sábado, 21 de janeiro de 2017

“Não foi o mau tempo. O avião soltava muita fumaça antes de cair”


Barqueiro viu todo o acidente: “Não foi o mau tempo. O avião soltava muita fumaça antes de cair”



Célio de Araújo, um trabalhador que vive em Paraty, estava com um grupo de turistas em seu barco, quando avistou uma aeronave voando baixo

“Quando avistei o avião baixando, eu avisei: ‘Vai cair’!
“Quando reparei, ele soltou uma bola de fumaça branca, parecia aqueles aviões da esquadrilha.”
“Passou por cima do meu barco e foi perdendo altitude, bateu a asa no mar e capotou”, contou o barqueiro.
Célio narrou que os turistas ficaram em polvorosa e ele ligou imediatamente para a Defesa Civil.
“Liguei, me identifiquei e expliquei o que tinha acontecido. Eles chegaram rápido”, disse.
 Questionado se chovia muito na hora do acidente, Célio respondeu:
“Chovia bastante no local que o avião caiu […] mas, durante o resgate, a chuva aumentou bem mais”
“Pelo que vi, o acidente teve mais a ver com a quantidade de fumaça que o avião soltava do que com o mau tempo. Na minha opinião, teve um problema na aeronave”, encerrou.
Para que um avião chegue a linha de montagem, vários anos são necessários no projeto e testes, onde todas as situações são avaliadas antes de sua aprovação. No caso de tempestades, protótipos são submetidos a testes nestas condições, falhas são sanadas e itens aperfeiçoados.
Pilotos passam por severa avaliação antes de terem sua licença expedida, sua formação o habilita a decidir se o voo é seguro ou não no caso de mau tempo. Se a decisão for pela continuidade do voo, a decisão foi certa e bem avaliada. 
Não entendo apontarem sempre esses dois fatores no caso de acidentes aéreos suspeitos no Brasil.

Um comentário:

  1. Senhores vamos aos fatos:

    É pública a informação de que a cauda dá aeronave encontra-se separada, centenas de metros, do corpo principal dá aeronave!
    A inexplicável demora para o içamento ou deslocamento dá aeronave!
    Como explicar que a falta da cauda "só foi percebida agora... Depois que o globocop avistou possíveis destroços na no mar?
    E, agora... a poucos minutos, a aeronáutica soltou nota dizendo que: o içamento dá aeronave é de responsabilidade do fabricante!Como?
    Se até poucos minutos atrás a aeronave era intocável?
    Na minha humilde opinião: ninguém quer ser o pai dá notícia de que o avião foi derrubado.

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