quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

E os Brasileiros? O que estão fazendo?


A Lava jato por si não terá condições de punir exemplarmente os corruptos que dilapidaram o patrimônio público do Brasil por décadas, o processo legal é moroso e sujeito a um sem números de apelações. O retorno do que foi roubado também é um processo moroso e difícil que pode perdurar por anos e até sem resultados. Afinal, quem fez e faz as Leis que os podem acusar/condenar/absolver foram/são os mesmo hoje acusados. Mas para que serve então a Lava jato? Ela está servindo, desde seu início em 2009, para apontar culpados e os inviabilizar perante os eleitores brasileiros nas próximas eleições. O resultado será mérito ou culpa do eleitorado.


Poxa, os militares podiam intervir! Errado! Quem fez a merda que conserte! Mas os militares estão ajudando em muito neste cenário, dando ao povo Brasileiro uma chance de se regenerar do veneno comunista que lhe foi injetado por décadas e hoje sabemos as consequências.

Fala-se em fraude nas urnas. Sim, é possível que tenha acontecido, como também há a suspeita que a queda do avião de Eduardo Campos, forte concorrente nas eleições presidenciais passadas, não foi um acidente. Se houve fraude nas urnas ela aconteceu entre eles, já que não tínhamos candidatos de Direita. Lembrem-se! Num universo de 144 milhões de eleitores no Brasil, somente 99,4 milhões votaram, elegendo Dilma com 55,7 milhões de votos. Isso teve alguma fraude contra a Direita? NÂO! A maior fraude será se os 44,6 milhões de eleitores de Direita que se abstiveram, votaram em branco ou nulo em 2014, fizerem o mesmo em 2018 com um candidato realmente de Direita concorrendo à Presidência do Brasil.

Mesmo se houver essa possibilidade de fraude, o que eu acho difícil que ocorra em 2018, não subestime a inteligência de nossas Forças Armadas, que já se pronunciaram a respeito e quem sabe entender, entendeu. Não existem “hackers” só no mundo da corrupção, os melhores estão à serviço dentro das Forças Armadas.

Neste aspecto, os de Direita, se realmente os são, prestam um desserviço a Nação quando lançam falsos argumentos e acusações contra candidatos que disputarão as eleições de 2018 e possuem um perfil digno para isso, mesmo na Contra Revolução de 64 os políticos foram peças fundamentais para que o General Mourão Filho desencadeasse suas ações, destacando-se Magalhães Pinto, Adhemar de Barros, Carlos Lacerda e até Juscelino Kubitschek de Oliveira. Uns com participação mais efetiva e outro como voz apaziguadora. 


Não criem caos para deixar a opinião pública confusa! Existe um grupo não muito diferente dos petistas com relação à estratégia de desinformar, composto pelos “intervencionistas”. Eles querem que a população acredite na inevitabilidade da intervenção externa, de modo a impor um gestor mais confiável no comando do país. Sim, aqueles que pedem a intervenção militar conspiram contra o Brasil também. Ao serem liderados por pessoas sem conhecimento de causa, acabam se igualando aos petistas e seus satélites. Promovem discursos do tipo “fora todos”, inclusive agora contra Bolsonaro, com certeza de olho no pleito de 2018. Enquanto isso, a cúpula militar pede clima eleitoral tranquilo…


A ética dos que não têm ética


Por Carlos Arouck
Hoje vou começar o meu texto citando Andrew Breitbart "A luta é contra eles, eu vou apoiar qualquer candidato de direita, não importa, é nós contra eles. Se você não apoia nossos candidatos, você é uma vergonha para nosso lado. Se você não ajuda nosso lado por ter restrições ao candidato, você está do lado deles." É assim que funciona a máquina de desinformação que está em pleno vapor nas mídias tradicionais e principalmente nas redes sociais. No Brasil, os conservadores estão vencendo a batalha da informação e a batalha das virtudes. Aos poucos, conseguem reagrupar as famílias e com isso ganham força para realizar a contra revolução cultural, necessária por evitar que a esquerda continuasse impondo suas verdades goela abaixo do povo brasileiro, sem contrapontos.

A ciberguerra intensifica a guerra informacional. Algumas matérias jornalísticas são baseadas totalmente nos números falsos divulgados por institutos de pesquisa sem comprometimento com a ética e a transparência. Um exemplo atual é o do condenado Lula na frente das pesquisas sobre intenção de voto, com o intuito de transformá-lo em perseguido político ou mesmo em validar uma possível fraude eleitoral em 2018. Por vezes, essas pesquisas de opinião mostram, de forma variada e sem consistência científica, valores muito diferentes da realidade. 

