sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Provando a tática do PSOL.

Deputado Paulo Ramos tem ataque de ira com cidadão protetora de animais
Parlamentar, de 72 anos, que é oficial da reserva da PM, deu demonstração  explícita de descontrole.


Em um vídeo que circula pela internet, o deputado estadual Paulo Ramos (Psol), oficial da reserva da Polícia Militar (PM) e ex-presidente do Clube dos Oficiais da PM, de 72 anos, deu uma demonstração de agressividade típica de um militar da época da ditadura. Ramos exaltou-se, xingou um palavrão (p...) e gesticulou tanto que chegou a derrubar o celular da mãos de uma das pessoas que conversavam com ele e o também deputado estadual Carlos Roberto Osório.
O parlamentar ficou irritadíssimo ao ouvir uma ex-prestadora de serviços da prefeitura do Rio de Janeiro lhe dizer que não faria parte de um circo, durante explicações sobre as quais ele e o colega de Assembleia Legislativa davam à cidadã. A funcionária trabalhava na Fazenda Modelo, um local de proteção aos animais.  A discussão aconteceu na sexta-feira (18), quando uma comissão especial criada pela Assembleia Legislativa visitou o local para tratar do tema proteção a animais.


Deputado Estadual Do PSOL Paulo Ramos intimidando protetoras na integra.


Tudo começou quando a senhora reclamou que havia ido ao local conversar com um político. Foi quando Paulo Ramos a questiona sobre o que ela era. A servidora respondeu que era “protetora” e que “protetor não é político”, apenas faz políticas públicas.
Foi nesse ponto que o deputado ficou irado e gritou que aquilo "não é um circo, p...! Nós temos responsabilidade". A servidora não se intimidou e contra-argumentou ironizando-o: "Educado, não é?".
O deputado Paulo Ramos divulgou nota oficial na qual alegou que “os oportunistas e os ladrões de cena são hábeis em criar fatos e factóides. Eles (as) não estão comprometidos na luta por qualquer causa.“
No texto, ele continua: “Antes do início da visita, as ladras de cena armaram o primeiro barraco (não filmaram), que foi contornado, tendo em vista o absurdo por elas protagonizado. Iniciada a visita, as oportunistas, que dela não participavam, ficaram na tocaia, procedimento rotineiro dos inescrupulosos.” Paulo Ramos alegou que, ao contrário do que pareceu, ele é quem foi vítima.
Muito diferente do Paulo Ramos que estamos acostumados a ver, a convivência com o partido que abraçou não lhe tem feito bem. Mesmo que sua explicação sobre o ocorrido seja verdadeira, convenham que é a mesma tática usada pelo PSOL, quando vídeos editados são feitos para desmoralizar seu alvo, geralmente a polícia.

Depois de décadas na ALERJ, sua carreira política deve chegar ao final, pois, entre custos e benefícios, saiu bem caro para a sociedade fluminense os mandatos que lhe foram confiados.




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