sábado, 24 de junho de 2017

Não adianta reclamar, o Brasil é "chacota" mundial.

O pior da viagem do presidente Michel Temer à Noruega é que, ao ser agredido não como cidadão, mas como representante de um país, a agressão foi dirigida a este país.
À reportagem, Hatlen confirmou que, diante dos resultados da investigação, decidiu “dar as informações para a Justiça”. “Somos uma empresa cotada na Bolsa e dependente de uma boa reputação”, comentou.
“Temos zero tolerância quando se trata de corrupção”, insistiu.
Há poucos meses, um jornal norueguês fez um teste. Deixou 20 carteiras com dinheiro na rua, em diferentes partes de Oslo. Do total, 15 foram devolvidas à polícia. Link: Exame

Qual seria o resultado se o teste fosse realizado no Brasil? Nem preciso dizer, né?

Esta senhora, primeira-ministra da Noruega - país com a população do Maranhão, e que exporta bacalhau - não tem nenhum nível de autoridade para fazer o que fez contra um país que, circunstancialmente, passa por um momento que o mundo inteiro já viveu.
 A crise política acompanha o presidente Michel Temer na viagem à Noruega. Na manhã desta sexta-feira (23), a primeira-ministra da Noruega, Erna Solberg, afirmou que a Operação Lava Jato preocupa e que é preciso achar uma solução para a corrupção.

O mais conhecido foi na Itália, com a Operação Mãos Limpas. O juiz Baltasar Garzón também ganhou notoriedade na Espanha em diversas investigações contra a corrupção, a lavagem de dinheiro e a ditadura. O Rei da Espanha, Juan Carlos, abdicou ao trono em meio aos escândalos de corrupção envolvendo sua filha, princesa Cristina, e o marido dela, Iñaki Urdangarin. A princesa da Inglaterra, Lady Diana, morreu num acidente de carro até hoje mal explicado e envolto em suspeitas de assassinato. A Rainha Elizabeth, aos 91 anos, não abdica ao trono talvez por medo de seu sucessor. Os escândalos da IBM na Argentina, nos anos 1990, exigiram do governo dos Estados Unidos determinar que suas empresas não negociassem mais com aquele país. 
Se não bastasse tudo isso, a frase que simboliza a disseminação da corrupção em um país remete exatamente à vizinha da Noruega: "Há algo de podre no reino da Dinamarca", imortalizou William Shakespeare, em Hamlet.

Quem é essa senhora para fazer observações contra um país como o nosso? A única coisa a se lamentar é que o presidente Michel Temer não deveria ter se calado diante da agressão. A suposta gafe que cometeu, ao confundir a Noruega com a Suécia, poderia na verdade estar externando o desprezo e o desinteresse sobre aquele reinado.
Embora os escândalos de corrupção tenham sido comum em diversos países como dito no texto, o Brasil se difere dos demais citados pela sua inércia, aliás, pelo seu esforço em se manter como está. É certo que 99% dos políticos brasileiros, mais o judiciário não mais são merecedores de confiança, já demonstraram que estão dispostos a desafiar às leis e até a Constituição para manter os corruptos em seus cargos.

O povo “gado” assiste a tudo revoltado, mas só “revoltado”, se mostrando inerte em ações que num futuro possa alterar esta situação.

Enquanto isso, nossos “representantes” viajam pelo mundo servindo de chacota até para países sabidamente ditadores, como a Venezuela, que na ONU, satiriza as criticas do representante brasileiro que falou sobre assuntos de Direitos Humanos desrespeitado naquele país.


Finalizando, digo que o mundo inteiro, até os países menos recomendados, têm sim condições de ridicularizar e continuar ridicularizando o Brasil por sua falta de exemplo e ações.

Um comentário:

  1. a primeira ministra está correta e tem mais quem cala consente.Ela não se referiu a nação brasileira e sim seus governantes

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