quinta-feira, 23 de março de 2017

Que tal um projeto que afaste o marginal da sociedade?

Projeto prevê afastamento de policial que causar mortes em confronto no Rio.


Os deputados estaduais votam nesta quarta-feira um projeto de lei que prevê o afastamento de policiais acusados, mais de uma vez, de causar mortes durante confrontos. O agente terá que ficar longe do trabalho nas ruas (cumprindo carga horária em serviços técnicos e internos) por um período mínimo de um ano, além de receber acompanhamento psicológico e ser submetido a reciclagem e capacitação em direitos humanos.


— Os policiais do Rio são os que mais matam e os que mais morrem no país. Queremos acabar com essa lógica, criando um protocolo detalhado de ações. Nos Estados Unidos, a polícia mata dez pessoas por ano. Aqui, temos casos de policiais que já participaram de mais de dez mortes em confrontos — afirmou o deputado Carlos Minc (sem partido), autor do projeto.


Apenas no ano passado, 920 pessoas foram mortas pela polícia em confrontos, quase sempre durante operações em favelas. O número representa um aumento de 42% em relação a 2015. Os dados são do Instituto de Segurança Pública (ISP), que divulga mensalmente as estatísticas de violência no Estado do Rio.
— Queremos que o projeto de lei reduza a letalidade da polícia em operações. A polícia precisa pautar suas operações com inteligência, para evitar mortes — disse Minc.


O projeto torna obrigatória ainda a presença de pelo menos uma ambulância do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) em todas as operações policiais.

Os anos passam e não se vê nenhuma iniciativa em desarmar as quadrilhas do Rio de Janeiro, o tempo passa e não se vê nenhuma iniciativa em proteger os policiais que estão sendo mortos diariamente, os anos passam e políticos narcotraficantes proliferam na condução do Estado criminoso e seus personagens ainda insistem no discurso que a polícia mata, que nos Estados Unidos é diferente.
A realidade do Rio de Janeiro é a que se vê na imagem acima, onde traficantes estão armados com arsenal de guerra e matam o policial sem nenhum receio de ser punido. Mas nossos dePUTAdos estão preocupados com a letalidade da polícia que mata para não morrer, com a letalidade da polícia que mata para a sociedade não morrer, com a letalidade da polícia que mais morre no mundo.
Esse projeto tira os policiais que realmente estão em confronto, como numa guerra, com as quadrilhas armadas. Repondo em seu lugar policiais menos experientes neste tipo de ação. Porque não Leis que realmente desarmem o “estado paralelo”?

Em 2014, mais e 500 policiais foram mortos no Brasil em confronto com bandidos. Do total, 120 no Rio de Janeiro.
Muitos consideram com indiferença esses números e acham até normal. Dizem que é o risco da profissão. Nos Estados Unidos, os policiais também estão sujeitos ao risco da profissão, mas mas lá, em 2014, foram mortos apenas 51. A população dos Estados Unidos é 50% maior que a daqui. Donde se conclui que não se trata de risco da profissão, mas de omissão do governo em adotar medidas para conter a violência e bandidagem.

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