terça-feira, 15 de agosto de 2017

As noticias ecoam, mas não se toma conhecimento.


É fato e notório o que acontece desde sábado em Éden, São João de Meriti, localidades Bacia, Castelinho e Padaria Queimada. Os tiros ecoam, todos ouvem, menos as “autoridades” responsáveis em prevenir que algo de mal aconteça contra os moradores ordeiros. Nada de Força Nacional, nada de Forças Armadas e muito menos Polícia, que há muito tempo também passou a ser vitima de traficantes.

Ajuda só foi imediata quando atingiu o SindiCarga, que ameaçou deixar o Rio de Janeiro desabastecido por causa dos constante roubos a veículos de carga. Mas a população? FODAM-SE!!! Sabem, nada fazem e deixam acontecer.

Áudios que circulam dão conta de que outra facção invade essas localidades e já ocupam os pontos de venda de drogas e, assim como o Estado permitiu a expansão do tráfico para aquelas localidades com seu projeto de UPP, hoje permite que uma guerra se anuncie sem que nenhuma providencia seja tomada.

Eles estão lá, homens e mulheres armados de fuzis, formando barricadas e ameaçando e/ou hostilizando moradores. Os da facção anterior fugiram, mas de Vila Norma se organizam buscando apoio de outras localidades para retomar o território perdido.

Existe um serviço de inteligência que monitora tudo isso? Dizem que sim, mas não vejo funcionar em defesa dos moradores da baixada, hoje infestada de tudo quanto é especialidade do crime.


Quando o Secretário de Segurança Pública do estado do Rio de Janeiro tece suas criticas aos parlamentares, o faz com razão, pois, estão no Congresso tratando só da defesa de bandidos, seja dos eleitos, seja dos narcotraficantes.


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Mulher presa com oito armas foi liberada pela justiça.

Enquanto isso nosso Código Penal de 1940 vai deixando brechas para que juízes sem compromisso libertem bandidos armados de uma pena, como também os partidos narcotraficantes, se desdobram para que as penas não se agravem, principalmente no uso pela sua mão de obra marginal, dos modernos fuzis importados.

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