Outro exemplo são aqueles que entram nas redes sociais com o intuito de cometer qualquer tipo de crime, os mais comuns são o racismo e a difamação. Esses criminosos virtuais querem chamar a atenção pois a seguir vinculam seu post aos apoiadores de uma personalidade política, como Jair Bolsonaro. Para fechar o ciclo da manipulação, a mídia tradicional, aqueles engajados em desinformar, destacam em letras garrafais a veracidade do fato não comprovado, uma forma de tentar atestar a veracidade sem que qualquer verdade realmente resida no fato. Os apoiadores de Bolsonaro, no caso, ficam mal vistos e com a pecha de serem todos racistas e homofóbicos graças a estratégias desse tipo.

Não é de hoje que os artigos mais conservadores estão sob ataque. Podemos constatar a entrada de pessoas em grupos conservadores interessadas apenas em desqualificar e debochar do discurso da direita ou postar nesses grupos propaganda da vitória do Lula no próximo pleito, por exemplo, além de outras matérias importantes para a causa dos desinformadores. Uma coisa em comum que tais postagens da esquerda têm é o recorrente apelo à ética. Impressionante como o novo despertar da ética no Brasil se tornou contagiante. Esse valor aparece em todo cibertexto da esquerda, talvez para compensar a falta da mesma na vida real. 

Eles clamam pela ética em uma tentativa de esconder a própria falta dela. Destacam fatos que ferem a moral do povo ligados a outros partidos e políticos não por se sentirem indignados. Longe disso! Fazem isso de caso pensado, para desvirtuar o foco da opinião pública de si próprios e livrar os seus da condenação moral pelos cidadãos. Como se os malfeitos de uns pudessem anular os de outros. Chamam a atenção para a prisão de alguém do PMDB visando cair no esquecimento o pedido de prisão contra notório político petista.

A meta final da operação em curso é reabilitar eleitoralmente o PT. O Partido dos Trabalhadores, você lembra? Esse mesmo, aquele que assaltou e quebrou o Brasil e tenta até o fim jogar a culpa nos outros, no presidente interino, no eleitor que ainda não nasceu. O novo ataque, o escolhido da vez, é o Diretor-Geral da Polícia Federal recém empossado por Temer. Leva a pecha de que sua finalidade é acabar com a Lava Jato, que nem mais se encontra no âmbito da PF, além de proteger o Presidente. Os controladores da informação tentam a todo custo expor o novo Diretor da Polícia Federal, inclusive sua sua vida familiar, sem escrúpulo nenhum, aparentemente numa tentativa de obter um salvo-conduto, um milagre, a salvação divina… Estabelecem aliança espúria com a mídia para continuar conspirando contra nossa nação. Até quando vão continuar a confundir e mentir?

O importante para essa gente é criar o caos e deixar a opinião pública confusa. Existe um grupo não muito diferente dos petistas com relação à estratégia de desinformar, composto pelos intervencionistas. Eles querem que a população acredite na inevitabilidade da intervenção externa, de modo a impor um gestor mais confiável no comando do país. Sim, aqueles que pedem a intervenção militar conspiram contra o Brasil também. Ao serem liderados por pessoas sem conhecimento de causa, acabam se igualando aos petistas e seus satélites. Promovem discursos do tipo “fora todos”, inclusive agora contra Bolsonaro, com certeza de olho no pleito de 2018. Enquanto isso, a cúpula militar pede clima eleitoral tranquilo…

E eu e você o que fazemos em meio a tantas armadilhas? Como perseverar na luta cívica contra a corrupção sem ser iludido e enganado pelos que desejam, a todo custo, santificar Lula e eximir de culpa os envolvidos na Lava Jato? Talvez a resposta melhor que possamos dar ocorra somente em 2018, por meio do nosso voto.

Termino citando a Síndrome von Stauffenberg que está progredindo para um número cada vez maior de conspiradores. “Uma Conspiração deixa de ser Conspiração, se der certo.”


Somos todos primeiros de turma!

Somos todos primeiros de turma!


Entre em qualquer “Base Aérea”; visite qualquer “Pelotão de Fronteira”; “adentre” qualquer unidade do Exército, Marinha ou Aeronáutica, que encontrarão tudo limpo; tudo funcionando; tudo na mais perfeita ordem e disciplina, por mais “sucateadas” que estejam as nossas Forças Armadas. Visite qualquer cidade “Americana”, e lá vocês encontrarão tudo limpo: - - “Keep Chicago Clean”! 

Tudo parecido com as nossas unidades militares, muito embora os “USA” não estejam sucateados, nem nas mãos de bandidos, como estamos por aqui.

Ninguém ouve mais falar no Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (FUNRURAL), criação dos militares. Muito mais justo; muito mais perfeito, muito mais sem os vícios dessas famigeradas “Bolsas-Esmolas”, a maior compra de votos existente neste mundo dito civilizado. 

Ninguém ouve mais falar nos “Conjuntos Residenciais” dos tempos da “Ditadura”. Comparem com essas verdadeiras favelas dos atuais conjuntos, todos caindo aos pedaços, e vocês poderão então avaliar melhor o que seria do Brasil se ainda nas mãos dos “Ditadores”. São tantas as comparações que poderíamos fazer! Mas não fiquem pensando que queremos a nossa volta, e dar a volta por cima; não! Nem pensar! 

