segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Sobre o vídeo do policial "agredindo" a "moradora":

 Única linguagem possível e a que eles entendem!

Sobre o vídeo do policial "agredindo" a "moradora":
Uma das principais táticas em territórios conflagrados, usada pelas guerrilhas que os dominam é lançar hostis, principalmente mulheres e crianças, contra as tropas que lá operam!

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        “É por isso que tem muitos de vocês morrendo de bobeira”

Você vai conhecer a tática de guerra do Hamas, que usa mulheres e crianças como escudos-humanos e procura vitimar o maior número possível de civis.

Para responsabilizar a polícia, usam moradores e colaboradores para ofender, insultar e ameaças e, diante de uma reação, alvejam sem piedade inocentes para que as ações policiais sejam responsabilizadas. É só observar os partidos que idolatram essas ações extremistas para saber quem difundiu a ideia.

               PT, PC do B, PSOL e PCB. Todos uma merda só!

É assim na Síria, Afeganistão, Iraque e claro nas favelas do Rio de Janeiro. Enquanto o combatente, está sendo instigado pelos colaboradores do crime, ele se distrai, é atacado, permite a fuga do preso e fica exposto ao fogo inimigo!
Essa tática é usada há décadas e ainda hoje tem efeito! 

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                               Essa é a realidade das “cumunidades”!


"Morador" não fica na rua durante uma ação de combate ao narco tráfico, quem obstrui a polícia é VAGABUNDO e nossas penas devem mudar para alcançar tais elementos nocivos ao estado democrático de direito

Elitusalem Gomes Freitas, Major PMERJ
#AcordaBrasil

Rio tem 843 áreas dominadas por bandos armados

Documento sigiloso da Secretaria de Segurança revela que Rio tem 843 áreas dominadas por bandos armados.

O EXTRA teve acesso ao teor de um documento classificado como sigiloso pela Secretaria de Segurança do Rio, que só poderá ser tornado público, no mínimo, em 2021. A preocupação em esconder a informação tem explicação: é a primeira vez que o estado quantifica e mapeia as áreas que estão sob o controle de grupos armados. E o número de territórios onde a Constituição brasileira não vale nada é alarmante: 843.

Para se ter uma ideia do tamanho do problema, só as dez regiões mais violentas somam uma área de 23km quadrados. Maior do que o município de Nilópolis, que tem 19km quadrados.
Chamadas de “territórios controlados ilegalmente”, as regiões não englobam somente favelas, mas também conjuntos habitacionais, imóveis específicos e até algumas vias urbanizadas.
O mapeamento foi feito entre os anos de 2015 e 2016 por analistas do Instituto de Segurança Pública (ISP), com base em informações levantadas pela Polícia Militar, Subsecretaria de Inteligência (Ssinte) e Disque-Denúncia.
 Cada uma dessas áreas, segundo um dos autores do mapeamento, o geógrafo Luciano de Lima Gonçalves, é “um perímetro onde grupos criminosos agem ostensivamente, circulam frequentemente exibindo armas e praticando crimes, como o tráfico de drogas”. O levantamento serviu de base para o estudo “Letalidade violenta e controle ilegal do território no Rio de Janeiro”, assinado por Gonçalves, que procura demonstrar como a dominação de áreas pelo crime organizado tem influência sobre o número de mortes violentas no estado.
Para isso, o geógrafo, que também é pesquisador do ISP, posicionou num mapa as localizações exatas de cada assassinato ao longo de 2016. Dos 6.262 crimes do tipo registrados no estado, 1.023 — ou um sexto — aconteceram dentro dos perímetros onde a lei não entra. Procurada pelo EXTRA, a Secretaria de Segurança alegou que “não comenta informações de inteligência”.
UPPs em seis das dez áreas mais violentas
Diversas áreas que o estado já considerou “pacificadas” estão na lista de territórios dominados por grupos armados mapeadas pela Secretaria de Segurança. E são maioria no ranking das localidades mais violentas. Das dez áreas com mais vítimas de homicídios, latrocínios (roubos seguidos de mortes), lesões corporais seguidas de mortes e autos de resistência — em suas formas consumadas e tentadas —, seis abrigam bases de UPPs.
A área que encabeça a lista, com mais de 70 vítimas em 2016, é a Cidade de Deus, na Zona Oeste, que tem uma UPP desde 2009. A Mangueirinha — única comunidade fora da capital com uma unidade, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense — ocupa a segunda posição, com 50 vítimas. Também aparecem na lista o Complexo do Alemão, a Mangueira e o Jacarezinho, na Zona Norte, e a Vila Kennedy, na Zona Oeste.
No estudo, o pesquisador também calcula as mortes violentas que ocorreram num perímetro de até 100m fora das 843 áreas. Segundo Gonçalves, esses territórios também sofrem influência de grupos armados. Contabilizando os crimes dessas regiões, o número de assassinatos salta de 1.023 para 1.628.

