terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

A oportunidade faz o ladrão e também a INTERVENÇÃO.


Acompanhamos os acontecimentos no Espirito Santo sem Polícia e, diferente do que a esquerda propaga, o mundo sem polícia seria um caos completo. Além de marginais, a população “ordeira” se juntou a eles para, diante da facilidade, obter bens “gratuitos”. Não objetivaram comida, remédios e/ou produtos de primeira necessidade; foram aos supérfluos. Lojas de eletrodomésticos, celulares e informática foram seus alvos preferidos.


O numero de assassinatos aumentou assustadoramente, sobrecarregando o IML, gangues de motos circulavam pelas cidades roubando quem encontrasse pela frente, o transito ficou impraticável.
Os causadores do caos, preocupados, acharam a solução de sempre, convocar as Forças Armadas e a “milícia” particular denominada Força Nacional.


A chegada dos militares federais foi com manifestação de alegria pela sociedade, que ainda os vê como ultimo recurso de defesa. Mas devem também pensar não só nos seus “umbigos”, em suas particularidades, uma Nação inteira passa pelos mesmos problemas e o governo não encontrando solução que não vá de encontro aos seus interesses, joga os militares nesta vala fétida criada por eles mesmos. Criada pela omissão, pela ladroagem, pela ganancia.



Assim como no Estado do Espirito Santo, uma INTERVENÇÃO deve acontecer, no Congresso Nacional! Lá, os bem intencionados sucumbem à maioria criminosa. Hoje temos a visão que a morte de Teori não foi de interesse do PT, o PMDB lucra muito mais com o acontecimento. Não só por ter um elemento indicado para o STF, com histórico suspeito, mas, por poder ameaçar mais de perto qualquer ministro que ouse lhes contrariar.


O "levante" das polícias se expande por vários Estado, mas há de se ter em mente que não só por dinheiro, por salários. As polícias estão sendo execradas, desvalorizadas, desmotivadas. O ocorrido no Espirito Santo nos mostra que políticos estão sem solução e que as polícias podem ser o estopim da Intervenção Constitucional.

No Brasil vozes se levantam e colocam em duvida o posicionamento dos policiais militares do Rio de Janeiro:


“Sabe o que parece para nós? Que a PMERJ não precisa de salário, infelizmente é o que deixam transparecer com a inércia frente a todos os desmandos, fica uma imagem péssima de vocês. Não há como generalizar, muitos estão quase que diariamente se manifestando, mas, em comparação ao TODO, ainda é inexpressivo.
Da PMERJ só vejo lamentos nas redes sociais, enquanto outras PMs mostram disposição em provocar mudanças com sua FORÇA. Minas Gerais, Tocantins, Pernambuco e Espirito Santo.
Sem salário, sem 13º, sem equipamentos, sem blindagem de vidros das viaturas, sem manutenção do armamento obsoleto e, PIOR! Sem apoio de quem deveria, dos COMANDANTES subservientes ao político.
O que acontece com a PMERJ? Estão com uma “poupança” definida? Elegeram outros meios de subsistência?
Me desculpem é o que estão deixando transparecer aos seus pares de outros Estados da federação.”

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