Mas o que eu gostaria de dizer é que esses nossos “artistas”, esses nossos “intelectuais”, esses que fizeram suas camas durante a “ditadura”; esses que se apossaram da grande mídia; esses que hoje estão ricos, riquíssimos, e que, com medo da nossa volta, ratos com medo de gatos, não se cansam de solapar, de denegrir a imagem das nossas Forças Armadas; a “esses” todos gostaríamos de lembrar que, queiram ou não queiram, somos a reserva moral do Brasil; somos e continuaremos sendo como sempre fomos o braço armado e amigo que todo brasileiro deve, pode e poderá sempre confiar!

José Agostinho Maciel

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Nossa sociedade se faz de vitimada.


Intervencionistas que clamam por uma ação de nossas Forças Armadas que nos tirem da atual situação em que nos metemos, desconhecem a própria história que exigem que seja outra vez retomada.


Um “intervencionista” desqualifica um Parlamentar que em seu discurso faz referencia a necessidade de uma Intervenção Militar, já que o Parlamento está tomado por bandidos que só se interessam em locupletar do erário público em detrimento das necessidades da Nação. O “intervencionista” em questão é, segundo ele diz, militar reformado, há pouco tempo em manifestações nas ruas. O citado Parlamentar é Cabo do CBMERJ e na ATIVA, arriscou seu emprego para se lançar em acusações contra o governador Sergio Cabral, hoje preso. Não vou adentrar no mérito do Cabo Dacciolo, mas ele é um Parlamentar e, como em 64 tem todo o direito de se manifestar sobre este assunto.

Já os “intervencionistas”, que renegam de todas as maneiras os políticos, devem estudar com mais afinco a História e vislumbrar que o principal personagem do Contra Golpe de 64 só o fez por ter apoio de vários políticos da época.

Somos mesmo vitimas de políticos ou de nós mesmos que os eternizamos no Poder? Eleição vem, eleição vai e eles continuam lá. Sei é que “intervencionistas” ou não clamam por uma ação das Forças Armadas que os tirem dessa situação e a qualquer pronunciamento do segmento militar indicando o caminho, os taxam de só saberem falar e nada fazerem. Ora, o problema é nosso, eles nos protegem em nossas decisões! As decisões nós é que temos de tomar! Parem de achar culpados, eles estão diante dos espelhos em que nos miramos.


O Contra Golpe de 64 que teve o grande General Mourão Filho como personagem, não seria possível sem os políticos coadjuvante que também atuaram naquele cenário.


Figuras políticas foram importantes na decisão do General Olímpio Mourão Filho, a citar Magalhães Pinto, Adhemar de Barros, Carlos Lacerda e até Juscelino Kubitschek de Oliveira. Uns com participação mais efetiva e outro como voz apaziguadora.
Link: RVChudo

"Se tiver que haver, haverá! Por enquanto NÂO!

Dentro de nossa realidade atual, não se admite a tomada de Poder como algumas “lideranças” de movimentos intervencionistas sugerem, eles se esquivam de ouvir a história, não admitem a verdade, censuram os que ousem falar a verdade; ou seja, tornaram-se um desserviço à Pátria!




Coronel da FAB é detido por defender “intervenção cívica”

A “detenção” é ainda uma punição administrativa, mas ele também será alvo de uma sindicância que pode levar à abertura de inquérito militar.

O coronel-aviador Mauro Rogério, do Estado Maior da Aeronáutica, foi punido com quatro dias de detenção pelo comandante Nivaldo Rossato.
Rogério lidera o Movimento Brasil Futuro e tem postado vídeos (veja abaixo) na internet em que fala da crise política, comenta as declarações do general Mourão e defende o que chama de “intervenção cívica”.

“Não tem mimimi. Urge estarmos aqui de maneira colaborativa para construirmos desde já uma alternativa real, necessária, que passa pela única intervenção possível no momento: a cívica.”

Segundo o coronel, “loucos de plantão parecem estar rasgando a Constituição a todo instante”. “Nada é tão ruim que não possa piorar.”
A “detenção” é ainda uma punição administrativa, mas ele também será alvo de uma sindicância que pode levar à abertura de inquérito militar – com risco de ser condenado a até 18 meses de prisão.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

“COM A PALAVRA A SOCIEDADE”


Não é necessário ser vidente, muito inteligente ou entender de análises políticas para saber que 2018 será um ano de enormes desafios, em todos os sentidos, isso se ficarmos só por aí. As pré-campanhas eleitorais de candidatos ainda incertos e alguns, altamente, improváveis vêm deixando claro que há perigoso radicalismo e indisfarçável ódio disseminados no seio de uma sociedade partida, uma vez que grande parte dela não consegue, por desinformação, aceitar a crua realidade dos fatos, enquanto outra, por variados motivos, simplesmente se recusa. Ainda ontem, o Ministério Público Federal devolveu aos cofres da Petrobrás a quantia de 650 milhões de reais que lhes foram roubados e que correspondem apenas a uma pequena parte do total desviado da nossa maior empresa. Que mais faltaria para escancarar o assalto de que somos vítimas?