O poder na favela não é exatamente um "poder paralelo", mas está alinhado e apadrinhado por nossos governantes, legisladores e judiciário.


domingo, 20 de agosto de 2017

A caminho do brejo

A sociedade dá de ombros, vencida pela inércia.
Um país não vai para o brejo de um momento para o outro — como se viesse andando na estradinha, qual vaca, cruzasse uma cancela e, de repente, saísse do barro firme e embrenhasse pela lama. Um país vai para o brejo aos poucos, construindo a sua desgraça ponto por ponto, um tanto de corrupção aqui, um tanto de demagogia ali, safadeza e impunidade de mãos dadas. Há sinais constantes de perigo, há abundantes evidências de crime por toda a parte, mas a sociedade dá de ombros, vencida pela inércia e pela audácia dos canalhas.
Aquelas alegres viagens do então governador Sérgio Cabral, por exemplo, aquele constante ir e vir de helicópteros. Aquela paixão do Lula pelos jatinhos. Aquelas comitivas imensas da Dilma, hospedando-se em hotéis de luxo. Aquele aeroporto do Aécio, tão bem localizado. Aqueles jantares do Cunha. Aqueles planos de saúde, aqueles auxílios moradia, aqueles carros oficiais. Aquelas frotas sempre renovadas, sem que se saiba direito o que acontece com as antigas. Aqueles votos secretos. Aquelas verbas para “exercício do mandato”. Aquelas obras que não acabam nunca. Aqueles estádios da Copa. Aqueles superfaturamentos. Aquelas residências oficiais. Aquelas ajudas de custo. Aquelas aposentadorias. Aquelas vigas da perimetral. Aquelas diretorias da Petrobras.
A lista não acaba.
Um país vai para o brejo quando políticos lutam por cargos em secretarias e ministérios não porque tenham qualquer relação com a área, mas porque secretarias e ministérios têm verbas — e isso é noticiado como fato corriqueiro da vida pública.
Um país vai para o brejo quando representantes do povo deixam de ser povo assim que são eleitos, quando se criam castas intocáveis no serviço público, quando esses brâmanes acreditam que não precisam prestar contas a ninguém — e isso é aceito como normal por todo mundo.
Um país vai para o brejo quando as suas escolas e os seus hospitais públicos são igualmente ruins, e quando os seus cidadãos perdem a segurança para andar nas ruas, seja por medo de bandido, seja por medo de polícia.
Um país vai para o brejo quando não protege os seus cidadãos, não paga aos seus servidores, esfola quem tem contracheque e dá isenção fiscal a quem não precisa.
Um país vai para o brejo quando os seus poderosos têm direito a foro privilegiado.
Um país vai para o brejo quando se divide, e quando os seus habitantes passam a se odiar uns aos outros; um país vai para o brejo quando despenca nos índices de educação, mas a sua população nem repara porque está muito ocupada se ofendendo mutuamente nas redes sociais.
O Brasil caminha firme em direção ao brejo há muitas e muitas luas, mas um passo decisivo nessa direção foi dado quando Juscelino construiu Brasília, aquela farra para as empreiteiras, e quando parlamentares e funcionários públicos em geral ganharam privilégios inéditos em troca do “sacrifício” da mudança para lá.
Brasília criou um fosso entre a nomenklatura e os cidadãos comuns. A elite mora com a elite, convive com a elite e janta com a elite, sem vista para o Brasil. Os tempos épicos do faroeste acabaram há décadas, mas os privilégios foram mantidos, ampliados e replicados pelos estados. De todas as heranças malditas que nos deixaram, essa é a pior de todas.
Acho que está rolando uma leve incompreensão dos reais motivos de mobilização da população em alguns setores. Eles parecem acreditar que o MBL e o Vem Pra Rua falam pelos manifestantes, ou têm algum significado político, quando, na verdade, esses movimentos funcionam mais como agentes de mobilização — afinal, alguém precisa marcar uma data e um horário, ou nenhuma manifestação acontece.
A maioria das pessoas que foi às ruas está pouco se lixando para eles. Seu alvo primordial é gritar contra a corrupção, a sordidez que rege a vida política brasileira, a bagunça geral que toma conta do país. Seu principal recado é o apoio à Lava-Jato, que parece ser a única coisa que funciona num cenário em que o resto se desmancha.
Se ninguém fez muita questão de gritar #ForaTemer nos protestos de domingo passado, isso talvez se deva menos a palavras de ordem vindas de carros de som do que a dois fatos bastante simples. O primeiro é que está implícita na insatisfação popular a insatisfação com Temer, e naquele momento parecia mais urgente responder aos insultos do Congresso; o segundo é que há uma resistência natural a se usar uma palavra de ordem criada pelo “outro lado”, pela turma que acredita na narrativa do golpe.
Gilmar Mendes disse que a decisão de Marco Aurélio Mello de afastar Renan da mesa do Senado é “indecente”. Não, ministro. Pode ser qualquer outra coisa, mas indecente não é. Indecente é um homem como Renan Calheiros ocupar a mesa do Senado. Aliás, indecente é um homem como Renan Calheiros, que já renunciou ao mandato para não ser cassado e tem mais prontuário do que biografia.
Com todo o respeito, ministro, o senhor precisa rever as suas prioridades e dar um trato nos seus adjetivos.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Quase chegando lá.


