terça-feira, 10 de janeiro de 2017

É preciso refletir, já que o governo não o faz.


Amigos, esta matéria que coloco a vossas reflexões, com muita tristeza, pois, precisamos comentar sim.
A guerra de facções criminosas pode se espalhar por todo o Brasil dos Brasileiros de bem e do bem!!!

Antes de comentar, escrever, colocar o dedo na ferida, gostaria da atenção de nossos amigos das Comunidades de informações de todos os níveis, bem como atenção de meus irmãos em todo o Brasil da Polícia do exercito. Com nosso lema: PE, sempre PE. E não deixando de mencionar esse pessoal dos direitos humanos, hoje caladinhos, uma CORJA.

Diferente do que diz o ministro da Justiça Alexandre Mor4ais, a rebelião em Manaus é sim uma briga de facções. Fatos semelhantes em proporção menor ocorreram nos presídios de Porto Velho, Rio Branco e Boa Vista; e é uma disputa entre o PCC e o CV.

A facção criminosa paulista tem hoje cerca de 33 mil integrantes fora do Estado de São Paulo e o CV cerca de 20 mil fora do Rio de Janeiro. A guerra ficou declarada quando o PCC tomou o comando do tráfico de drogas da Rocinha, na Cidade do Rio de Janeiro. As cenas do massacre em Manaus deixam claro que a luta por controle de pontos de drogas e armamento, se não for interrompida rapidamente, vai gerar caos dentro e fora dos presídios.

Integrantes da FDN (Família do Norte), ligada ao Comando Vermelho, cortaram cabeças de outros criminosos gritando: “Esse aqui é do PCC! Esse aqui é do PCC!”
Não adianta tentar esconder a verdade da população. É guerra de facções criminosas, briga feia.


Tudo começou quando um dos líderes do Comando Vermelho, que tinha base em Pedro Juan Caballero, cidade que fica na fronteira do Brasil com o Paraguai, e que era um dos substitutos de Fernandinho Beira Mar, preso em 2001, e depois foi assassinado. Ele era o distribuidor atacadista de drogas para os pontos dominados pelo CV. A autoria do crime foi atribuída ao PCC e a guerra foi então deflagrada.

Não estou falando de pouca gente nem de poucas armas, estou falando de exércitos de criminosos que somados dentro e fora das cadeias têm mais de 100 mil criminosos espalhados pelo País. Estou falando de organizações que têm infiltração nos meios políticos, jurídicos, policiais e um enorme poder financeiro.

A crise é séria e se o Ministro da Justiça não convocar uma reunião imediata com os secretários estaduais de segurança, milhares de pessoas poderão morrer pelo País; não só bandidos, mas pessoas inocentes, pois, a tendência dessa briga é descambar para as ruas e atingir o cidadão de bem que nada tem a ver com o conflito dos bandos criminosos.


A violência tende aumentar na busca desses grupos por dinheiro, isso significa mais roubos de carros, assaltos a agencias bancárias e qualquer outra possibilidade que gere dinheiro para a compra de armas.

Por Ray Pinheiro

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