Há muitos pretendentes a seguir na vida pública que têm contas a ajustar com a lei por força desses gravíssimos crimes praticados contra a Nação e muitos outros, eternos oportunistas hipócritas, à sombra deles, todos juntos, dispostos a tudo, mas tudo mesmo, para reviver a era que culminou com o impeachment de uma presidente e que levou o País à situação caótica que hoje vivemos.

É bem verdade que o que veio pós-impedimento da primeira mandatária petista, nem de longe correspondeu ao que necessitávamos, sobretudo nos aspectos ético e moral, para a retomada do destino do Brasil que nós, os homens de bem, tanto sonhamos.

Se houve algum progresso no reajuste da economia que andava em frangalhos, no meio político, parece inequívoco que até soaram mais escandalosos os casos de corrupção praticados por homens públicos nesse período, como revelado com tanta clareza pela Operação Lava Jato.

A Justiça, de quem deveríamos esperar posições firmes, duras e definidas contra esses cínicos bandidos do colarinho branco tem entre seus membros, nitidamente, parcela de juízes que mais parecem agir como seus aliados, sobretudo no seu mais alto escalão, o Supremo Tribunal Federal. Está dividido, fica muito claro, ao vivo e em cores, ou por motivações ideológicas ou outras até mais inaceitáveis entre magistrados. Basta observar as votações. Dois grupos quase que definidos em permanente oposição, cujas decisões apresentam pouco comprometimento com os reais interesses da sociedade. Muita desfaçatez expressa, e raramente se faz a justiça que ansiamos e que necessitamos diante de tanta sujeira. Diluem-se nossas esperanças de chegar às eleições de 2018 com um rol de candidatos ao menos palatáveis.

Vai ser dura a luta, não tenhamos dúvidas, mas vai ser a sociedade quem terá de enfrentá-la, reunindo força, determinação e seu poder legítimo para negar a volta aos tempos do Mensalão, ou que se frustrem os esforços dos valentes juízes de Curitiba para levar a termo a Operação Lava Jato. Temos que caminhar para diante, rejeitando novo governo de qualquer dos envolvidos nesses esquemas. E podem crer, há muita gente à espreita, tanto na linha de frente, em busca da inexplicável impunidade pelos crimes praticados como dos impudentes que disso se beneficiariam.

Muitos poderão alegar que as outras candidaturas disponíveis não são também aquelas que sonharam. Paciência, mas a volta de implicados no Mensalão, na Lava Jato ou em qualquer outro esquema criminoso não se constitui alternativa. Seria, simplesmente, o reconhecimento e aceitação de viver num estado bandido.

Gen Gilberto Rodrigues  PimentelPresidente do Clube Militar

Aviso aos Patriotas!


Após assistir e rever o vídeo da palestra do Gen. Mourão do dia 07/12, no auditório do Clube do Exército de Brasília, uma coisa ficou bem clara.

A mensagem dada é que o Exército continuará a proteger seu povo, mas o caminho que se descortina para as mudanças necessárias será o da Democracia e o das eleições.

Aqueles que se dizem Intervencionistas, que ficam falando que só querem a Intervenção Militar e que não votarão nas próximas eleições, precisam rever suas posições. O próprio Exército tem dito que o caminho é o da via eleitoral.

O General Mourão vai para a reserva em futuro bem próximo e é um homem de “portas abertas”, ou seja, vai estar presente em nosso cenário político SIM!


Está na hora dos PATRIOTAS que são contra o voto e as eleições repensarem, não o fazendo, estão se colocando contrários aos pensamentos e planejamentos de nossas Forças Armadas. Persistir nessa “birra” de “só quero intervenção” é infantil, visto que as FFAA sinalizam outra coisa.

A continuar nesse caminho de condenar TODOS os candidatos, inclusive os de Direita, honrados, honestos e os militares, estarão prestando um desserviço às Forças Armadas, que deixaram bem claro que pretendem que hajam muitos candidatos militares no ano que vem, nas duas esferas em disputa eleitoral, Executivo e Legislativo.

Passou da hora da Direita se unir e se organizar, ao invés de criar divisões e separatismos!


José Eduardo Lima

Não vai haver Intervenção Militar!


Não vai haver Intervenção Militar! E não vai haver pelas razões que muita gente considera reais.

O Exercito não está infiltrado de comunistas, o Comandante do Exercito não é melancia, o Exército é Patriótico, o Exército só trabalha em prol da população e, no meu entender, ele tem muito mais informações para decidir do que aqueles que querem que eles decidam o que eles querem.