Não pensem que a comunização de um país vem num piscar de olhos. No modelo atual, ela é gradativa e quase imperceptível, como no famigerado caso da rã que morre na água quente desde que você a esquente aos poucos. Hugo Chavez assumiu o governo venezuelano em 1999, e desde então tratou de ir mudando gradativamente a constituição Venezuelana. Seu sucessor, Nicolas Maduro, só deu continuidade ao trabalho, que agora, após 18 anos, culmina com 85% da população Venezuelana na linha da pobreza e uma inflação de 741%. 

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Analogamente, desde que Fernando Henrique Cardoso assumiu a presidência da Republica no Brasil em 1995, ele tratou de preparar o terreno para que Luiz Inácio Lula da Silva viesse depois. Alimentou movimentos que posteriormente seriam braços armados do Partido dos Trabalhadores (PT), tais como o Movimento dos sem terra (MST), intensificou a doutrinação socialista nas escolas (seguindo assim a cartilha de seu guru (Antonio Gramsci) e promoveu diversas outras medidas preparatórias ao ponto de, ao passar o bastão do projeto socialista brasileiro para Luiz Inácio Lula da Silva, disse com todas as letras: “Você sabe que este lugar aqui é seu”
A Venezuela levou 18 anos para chegar na miséria total e no Socialismo propriamente dito. O Brasil ainda não chegou a tanto, pois apesar de haver uma hegemonia cultural socialista e um Estado totalitário no sentido administrativo (impostos abusivos, regulações histéricas, intervenções, sufocamento da iniciativa privada, etc., etc.) não há um pleno domínio das forças armadas; bem como das forças militares locais em geral, vocês já ouviram falar em fim da policia militar? Pois então… Os Esquerdos querem muito, para que haja uma só força nacional armada, subordinada a um governo central, federal, como há na Venezuela. Aliás, é justamente este conluio entre poder político, poder econômico e forças armadas que faz com que o povo venezuelano não tenha nenhuma opção.
A nossa miséria não é total mas estamos chegando lá. O Estado intervencionista não se cansa de falir empresas. Isto faz crescer o numero de desempregados que ainda são espoliados por altos impostos. O discurso cada vez mais marxistas inclusive de militares preocupa, e as campanhas de demonização das policias militares locais ganham cada vez mais adeptos. Estaríamos caminhando para a extinção dos poderes armados Estaduais e um conluio militar federal semelhante ao Venezuelano? Seriam os 12 milhões de desempregados e as prateleiras cada vez mais vazias dos supermercados um prenúncio do que ocorre na Venezuela? Aguardemos cenas dos próximos capítulos…


