quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Só otário que não vê


Só otário que não vê ou não quer ver que ONGs e Comissões de Direitos Humanos só interferem para proteger o crime organizado tão logo eles se sintam ameaçados dentro de seu território.

É claro que o Verdadeiro Direitos Humanos devem prevalecer, mas chega um momento em que o combate ao crime se torna uma guerra e numa guerra o inimigo deve ser eliminado. E é isso que não pode acontecer com os que financiam certa ideologia que se mostra cada dia mais agressiva à sociedade.



Dentro da “cumunidades” o crime impera e, embora dezenas, centenas e até milhares de pessoas tenham sido assassinadas, quer por contrariar interesses, por desconfiança e até mesmo durante um embate acusar a polícia, estão acontecendo todos os dias sem que “direitos humanos” tomem conhecimento nem a mídia divulgue.

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Jovens de "cumunidade" obrigados a cavar sua cova para, após, dentro delas, serem mortos, incinerados e enterrados.

Casal de idosos foi morto no Complexo do Caramujo, em Niterói


A estudante Maria Eduarda foi morta dentro da escola, durante fuga de marginais da polícia. Rapidamente uma “trupe” de “direito dos mano” saiu em campo na tentativa frustrada de culpar a polícia.


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Em São Paulo uma Promotora fala sobre as suspeitas de envolvimento de ONG de direitos humanos com o crime organizado, onde policiais mais ativos no combate ao tráfico foram acusados.

No Rio de Janeiro não é diferente, ocrime organizado está representado dentro de todas as esferas do legislativo, os mesmos que insistem da descriminalização das drogas como redução dos custos de seus “cúmplices”.

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O que se vê são “cumunidades” à  serviço do tráfico, que se omitem num gesto solidário para com o policial até mesmo quando ele está gravemente ferido, incentivando inclusive o roubo de sua arma para venda ao tráfico.

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O cara que veste camisa amarela e guiou Freixo e sua comitiva pelos becos da “comunidade” é Rumba, irmão da Sandra Helena, vulgo Sandra “Sapatão”, uma das principais lideranças da facção criminosa no Jacarezinho. Sandra sempre foi braço direito de Lambari, um dos mais violentos traficantes do Rio e Rumba é o elo entre políticos e o CV há muito tempo, sempre foi um representante da facção com voz na política.


Contra bandidos armados, que haja uma forte reação bem mais armada que os extermine de vez.

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