O Exército tem muito mais informações do que qualquer um de nós e, como eu sei que ele sempre trabalha em prol do País, ele está evitando a Intervenção Militar para não transformar esse nosso Brasil numa bacia de sangue.

Os militares estão prontos para modificar o nosso Brasil a partir das eleições.


Coronel Enio Fontenelle

Não vai haver Intervenção Militar, não nos moldes de 64. Estamos no século XXI e existem meios para que a Intervenção aconteça de forma democrática, com o exercício do sufrágio nas urnas, sejam elas eletrônicas ou não.
Nossas Forças Armadas são as Instituições de maior confiabilidade e se prepararam tecnologicamente para qualquer tentativa de adulteração de resultados da vontade popular.

domingo, 10 de dezembro de 2017

Mourão defendeu candidatura de Jair Bolsonaro


Após afirmar pela segunda vez em menos de três meses a possibilidade de que as Forças Armadas pudessem realizar uma intervenção militar na crise política do país, o general Antonio Hamilton Mourão foi retirado do posto de secretário de Economia e Finanças do Exército. O comunicado foi feito pela instituição neste sábado (9), segundo a Folha de S.Paulo.

Na última quinta-feira (7), durante no Clube do Exército, em Brasília, organizada pelo grupo "Terrorismo Nunca Mais", Mourão reiterou o discurso de três meses atrás, de que os militares poderiam agir "dentro da legalidade" se o "caos" se instalasse no país e que, neste caso, as Forças Armadas teriam papel "moderador e pacificador".

Mourão, que não poupou críticas aos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff e ainda acrescentou que o governo de Michel Temer se tornou um "balcão de negócios", defendeu, diante do público, a candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro, que é militar da reserva do Exército, como "um homem que não tem telhado de vidro". "Olhamos com muito bons olhos a candidatura do deputado Bolsonaro".
Segundo o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, que na primeira ocasião havia amenizado as críticas políticas de Mourão, a instituição vai apresentar o pedido de movimentação de Mourão para o cargo de adido na Secretaria-Geral do Exército ao ministro da Defesa, Raul Jungmann, "para encaminhamento" ao presidente Temer.
Em 2015, após críticas à ex-presidente Dilma Rousseff, Mourão foi exonerado do Comando Militar do Sul, em Porto Alegre, para o atual posto na Secretaria de Economia e Finanças, em Brasília. 

Como noticiado em vários informativos, o General Mourão está como “ADIDO” na Secretária Geral do E.B. e não classificado como Secretário Geral do E.B., onde aguardará sua passagem para a inatividade. Seguindo a “contra informação” “intervencionista”, eles teimam em colocar o General Mourão numa posição que não está, iludindo as pessoas com intuito de promover uma Intervenção Militar que não vai acontecer, pelo menos nos moldes de 64.

General Mourão na "varanda"? Bobinhos!


E mais uma vez o Comandante do Exercito Brasileiro se queda a determinações políticas na Força que comanda. Da primeira vez que se manifestou Mourão foi para Brasília, onde com outros Generais se articulou e continuou a falar o que todos querem ouvir. Mas não foi punido, isso mostra que tem força dentro da Caserna.

Agora, em mais uma declaração, Mourão é colocado na “varanda”, uma “varanda” que, sem os afazeres de seu posto, o deixam bem a vontade no pouco tempo que lhe resta na ativa. Mas na Reserva é que ele vai instigar mesmo, na Reserva que vai mostrar a força que tem com o efetivo do Exercito Brasileiro e das outras duas forças.


E então, nossa Intervenção vai seguindo e, certamente em 2019, não teremos um comunista no Ministério da Defesa, teremos um conceituado, experiente e capacitado General de Quatro Estrelas.

Se na ativa deu trabalho, é na Reserva que verão o “Eles que venham! Por aqui não passam”!

sábado, 9 de dezembro de 2017

Segurança Pública é responsabilidade de TODOS!

Da direita para a esquerda, Gurgel Soares, Eu, Coronel Emir Laranjeiras, Jornalista Roberta Trindade e Professor Fernando.

Art. 144. A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.  C.F./88


Atendendo ao convite de Gurgel Soares, Sargento da PMERJ, Bacharel em Direito, Especialista em Políticas de Justiça Criminal, Segurança Pública, Direito Público e Tributário não pude resistir em comparecer. Era certa a aquisição de conhecimentos do assunto. Ainda mais com a participação de pessoas importantes envolvidas no assunto, Coronel PMERJ Emir Laranjeiras, Jornalista Roberta Trindade e o Professor de Geografia Fernando que em muito contribuíram no assunto.

