quinta-feira, 8 de junho de 2017

Fiel do Islã entra com ação contra marchinha de carnaval antiga

"SERÁ QUE ELE É?"


Marcinha clássica do carnaval, a "Cabeleira do Zezé" é alvo de um processo na Justiça fluminense, por citar o profeta Maomé. Segundo reportagem do Jornal Extra, o produtor e apresentador de TV Marcelo Abbas Musauer entrou com uma ação na Justiça, em 2008 contra a Irmãos Vitale, titular dos direitos autorais da marchinha, e contra João Roberto Kelly, compositor da música, alegando que ela denigre a imagem do profeta.
Musauer se apresenta como fiel islâmico e levou a letra, composta há 45 anos, muito à sério. "Será que ele é bossa nova? Será que ele é Maomé? Parece que é transviado. Mas isso não sei se ele é", diz a canção.
"A música enxovalha o nome de Maomé, que criou uma das maiores religiões do mundo, o islamismo. A música mistura o profeta com uma festa profana. Imagina se fosse com Jesus Cristo e as pessoas gritassem ‘bicha, bicha’?”, defende o apresentador.
O juiz Maurício Chaves de Souza Lima indeferiu o pedido por entender que a marchinha não faz menção à religião islâmica nem faz relação de Maomé a qualquer coisa negativa, e ainda considerou que Musauer é parte ilegítima, já que  a ofensa não seria direta a ele e sim ao profeta e à religião islâmica.
"A letra apenas relaciona Maomé a uma pessoa cabeluda, aliás, como assim é retratado em gravuras, e isto, ainda por cima, para permitir a rima. (...) De outra parte, quando a letra da canção alude a transviado, palavra que não tem o significado de homossexual, antes de pessoa corrupta em seus costumes, está claramente a referir-se a Zezé", escreveu o juiz na sentença.
Descontente, o produtor entrou com recurso, que foi negado. De acordo com a publicação, ele não vai desistir: “Vou até ao Supremo, se for preciso. E agora terei o apoio de associações muçulmanas. Ainda mandarei carta para autoridades palestinas”.

Marcelo tem em seu nome um dos sobrenomes da família do profeta Maomé — Abbas — e pretende substituir  “Marcelo” por “Sultão”, título dado somente a príncipes e soberanos maometanos.


Se não bastassem nossos “censores” esquerdistas que há pouco tempo baniram marchas históricas do Carnaval como “Cabeleira do Zezé”, “Maria Sapatão”, “Índio quer apito”, e “O teu cabelo não nega”, consideradas politicamente incorretas, ainda temos que aturar fanáticos estrangeiros metendo o bedelho onde não foram chamados.

Um comentário:

  1. Expulsem essa corja do Brasil! São terroristas! Esse muçulmano não tem legitimidade para entrar com a ação e deveria pagar uma indenização ao judiciário por ingressar com ações improcedentes! Essa marchinha faz parte da cultura do Brasil e se não estão satisfeitos que sejam expulsos daqui! NÃO QUEREMOS MUÇULMANOS DANDO PALPITE NO BRASIL!

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