terça-feira, 18 de julho de 2017

Intervenção não se pede, se faz!


Assim como eu, milhões estão indignados por não terem opção de escolha nas eleições. Claro, os partidos existentes confabulam entre sim para nos jogar as mesmas merdas de sempre.

Há décadas um ciclo vicioso que nos torna reféns deles.
E neste “ciclo” a direita rejeita não comparecendo às urnas, votando em branco ou anulando seu voto.

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É ai que a esquerda faz a festa!

Não é desconhecido que mais de 60% dos eleitores do Brasil é de direita e, destes 60%, mais de 80% invalidam seu voto. Pura e simples matemática, a merda sempre sairá vencedora nos pleitos eleitorais.

Mas me dirão que as urnas estão fraudadas! Sim, fraudadas entre eles.

Os eleitores que escolhem representantes no executivo e legislativo não representam a maioria, a maioria se abstém por não confiar. Ai eles deitam e rolam, conseguiram seu intento. Afastar eleitores insatisfeitos e candidatos que não querem ser igualados ao que representa a classe política de hoje, a meros ladrões.

Como já postei antes, diferente da interpretação de intervencionistas, não haverá Intervenção da maneira que almejam, haverá sim se houver ruptura da ordem constitucional e por iniciativa dos Poderes Constituídos. Quem ouviu o General Villas Bôas falar no Senado vai concordar comigo.

“Não há necessidade da sociedade ser tutelada” (General Villas Bôas) É preciso ser mais claro? Traduzo para vocês: “Se enfiaram nessa situação por comodismo, basta se organizarem e participarem mais da vida política de seu País”.

Tivemos a noticia de que o único candidato de Direita à Presidência não terá legenda para disputar a eleição, fica a certeza de todo o exposto acima.

Somos um “Exercito” maior e mais capaz de fazer a “Intervenção”, não precisamos da tutela de nossas Forças Armadas que só devem intervir quando nossa vontade não mais estiver sendo respeitada.

Se hoje existe a preferência por um nome, é porque esse nome fala a língua que o povo entende. Bolsa, para o povo, é um acessório de mulher. Mercado é feira. E o povo só consegue fazer feira na hora da xepa, que é o fim da feira. 
Ainda há aqueles que acreditam que o povo fala a língua ou entende a língua dos que não querem o povo no poder. As instituições são fortes demais, e quem vai fazer o poder é o povo, pelo livre direito do voto democrático. É a única arma que o povo tem. As instituições, por estarem fortes, não permitirão nenhum tipo de golpe. E aí vamos ver o resultado. 



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