Rodrigo Miceli


Os moradores pediram?

Comlurb retira placas que homenageavam PMs mortos no Rio.
ONG responsável diz que foi surpreendida e que vai continuar se manifestando.

          Placas homenageavam as dezenas de policias mortos este ano no Rio

As placas em homenagem aos PMs mortos colocadas no entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul do Rio, foram retiradas pela Comlurb. Cada placa tinha o nome de um PM, e foram colocadas no fim de julho pela ONG Rio de Paz.
A Comlurb retirou as placas na madrugada de quarta-feira (16). A ONG quer entender por que não foi avisada da retirada do material.
Em nota, a Comlurb disse que tirou as placas depois de receber inúmeras reclamações de moradores. De acordo com a nota, o material está guardado e à disposição da ONG.


O único símbolo deixado no lugar foi a bicicleta colocada para homenagear o médico Jaime Gold, assassinado enquanto pedalava pela Lagoa.
As placas vinham sendo atualizadas constantemente pelos organizadores das homenagens aos policiais. Na segunda-feira (14), placas com os nomes dos PMs mortos no fim de semana e do policial civil Bruno Buhler, que morreu no Jacarezinho, vítima de um tiroteio, haviam sido instaladas.
Se a COMLURB retirou as placas a pedido de “moradores”, deve haver o registro de quem ou da Associação que fez o pedido. E isso deve ser divulgado, já que a empresa não pode arcar com a responsabilidade perante a opinião pública, que a cada dia se mostra mais preocupada com estas mortes e que ela também é vitima.
A bicicleta do médico morto continuou lá. Pergunto: Vale a pena morrer por esta gente?

terça-feira, 15 de agosto de 2017

As noticias ecoam, mas não se toma conhecimento.


É fato e notório o que acontece desde sábado em Éden, São João de Meriti, localidades Bacia, Castelinho e Padaria Queimada. Os tiros ecoam, todos ouvem, menos as “autoridades” responsáveis em prevenir que algo de mal aconteça contra os moradores ordeiros. Nada de Força Nacional, nada de Forças Armadas e muito menos Polícia, que há muito tempo também passou a ser vitima de traficantes.

Ajuda só foi imediata quando atingiu o SindiCarga, que ameaçou deixar o Rio de Janeiro desabastecido por causa dos constante roubos a veículos de carga. Mas a população? FODAM-SE!!! Sabem, nada fazem e deixam acontecer.

Áudios que circulam dão conta de que outra facção invade essas localidades e já ocupam os pontos de venda de drogas e, assim como o Estado permitiu a expansão do tráfico para aquelas localidades com seu projeto de UPP, hoje permite que uma guerra se anuncie sem que nenhuma providencia seja tomada.

Eles estão lá, homens e mulheres armados de fuzis, formando barricadas e ameaçando e/ou hostilizando moradores. Os da facção anterior fugiram, mas de Vila Norma se organizam buscando apoio de outras localidades para retomar o território perdido.

Existe um serviço de inteligência que monitora tudo isso? Dizem que sim, mas não vejo funcionar em defesa dos moradores da baixada, hoje infestada de tudo quanto é especialidade do crime.


Quando o Secretário de Segurança Pública do estado do Rio de Janeiro tece suas criticas aos parlamentares, o faz com razão, pois, estão no Congresso tratando só da defesa de bandidos, seja dos eleitos, seja dos narcotraficantes.


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Mulher presa com oito armas foi liberada pela justiça.

