quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Uma GUERRA para enfrentar a "guerra" do extermínio.

99º policial assassinado no Rio de Janeiro, ultrapassando todas as estatísticas de anos anteriores.

Não é com aumento de recompensa, não é como “choro” do Comandante Geral PMERJ num sepultamento de PM, não é com agravamento das penas e muito menos com manifestações pela paz que essa “anomalia” será extirpada. Nada disso comove, nada disso demove os vários interesses com as mortes de policiais, tanto dentro das facções quanto dentro das “facções” políticas.

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Já são varias vozes que declaram o estado de guerra instalado no Estado do Rio de Janeiro, vozes que também podem determinar ações realmente produtivas no cenário, vozes que podem determinar ações de guerra neste cenário de guerra, pois a única linguagem que será entendida e obedecida é o extermínio de quem nos extermina. Simples assim, matar para não morrer.


Vimos um grande aparato montado após o assassinato do policial da CORE, o Xingú. A Polícia Civil, como a PMERJ estão ligadas hierarquicamente a um mesmo comando, o Secretário de Segurança Pública. Não é possível que a reação pela morte de um policial militar seja desproporcional a reação que foi desencadeada pela morte do policial civil, inclusive com aumento da recompensa por informações que levem a prisão do assassino.

Cobre REAÇÃO ou seu comando a quem seja realmente um Comandante Policial.

A guerra não é da PM, não é da PCERJ, não é das Forças Armadas, a guerra é de todos nós  contra o crime instalado no Estado do Rio de Janeiro; seja pelas facções criminosas ou pelas “facções” políticas.


Diferente da Polícia Civil, o Comandante PMERJ, apesar das “lagrimas de crocodilo” durante os sepultamentos de policiais militares, continua, ao invés de determinar REAÇÕES nesta GUERRA, a prender o policial militar flagrado reagindo quando provocado, xingado e ameaçado neste cenário de GUERRA psicológica montado por traficantes  e segmentos políticos interessados.

#PARTIUGUERRAJÁ!


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