segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

O atentado terrorista não vem só com bombas e tiros

Atentado TERRORISTA no Brasil – Motorista foi um HERÓI e salvou a vida de 30 pessoas.


Havia pelo menos 30 passageiros no ônibus. Um homem se levantou repentinamente e tentou desviar o coletivo para fora da pista com a clara intenção de causar um capotamento, um acidente de grandes proporções. O motorista lutou, ainda conduzindo o coletivo em velocidade, e conseguiu que o ônibus atingisse a mureta central, reduzindo bastante o impacto. Mesmo assim algumas pessoas se feriram. O terrorista fugiu e foi preso algum tempo depois pela Polícia Rodoviária. Em seus pertences e computador foram encontrados livros religiosos islâmicos e várias publicações sobre grupos radicais islâmicos.

Isso não foi na Síria ou na França, ocorreu no Brasil, na rodovia Presidente Dutra no sábado passado, 21 de janeiro de 2017.


Obviamente o indivíduo carregava toda a literatura provavelmente para que, após o atentado, que também ceifaria sua vida, fosse reconhecido como radical islâmico, ou um lobo solitário, como gostam de ser chamados. Felizmente todos se salvaram graças a rapidez e coragem do condutor do ônibus.

Por que ainda no Brasil temos tanto medo de dar o nome correto às coisas? A intenção seria dar a impressão que o Brasil é um país imune á violência causada por extremistas religiosos?

Não dar o nome certo às coisas nos atrapalha bastante a nos prevenir da maneira correta. Na Europa as pessoas que trabalham em meios de transporte e instalações que lidam com grande fluxo de pessoas já são orientadas para identificar possíveis terroristas. Se observam alguma atitude ou característica suspeita, as autoridades são acionadas para verificar mais detalhadamente. Se a suspeita é infundada o individuo é liberado, se houver fundamento o individuo é preso e vidas são salvas.
Simples assim. Sem melindre, sem frescura, sem o politicamente correto.

LEI Nº 13.260, DE 16 DE MARÇO DE 2016.  “ § 1o  São atos de terrorismo: I – …  V – atentar contra a vida ou a integridade física de pessoa: Pena – reclusão, de doze a trinta anos, além das sanções correspondentes à ameaça ou à violência.”






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