Enquanto isso nosso Código Penal de 1940 vai deixando brechas para que juízes sem compromisso libertem bandidos armados de uma pena, como também os partidos narcotraficantes, se desdobram para que as penas não se agravem, principalmente no uso pela sua mão de obra marginal, dos modernos fuzis importados.

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A merda criticando o cocô.

Maia rebate secretário de Segurança do Rio: "Não pode ser tão irresponsável"

Rodrigo Maia rebate secretário de Segurança do Rio: "Não pode ser tão irresponsável"

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), rebateu em seu perfil no Facebook as críticas do secretário de Segurança do Estado do Rio, Roberto Sá, que cobrou uma reforma criminal. "O secretário de Segurança do Rio não pode ser tão irresponsável. Com essas declarações ele está tentando transferir para os outros a responsabilidade que é dele. Nós vamos aprovar leis mais duras contra o crime sim, mas a convulsão social que vivemos no Rio não é culpa da legislação. Cadê o policiamento? A sociedade está abandonada e a polícia também. Os bandidos perderam o respeito pelas autoridades. O Rio precisa de gente séria, que fale a verdade para a população", escreveu Maia.


No sábado, Sá culpou a legislação pelos ataques frequentes aos policiais militares, citando a pena para porte de fuzil e a progressão de pena para homicídio. "Nós precisamos exigir reforma na política criminal. Eu vejo reforma tributária, reforma política, reforma econômica, cadê a reforma criminal? Essa legislação te atende como cidadão? Você acha que três anos [de pena] inicialmente, para quem porta um fuzil para sair em 6 meses, é razoável? Vocês acham que quem tira uma vida de uma pessoa pode progredir de uma pena de 15 [anos] e sair com cinco, seis anos? Não é razoável. O mundo não trata o crime assim. Sociedade que depende só da polícia para evitar isso é uma sociedade que vai sangrar", disse o secretário, na ocasião.


Embora esteja há anos na cúpula da segurança pública do Estado, Roberto Sá não deixa de ter razão em sua critica ao Legislativo Federal, já que nada ou quase nada é feito para atualizar as Leis e um Código Penal de 1940.

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Semana passada assistimos os partidos narcotraficantes, advogando para as facções criminosas na tentativa de impedir o agravamento de pena por porte de armas de uso restrito, como os milhares de fuzis que assistimos todos os dias matando a polícia e a população.

Por fim, na Câmara dos dePUTAdos uma parte está preocupada em manter um corrupto na Presidência e outra está preocupada em "racionalizar" os custos com a mão de obra de sua principal fonte de renda, o narco tráfico.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Não se iludam com aplausos de intervenção do EB

Seríssima verdade! 

TEXTO ESCRITO PELO CEL. DO EXÉRCITO
CARLOS ALBERTO BASTOS MOREIRA sobre a Intervenção Militar no Rio de Janeiro:
Não se iludam com aplausos de intervenção do EB.
Nós não fomos feitos para isso, a não ser para policiarmos áreas em que já destruímos o inimigo praticamente de maneira total, pelo emprego de nossas armas e poder de fogo.
Não temos o perfil de patrulhar ações pontuais, em área completamente sob o poder do inimigo.
Estão nos colocando (e a nosso potencial humano combatente) numa situação de fragilidade perante a lei do politicamente correto.

