terça-feira, 25 de julho de 2017

ONG Rio de Paz contra morte de policiais

ONG realiza ato na Lagoa contra morte de policiais no RJ.


A ONG Rio de Paz fez um ato na manhã desta terça-feira na Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul, em homenagem aos 91 policiais militares mortos em 2017 no Rio de Janeiro. Placas negras com nomes e motivos das mortes dos PMs foram colocadas na Curva do Calombo.
O último caso foi o do policial Hudson Silva de Araújo, de 46 anos, morto na comunidade do Vidigal, Zona Sul do Rio, no último fim de semana. Essa é a primeira vez que um policial é morto no Vidigal, desde a instalação da UPP, em janeiro de 2012.
A ONG mantém há dois anos na Lagoa uma bicicleta preta (em alusão ao médico Jaime Gold, assassinado à faca por adolescentes, em maio de 2015), cartazes com os nomes de todas as crianças mortas por bala perdida no Rio de Janeiro desde 2007 e um mural com a estatística oficial (ISP) de mortes violentas no Estado do Rio de Janeiro, que é atualizado mensalmente.
A ideia é que as placas e a bicicleta sejam mantidas no local, sendo retiradas somente quando a taxa de homicídio doloso do Estado cair para 10 vítimas por 100 mil habitantes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera epidêmico mais de 10 homicídios para cada 100 mil habitantes e a taxa do Estado do Rio de Janeiro encontra-se este ano na casa de quase 30/100 mil.

"A verdadeira luta pela defesa dos direitos humanos não tem lado. Não pode ser seletiva. Motivada por ideologia capaz de ignorar vítima de violação de garantias constitucionais e direitos fundamentais. Nossos policiais tombam quase que diariamente no Rio de Janeiro. Exercem sua profissão em condição subumana. Quando morrem, seus familiares são ignorados pelo poder público. Por isso, nos nossos dez anos de história, já realizamos mais de 10 manifestações públicas pelos direitos desses profissionais, sem cujo trabalho a vida em sociedade é inviável", afirma Antônio C. Costa, Fundador da ONG Rio de Paz.
Na manhã desta terça-feira (25), um PM foi baleado na barriga, enquanto estava na base do Morro do Telégrafo, na Mangueira, Zona Norte do Rio. Ele foi levado ao Hospital Quinta D'or.
Jornal do Brasil
Todas essas ONGs, organizações e comissões de direitos humanos um dia, lá atrás, se manifestaram pelo desarmamento da população. Se manifestaram no sentido de que se as armas legais fossem tiradas da população os crimes contra a vida diminuiriam sensivelmente.


E assim aconteceu, as armas foram retiradas e/ou dificultada sua aquisição. E os crimes contra a vida subiram ao numero assustador de mais de 60.000 ao ano. As armas que hoje estão matando não só os policiais, mas a sociedade, são modernos fuzis que chegaram às mãos de bandidos. Hoje, até um simples assalto a transeunte é realizado com um ou mais elementos armados de fuzil.
Mas será que essas “organizações” fariam uma manifestação pelo desarmamento dos marginais que ceifam dezenas de milhares de pessoas por ano? Não creio que toquem no assunto sem apontar quem lhes financia.
Quem financias ONGs?

A sociedade, hoje mais atenta, se manifesta nas ruas denunciando as diversas ONGs que agem contra a vontade da maioria, são simples instrumento de manipulação de informação.

Hoje tentam retomar confiabilidade, tentam fazer ver que atuam em conformidade com o povo. Mas não os vimos junto ao evento dos familiares de policiais em Copacabana.

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