Infelizmente, apesar dos mais de 300 que se inscreveram, cerca de 30 compareceram, mostrando que nosso atual cenário leva as pessoas a falar sobre o assunto, quando estas são as vitimas. Proporcionalmente, No Rio de Janeiro, morrem mais policiais do que nas principais guerras vivenciadas pelo mundo moderno, se levarmos em conta todo o Brasil, incluindo as vitimas da sociedade, os números tornam-se absurdos e deveriam ser de preocupação dos políticos, o que não é!

Gurgel discorre sobre Segurança Pública com maestria, mostrando que não só a polícia está envolvida, mas toda a Sociedade e seus segmentos profissionais. A morte de policiais, menores e atualização da Lei Penal foram os assuntos mais comentados pelo seleto público presente, que se mostrou interessado e participante.


Temos sim pessoas que podem contribuir para a Segurança Pública em substituição aos atuais que estão nos jornais televisivos, que em nada contribuem omitindo responsabilidades de outros personagens.

Gurgel Soares! Lembrem-se deste nome!

Uma Intervenção está em curso!

Uma Intervenção está em curso e será pela via Democrática, os números comprovam isso!

Não façam "jogo duplo", Bolsonaro não é "penetra" no meio militar, se o fosse, não estaria à frente com o Alto Comando.

Embora alguns “intervencionistas” façam o “jogo duplo”, menosprezando a candidatura de Jair Messias Bolsonaro, o difamando e espalhando mentiras, estes não representam os verdadeiros Intervencionistas, que apoiam e vêm a candidatura como real e com possibilidades de eleição em primeiro turno. Isso é matematicamente provado.



No Brasil em 2016 foram contabilizados 144 milhões de eleitores, destes só 99,4 milhões decidiram a eleição entre Dilma e Aécio (Dilma 55,7 milhões de votos e Aécio 43,7 milhões de votos). Como no Brasil 66% do eleitorado é de Direita, o que representam 86 milhões de votos, Aécio recebeu votos da Direita que queria mudança, mas, cerca de 44 milhões de votos da Direita foram inutilizados por abstinência, em branco ou nulo. Portanto, Bolsonaro pode e deve ser eleito em 1º turno e os de “direita” dissidentes da candidatura de Bolsonaro, pelo que vejo, não interferirão neste resultado.


Bolsonaro é destaque em qualquer reunião ou cerimonial militar, mas teimam em taxa-lo de "penetra" no meio militar. Mas que penetra se colocaria a frente do Alto Comando se realmente não fosse convidado? E convidado especial.

O Povo Brasileiro não precisa nem merece ser tutelado, ele saberá fazer sua INTERVENÇÃO!

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

ESQUIZOFRENIA SOCIAL

*Maynard Marques de Santa Rosa

A transição atual é prolífica em extravagâncias que espelham interesses de todo o tipo, ensejando uma agenda surpreendente. 


A proposta de trocar o sistema presidencialista pelo parlamentarismo, porém, é tema recorrente. Os políticos costumam culpar o presidencialismo dito de coalizão ou semi-parlamentarismo, por tornar o poder executivo refém do Legislativo. Marotamente, omitem a causa da desarmonia: o parlamentar em função executiva.

Pelo certo, o senador ou deputado, ao aceitar cargo no executivo, deveria perder o mandado legislativo, em favor do princípio da independência dos poderes. Da mesma forma, fingem esquecer que a soberania popular, fonte de todo o poder, escolheu o presidencialismo puro, em dois plebiscitos recentes. Além disso, é inoportuna. Uma reforma que delega mais autoridade ao estamento político, no momento mais crítico da sua credibilidade, é uma insensatez.

Outra preocupação relevante é a da violência urbana. Embora seja notória a crise geral de insegurança pública, o tema não consegue espaço na agenda legislativa. A redoma psicológica em que se abrigam os legisladores no Congresso parece torná-los insensíveis ao sofrimento refletido no índice macabro de 60 mil homicídios/ano, que supera o total de baixas somadas na Síria e no Afeganistão. A realidade social mostra que os códigos vigentes no país estão defasados. Uma explicação para o imobilismo seria a alienação ideológica. 

Contudo, não se restringe ao âmbito legislativo o distúrbio da insensibilidade. A crise econômica e o desemprego de 14 milhões de pessoas não chegam a comover as corporações dos poderes públicos, responsáveis pela expansão de super-salários que transcendem os limites legais. Sobre fenômeno similar, escreveu Alexis de Tocqueville, em “O Antigo Regime e a Revolução”, que as teses dos enciclopedistas eram temas da moda dos nobres da França do século XVIII, nos convescotes de Paris e nos saraus da Corte de Versailles, como se não lhes afetassem a própria sobrevivência. Mais do que anomalia emocional ou moral, seria um sintoma de esquizofrenia social.    