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Qualquer militar que atirar e que matar, vai começar tendo sua arma recolhida, para exame balístico.
Isso não existe para nós na guerra, nossa destinação.
Somos totalmente diversos de uma destinação da honrosa policia, por princípios de emprego.
O policial atira se a voz de prisão não for respeitada.
O Exército é feito para atirar primeiro e quem não quiser morrer que se renda. Somos totalmente diferentes, e se não for assim, não funciona e só desmoraliza.
Policia é muito mais capaz de atuar nesses eventos pontuais de desordem.
Nós somos profissionais do aniquilamento, embora muitos tenham perdido a noção desse conceito.
Temo muito por nossos rapazes, soldados, demais graduados e oficiais.... largados numa arena e tendo um braço amarrado.
Não se esqueçam ou por isso me critiquem, repetindo: nós somos profissionais do aniquilamento do inimigo e só somos aptos a patrulhar áreas onde nosso potencial já se fez totalmente sentido.
Não somos policia. Policia é coisa especializada.
Nos somos o caos,
a guerra.
Temo a desmoralização... as armas recolhidas para balística pelos direitos humanos, etc, etc...
Temo o tenente preso e abandonado pelos chefes( como já aconteceu no Alemão )...temo a proximidade de conversas com o inimigo, temo mais um escândalo.
Tanto é assim que no nosso manual de guerra está escrito: "é terminantemente PROIBIDO entabolar conversações com o inimigo. Qualquer tentativa deste, nesse sentido, deve ser repelida pelas armas ".
Como fazer isso sem que a " justiça" não condene o guerreiro, que segue o manual.
Eu gosto de soldados...
E quando uma mãe manda seu filho para servir ao Exército, ela até sabe que ele pode morrer em alguma guerra. Mas jamais se conformará se ele for preso por atirar em vagabundo.


MP do RJ investigando? Piada?

MP vai investigar processo para contratação de jato por Pezão.
      Contrato de Pezão para jatinho de R$ 2,5 milhões causa indignação

A subprocuradoria-geral de Justiça de assuntos cíveis e institucionais do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro instaurou procedimento para apurar o lançamento de um edital para contratação de empresa de táxi aéreo em jato executivo para o governador Luiz Fernando Pezão. O objetivo é apurar se a administração respeita os princípios da economicidade e da razoabilidade.
A notícia de que Pezão lançou licitação de até R$ 2,518 milhões para contratar uma empresa de táxi aéreo para "serviço de excelência ao Chefe do Poder Executivo" repercutiu duramente entre políticos, servidores e representantes da sociedade. 
A contratação milionária no momento em que o estado atravessa séria crise, com servidores com salários atrasados, hospitais em colapso, comércio fechando as portas e universidades em ruínas causou revolta.
Veja a repercussão: 
Chico Alencar, deputado federal (PSOL) - “Completamente absurda essa iniciativa que se coloca contra o que ele mesmo tem declarado, quando fala de cortes e projetos para enxugar os gastos, pois está sempre em Brasília com o pires na mão. Estamos aí com as universidades estaduais estranguladas, inviabilizadas, o Hospital Universitário Pedro Ernesto também. Essa atitude do governador significa desconhecer totalmente a realidade. É quase inacreditável essa iniciativa sob a alegação de que a agenda dele precisa deste serviço especialíssimo de transporte. Nunca o vi reclamar disso em voos de carreira. Esse avião está fora de rota, não merece nem estar na pista, quanto mais decolar.”

Wadih Damous, deputado federal (PT) - “É um acinte. Falta de respeito. O governador está pensando nele e essa atitude mostra que ele tem medo de ser hostilizado nos aeroportos. É mais um ato de desrespeito ao povo do Rio.”

Jean Wyllys, deputado federal (PSOL) - "É uma barbaridade, mas é a cara do governo do PMDB. O estado do Rio de Janeiro não está falido por uma catástrofe natural, mas porque eles faliram. Enquanto tem servidores sem receber e a Uerj em uma situação de asfixia financeira, o governador gasta dinheiro em táxi aéreo, da mesma forma que gastava em um cardápio de luxo para almoçar salmão e frutas exóticas, da mesma forma que dava isenções bilionárias de impostos a empresas amigas. A falência do Rio de Janeiro é o resultado dessa forma impudica de governar do PMDB.”.

Alessandro Molon, deputado federal (Rede) - "Enquanto servidores não recebem seus salários - alguns não têm sequer o que comer -, o governo pretende gastar R$ 2,5 milhões com um jatinho. Numa crise como esta, isso é inadmissível! Não se pode cortar a comida de alguns e manter o conforto de outros. Chega a ser surreal."

