente, convencido do que digo!
General Paulo Chagas

domingo, 27 de novembro de 2016

Policiais se reuniram abraçados para louvar a Deus

Policiais louvam a Deus após morte de PMs no Rio.
Policiais se reuniram abraçados para louvar a Deus, mesmo diante da morte dos PMs provocada pela queda do helicóptero nos arredores da Cidade de Deus, Zona Oeste do Rio.




Policiais se reuniram abraçados para louvar a Deus, mesmo diante da tragédia que marcou o Rio de Janeiro no último sábado (19). A queda de um helicóptero do Grupamento Aeromóvel da Polícia Militar nos arredores da Cidade de Deus, Zona Oeste do Rio, terminou com a morte de quatro policiais militares.
O vídeo que registra o momento de adoração foi publicado no domingo (20) pelo Primeiro Tenente na Polícia Militar do Estado de São Paulo, Guilherme Derrite.
"Diante de tantas perdas, nossos guerreiros da Polícia Militar do Espírito Santo (PMES) encontraram na música e louvor a Deus a força para continuarem na caminhada", disse o tenente ao publicar o vídeo em sua página no Facebook.
As imagens mostram policiais abraçados, formando um círculo. Juntos e com notável afinação, eles cantam a música "Descansarei", versão em português da canção "Still", do pastor de adoração da Hillsong Church, Reuben Morgan. O vídeo já registrou mais de 2,3 milhões de visualizações.

Confronto
Segundo informações do Posto de Policiamento Comunitário da Cidade de Deus, a aeronave atingida dava apoio a uma operação policial realizada na região para tentar pôr fim a um confronto entre criminosos.
Ainda não se sabe se o helicóptero sofreu uma pane ou foi atingido por traficantes. Embora a queda tenha ocorrido em meio a uma troca de tiros entre policiais e criminosos, a principal hipótese é que a aeronave tenha sofrido uma pane. Segundo o Instituto Médico-Legal, os policiais morreram devido à queda e não foram atingidos por nenhum disparo.
O acidente resultou na morte do major Rogério Melo Costa, 36, do capitão William de Freitas Schorcht, 37, do subtenente Camilo Barbosa Carvalho, 39, e do sargento Rogério Felix Rainha, 39.
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