quinta-feira, 4 de maio de 2017

Uma "guerra" à venda!


Não se trata de desfazer-se dos companheiros da Força Nacional, mas desde 2007 quando tomávamos o Alemão, pudemos vê-los acuados, entrincheirados, assustados, enquanto avançávamos sob uma "chuva de balas", ficou patente que essa tropa não tinha condições de fazer nada por nós em termos de apoio, nas ações contra o narco terror do RJ!
E ainda que tivessem experiência para operar no terreno hostil que é o Rio, é contraproducente e desrespeitoso, empregar recursos para traze-los de fora, enquanto os melhores em combate urbano do mundo, estão jogados às traças, sem armamento adequado, com uma escala estafante, sem salários...
Esse é sem dúvidas mais um capítulo da novela "estamos mandando apoio" que nada resolverá!

O Estado vai gastar 8 milhões para trazer policiais de outros estados usando a força nacional, enquanto temos 4 mil aprovados no concurso de 2014 da PMERJ, esperando para serem formados...
Aí que burro! Dá zero pra ele! 
Major PMERJ Elitusalem Gomes Freitas

O que se vê neste cenário fúnebre do Rio de Janeiro é que não há preocupação em acabar com a situação e sim mantê-la e assim abocanhar cada vez mais dinheiro do governo federal, dinheiro este que vai novamente pro ralo do esgoto corrupto. O secretariado do Pezão está ávido por dinheiro e como está escasso, a situação pode lhes render uns trocados, pois da “época de ouro” Cabral levou tudo.


Os 100 componentes da Força Nacional, com diárias de R$ 500,00, mais os custos logísticos é um bom começo. Também uma preocupação a mais para a PMERJ, que além de seu efetivo sob risco constante, terá que proteger a Força Nacional que nada conhece do Rio de Janeiro. Lembram do caso dos militares da Força Nacional que entraram por engano na Vila do João? 

Mas pra eles pouco importa quantos morrerão, o que lhes interessa é o resultado financeiro que esta situação de guerra pode lhes render.


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