Marta Moraes – coordenadora geral do Sindicato dos Professores - "O que ele está fazendo é um grande absurdo. Primeiro foi o SPA, agora é a compra desse jato executivo. Parece que ele esta brincando com a vida dos servidores. Enquanto isso, vejo pessoas aqui no sindicato vindo buscar cesta básica porque não tem o que comer. Várias pessoas sendo despejadas. E aí o governador está 'sambando' na cabeça das pessoas. É um absoluto desrespeito com os servidores sem salário. É uma revolta, e uma indignação muito grande. A prioridade dele está mais do que claro que não é pagar o que deve aos servidores. O que nós exigimos é que ele pague imediatamente os nossos salários. Não é um favor, é um cumprimento da lei."

Carlos Senna Jr. – assessor Muspe - "O estado já está recuperado. Já voltou a receber dinheiro de petróleo, só que não pode usar isso ainda. E sabe o que ele fez semana passada? Ele conseguiu aprovar na Alerj a isenção fiscal por decreto. É mais uma questão. Desde o dia 15 de novembro eles estão concluindo o Arco Metropolitano com dinheiro do estado, e o servidor está passando fome. A gente desconfia que eles estão usando contas não declaradas para poder o dinheiro não ser pego em arresto. Ele já não apresentou nenhum número da Olimpíada, não tem um aumento ICMS, o imposto que estado recebe. É outro gasto supérfluo. E assim vai. Não tem fornecedor reclamando mais, só escola e hospital. Nós temos absurdos aí. Por que não vende nada? Porque 20% da população, servidores, estão sem dinheiro, e não compram, então não gira a economia. O estado está indo à falência. Mas o jatinho tem que ter. Que administração é essa?"
Debora Pio – coordenadora de mobilizações da ONG Meu Rio - "A gente está lançando uma mobilização sobre isso. É um absurdo o Pezão querer gastar esse dinheiro para viajar com luxo e conforto, enquanto servidores estão sem salário. É inacreditável que ele tenha a cara de pau de lançar esse edital."

Dom Antonio Augusto Dias Duarte - Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro - "É um tema delicado, uma vez que a situação econômica do estado está bastante deficiente e creio que nesse momento em que há tantas necessidades dos servidores públicos, um gasto dessa natureza não seria prudente. É uma opinião pessoal, como cidadão dessa cidade. Não é o que o estado necessita agora". 

Padre Alexandre Parciolli – reitor da Igreja da PUC-RJ - "Me parece um ato imprudente diante da situação delicadíssima econômica no estado do Rio. E é necessário encontrar outras vias de transporte para o governador sem este grande ônus econômico para o estado".

Padre Marcos Delizario Ferreira - Paróquia São Conrado - "Eu tenho quase certeza que esse homem agora ficou completamente louco. Agora é um nível de ser mais do que investigado, ele tem que ser tratado. O ex-governador, pelo grau de crimes já demonstrados, cometeu genocídios, pela quantidade de hospitais prejudicados. Agora parece que o seu sucessor tem a mesma pauta, sem sensibilidade nenhuma. É uma situação de crime. As igrejas do Rio estão fazendo campanha para arrecadar cestas básicas para os servidores, mas isso só não soluciona o problema. A Arquidiocese faz com boa vontade, mas o governador tem que pagar as pessoas".

Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj) - "O Conselho considera o edital para o aluguel de jatinho um verdadeiro deboche com a população fluminense. O governo estadual parece desconhecer a realidade de seus servidores, que não recebem seus salários há quase três meses. Muitos, inclusive, precisam enfrentar filas para receber cestas básicas. O governador Luiz Fernando Pezão, que se beneficiaria com os jatinhos, ignora também a situação catastrófica da rede estadual de Saúde - que há meses não tem recebido nem 4% dos 12% da receita bruta, como determina a lei. Com a falta de repasses, acompanhamos com revolta o sucateamento do Hospital Universitário Pedro Ernesto, o encerramento de diversos serviços de assistência à população e a demissão de profissionais de saúde, como é o caso do Hospital Getúlio Vargas, uma das emergências mais importantes do Estado, que demitiu 73 médicos no último mês".
Que o governo do Estado do Rio de Janeiro deve ser investigado é a lógica, mas pelo MP do RJ é cômico. Auditores da Fazendo do Estado desde 2009 fazem denuncias sobre as irregularidades financeiras do governo PMDB e nenhuma resposta tiveram deste MP.