Outro aspecto contumaz da agenda subliminar é a chamada teoria do gênero. Inventada na Europa por pensadoras feministas, pretende alterar as leis da natureza, ao derrogar os sexos, como se o homem e a mulher fossem espécies diferentes dentro do gênero humano. O que surpreende é a assimilação do conceito pela grande mídia, que vem conseguindo inculcar a aberração na sociedade, até alcançar a legislação governamental.    

O fato é que o humanismo perdeu o rumo e transpôs os limites razoáveis, ensejando um ambiente cada vez mais permissivo. O Brasil, por mais de quatro décadas, tem sido vítima de campanhas “construcionistas” que subverteram os valores sociais e desnortearam o senso comum da população. O bombardeio populista e ideológico, a partir da Constituinte de 1988, consolidou uma cultura de direitos sem deveres e minou o princípio da autoridade. O resultado se mostra nos indicadores de corrupção, violência e impunidade. Para agravar, escasseiam as lideranças políticas. Chegamos, assim, ao limiar da ordem política, econômica, social e jurídica. Portanto, é hora de reação, antes que o faça o instinto de sobrevivência coletivo, criador potencial de cenários escatológicos.

A ordem social que repousa em base falsa torna a sociedade suscetível ao presságio bíblico: “Quando vierem as chuvas, subirem os rios, soprarem os ventos e a vierem açoitar, ela ruirá, e grande será a sua ruína” (Mateus, 7:25).    

*Maynard Marques de Santa Rosa é General de Exército


quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

De “saco cheio” com intervencionistas oportunistas.

Já tô ficando de “saco cheio” com intervencionistas oportunistas.


“Intervencionista” se transformou num segmento com comportamento idêntico a dos PTistas quando ainda no governo. Confundem democracia  com políticos, não aceitam pensamentos que não sejam os deles, contrariando a todos os pronunciamentos de Generais acreditam que uma Intervenção Militar aconteça. Qualquer militar que emita um comentário contrário a seus interesses é taxado de comunista, emitem comentários sobre textos sem o ler, classificam negativamente uma pessoa ignorando seu histórico. Renegam que não mais de uma centena de pessoas comparecem a uma manifestação por intervenção, dizem que são milhares e mesmo milhares não representam os mais de 200 milhões de brasileiros. Alegam que uma pesquisa aponta que 85% dos brasileiros são favoráveis a uma Intervenção Militar, o que não é verdade, são cerca de 43% e mesmo assim, onde estão eles? E se argumentos derrubarem a ignorância, começam as ofensas e os xingamentos.

Bolsonaro é a única opção que temos, mesmo para os Intervencionistas, pois, com este Congresso não conseguirá governar e, em obediência aos ditames constitucionais, só lhe restará pedir a Intervenção Militar!


Entrevistador pergunta: “Existe alguma possibilidade dos militares voltarem ao Poder?” General Mourão responde: SIM! Se eleitos!


O único militar com essa possibilidade é Bolsonaro.

Dê uma chance a Democracia

Democracia é o regime político em que a soberania é exercida pelo povo.

Iniciando o texto, lembremo-nos do artigo 1º da Constituição Federal do Brasil. Os dizeres são proferidos por diversos grupos intervencionistas, que ignoram ou se fazem de oportunistas ao invocá-lo.


O artigo 1º da CF é a INTERVENÇÃO que precisa acontecer, afinal estamos nesta merda por culpa da comodidade da maioria do eleitorado brasileiro, que é de Direita. Agora querem jogar nas costas dos militares a responsabilidade de consertar o que se deixou acontecer. Nossos militares não vão interferir antes das eleições de 2018! Se preciso, com a eleição do Jair Bolsonaro, por considerar que o País ficará ingovernável com a estirpe de parlamentares que elegemos. Ou Bolsonaro se torna um corruptor para satisfazer parlamentares ou um ditador, governando por Decretos, o que lhe custará um impeachment em tempo recorde.


Sim, temos um inimigo pela frente, as urnas fraudáveis. Mas pensando bem, elas nunca foram fraudadas contra um candidato de Direita. Contra essa possibilidade, temos Lei! E a Lei deve ser cumprida com o "voto impresso", que possibilita conferência do pleito em caso de duvidas quanto ao resultado.

Sou Intervencionista, mas, se algum "intervencionista" teima ignorar a Democracia, na única possibilidade de dar-lhe uma chance de sobrevivência, na possibilidade de "consertarmos" a merda em que nos metemos, CUIDADO! Ele pode ter interesses escusos por detrás da causa Intervencionista.

Afinal, nunca se viu grandes multidões num evento Intervencionista, não é mesmo? Uma referência de que, se todo Poder emana do Povo, a Democracia é que deve ser defendida antes de uma Intervenção.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Sou de Direita, mas não me omito em ouvir a oposição.


