segunda-feira, 22 de maio de 2017

Tapa na cara do povo não, presidente

Wesley e seus padrinhos de casamento
                       
Um marginal da categoria desse bilionário - que depois do tempo de açougueiro de seu pai, se transformou em industrial da carne com dinheiro do povo - não tem o direito de debochar deste mesmo povo nas entrevistas e nas gravações que fez. 
O depoimento que este delinquente deu parecia mais uma entrevista de celebridade. E o povo brasileiro foi obrigado a ouvir e ver que as empresas de comunicação parecem hoje novelas mexicanas: só com o sofrimento e com a morte dão audiência.
O país, com mais de 20 milhões de desempregados, que não têm como botar comida em casa, com hospitais sucateados, sem educação e sem segurança, vê um marginal se deliciar com dinheiro do povo. Afinal, se o presidente da República informou ao país que ele tomou dinheiro do BNDES com a facilidade da corrupção, esse dinheiro é sim do povo.
Depois de ter assistido ao deboche dos Odebrecht que, na companhia de seus advogados, riam das corrupções que fizeram, o povo não pode aceitar que esse delinquente moderno - os outros já roubam há muitos anos, e este parece, pelo que se sabe, que rouba o povo há dez anos - continue livre e impune.
Se ele é ladrão do povo, se ele fez especulações com o dinheiro brasileiro, destruindo a dignidade das instituições, o que está esperando a Justiça? O que estão esperando as autoridades para pedir aos Estados Unidos que o extraditem?
Se o governo brasileiro tomar essa atitude - porque este delinquente é ladrão do povo, e o presidente da República é o representante do povo - estará dando uma resposta em defesa deste mesmo povo. 

Traga-o de volta, sequestre seus bens, interdite seus negócios, para que o povo possa acreditar nos poderes do país. 

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