A Democracia se confunde com a própria sociedade, isso é uma verdade. Numa Democracia não há um só discurso, são vários tentando um consenso comum, Grupos Intervencionistas postam em Grupos apoiadores de Bolsonaro, não são criticados nem censurados. Em contrapartida, apoiadores da candidatura de Bolsonaro que postam em determinados Grupos “intervencionistas”, são rechaçados, criticados e excluídos, mostrando a real tendência dos administradores, não querem uma Intervenção, querem na verdade é prorrogar essa situação não permitindo que os participantes ouçam outras vertentes que conflitem com a deles. Fazem de suas “verdades” uma verdade absoluta, mesmo que não comprovada. O que querem? A Democracia é que não!

Prefeito de Bom Jesus da Lapa/Bahia,Eudes Ribeiro (PSD)

Estou ciente de que numa Democracia sadia tem que haver oposição, do contrario vira uma “ditadura” de Direita como hoje temos uma ditadura de esquerda pela ausência da Direita, por não vislumbrar um real representante, deixando a esquerda bem a vontade nas decisões tomadas nas urnas. O equilíbrio “direita” x “esquerda” se faz necessário! Não com uma esquerda doente, destruindo a família, defendendo bandidos e roubando o erário público, mas, uma esquerda que tenha seu princípio socialista levado a sério, comprometida com os menos afortunados. Ela existe, ela atua, ela obtém resultados positivos. O Prefeito de Bom Jesus da Lapa/Bahia,  Eures Ribeiro (PSD), retratado no vídeo acima, é um exemplo disso. Embora adote o discurso já conhecido de "ditadura", "vitimismo" e outros, merece aplausos pelo trabalho que vem executando no Município que administra.

Portanto, os "intervencionistas" extremistas, estão se aparelhando aos esquerdistas também extremistas que censuram, ofendem e se recusam a ouvir outras vertentes de pensamento. 

Sou de Direita, sou Intervencionista, sou Bolsonaro! Mas não posso ignorar a Democracia saudável que deve ser a referencia de uma Sociedade sadia.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Onde tem eleitor de Bolsonaro, bandido não se cria!!!


"Ladrão azarado! Assaltou dentro de um ônibus e na fuga deu de cara com uma manifestação de apoiadores de Jair Bolsonaro. O resultado não podia ser outro, foi preso por um colega nosso que é Policial Militar. Tudo dentro da legalidade. 

Onde tem eleitor de Bolsonaro, bandido não se cria!!!"
#EleitorDoFreixoPresokkkk
#Bolsonaro2018!


Com a palavra Coronel Enio Fontenelle


Intervencionistas que se dizem apartidários rejeitam a única opção que a Direita tem de eleger  um real representante. Renegam Junto aos esquerdistas o nome de Bolsonaro, propagam anulação, abstinência e voto nulo como uma arma e jogam com as urnas fraudáveis; tudo em nome de uma Intervenção Militar que, por enquanto, enquanto houver possibilidade de uma saída Democrática, não vai acontecer.
Como minhas postagens a respeito de Bolsonaro ser um instrumento de Intervenção (RVChudo), votos brancos e nulos em nada significa para o resultado final de uma eleição (RVChudo) e a presença maciça da Direita na próxima eleição pode inviabilizar qualquer tentativa de fraude nas urnas (RVChudo), são criticadas, deletadas e/ou rejeitadas por diversos grupos  “intervencionistas”, o texto do Coronel Enio Fontenelle corrobora tudo que postei, inclusive sobre Estudo de Cenários, coisa que ele é bastante competente para avaliar.
Então, esta oposição “intervencionista”, assim agindo, está sendo um grande aliado da esquerda.

BAN
Como vocês já sabem, BAN é a forma como eu chamo a reunião de votos BRANCOS, ABSTENÇÕES e NULOS.
Eu venho mostrando que a luta entre a Nova Ordem Mundial e a Nova-Nova Ordem Mundial está sendo travada onde quer que haja uma eleição.
Mostrei que a arma secreta usada pela Nova Ordem Mundial para vencer as eleições na França, na Holanda e na Alemanha foi o BAN, resultado de meses e meses de acusações de extremistas sobre os candidatos antiglobalistas.
Aqui no Brasil, demonizam o Bolsonaro e fazem com que pessoas boas desistam de votar, construindo o BAN.
Como a Esquerda vota SEMPRE, eu tenho mostrado que quem não vai às urnas é a DIREITA indignada.


Hoje, eu resolvi dar um passeio nos resultados das eleições na Áustria onde a DIREITA teve uma votação enorme, acachapante, sobre os globalistas pró-União Européia.
Imaginem só o que eu descobri: o BAN foi de apenas 1%.
Está aí a razão do sucesso da DIREITA ANTIGLOBALISTA!
Foi por isso que eu resolvi escrever este artigo, para lhes lembrar:
O BAN na França, na Holanda e na Alemanha, onde os Globalistas venceram, ultrapassou os 20%, para alegria da Nova Ordem Mundial.
Não votar, pois, é cair na armadilha.
Acreditem: vamos TODOS às urnas em 2018, porque VENCEREMOS.