sábado, 30 de setembro de 2017

IMPROPRIEDADES E GROSSERIAS NA PÁGINA 2


A página 2 de importante jornal de circulação nacional é ocupada, nas segundas-feiras, por coluna de famoso jornalista brasileiro. Ele mantém, há algum tempo, um blog bastante lido e comentado. Sempre é possível questionar o espaço que concede a articulistas de esquerda, mas, vez por outra, até aparece alguém de viés contrastante.

Na coluna do dia 25 de setembro o autor da mesma, titular dela e do blog, sob o título “Que todos se lembrem!” comete uma série de impropriedades e grosserias ao comentar as palavras proferidas pelo General Mourão em palestra realizada em ambiente fechado.
As impropriedades dizem respeito ao modo pelo qual avalia o fato histórico ocorrido em março de 1964 no Brasil e o que se seguiu a ele por 21 anos.

Blog do Noblat - Que todos se lembrem!

No dizer do insuspeito jurista Ives Gandra da Silva Martins o 31 de março de 1964 representou o ápice de uma reação democrática da sociedade brasileira contra os desmandos de um governo que conduziria o país ao caos, à desordem e a uma ditadura comunista tão em moda na época. As Forças Armadas talvez tenham sido as últimas a aderir e só o fizeram quando ameaçadas pela quebra dos princípios fundamentais da hierarquia e da disciplina.

Ainda Ives Gandra, didática e juridicamente destaca, que se seguiu um regime de exceção. Outros historiadores e estudiosos ousam até dividir os 21 anos em períodos distintos: de 1964 a 1968, de 1968 a 1979 e de 1979 em diante. Eles são facilmente explicáveis, mas deixo para outra oportunidade para não alongar muito o texto.

O artigo 142 da Constituição, como de resto todo este diploma legal, é pleno de interpretações. Muitos estudiosos afirmam que ali está prevista a “intervenção constitucional das Forças Armadas”! Não vou me aprofundar! Mas, quem questionou o General Mourão em sua palestra o fez nesse sentido e assim foi que ele respondeu e opinou. Que se ouçam os doutos magistrados do STF ou os acadêmicos da ABL para compreender o texto à exaustão.

O articulista deve saber de tudo isso. Somos quase da mesma idade. Acompanhou, como eu, a vida nacional em todo o período considerado. Assim sofisma sobre os efeitos que o regime de exceção promoveu na sociedade brasileira, minimizando os aspectos positivos e maximizando os aspectos dúbios, como por exemplo, os episódios relacionados à guerra interna. O Estado foi atacado e utilizou-se de seus agentes para se defender. Excessos foram cometidos? É possível, mas o Estado tem a prevalência da força. E nunca houve uma política de Estado para cometê-los. Cel Ustra jamais foi condenado por tortura. 

As grosserias do articulista dirigem-se aos militares em geral, ao Comandante da Força Terrestre e aos oficiais generais do Alto Comando do Exército, particularmente ao General Mourão. Pouco sabe sobre os estudos continuados de cenários e situações que a Força realiza por obrigação constitucional. Confunde espírito de corpo com corporativismo. Deveria ler Servidão e Grandeza Militares. Desconhece que militar não é servidor público. Ao que eu saiba este não jura morrer pela pátria. E finge desconhecer que os brasileiros têm as Forças Armadas como as instituições mais confiáveis da nação e não as temem. O brasileiro sabe que o soldado é um dos seus, sempre pronto a emprestar-lhe a mão amiga ou o braço forte.

Para finalizar afirmo que o jornalista desconhece a história pátria, em especial a republicana, ou a estudou sob a ótica do revisionismo gramscista, ao menosprezar a participação dos militares durante o período.

Concluo afirmando que o Brasil está numa quadra histórica difícil, na qual o crime se institucionalizou. Os brasileiros anseiam que as eleições de 2018 e a atuação dos juízes possam significar uma mudança no rumo do país. Que se possa superar a crise ética e moral e estabelecer um plano estratégico para o desenvolvimento da nação, em prol da sociedade brasileira.


Cel Marco Antonio Esteves Balbi, Clube Militar

Quem é Raquel Dodge?

Quem é Raquel Dodge, a ‘centralizadora’ que substituirá Janot na PGR.

A subprocuradora-geral Raquel Dodge é a primeira mulher a comandar a Procuradoria-geral da República (PGR), tendo substituido o procurador Rodrigo Janot.
Dodge foi a segunda mais votada da Lista Tríplice da Associação Nacional dos Procuradores da República, entregue na tarde de quarta-feira ao presidente Michel Temer. Horas depois, o Planalto anunciou sua indicação para o cargo.
A subprocuradora, que é mestre em Direito pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e entrou no Ministério Público Federal em 1987, estava atrás de Nicolao Dino, que era tido como o candidato mais próximo a Janot.
Ela é descrita como alguém de perfil “centralizador” e com reputação “respeitável” no MPF. Segundo procuradores ouvidos pela BBC Brasil, Dodge não é entendida como uma ameaça à Operação Lava Jato, mas dificilmente será “um novo Janot”.
Nos debates entre os candidatos ao cargo, no entanto, Dodge defendeu a ampliação da operação e prometeu maior celeridade na condução dos processos.
O anúncio veio apenas dois dias depois de Janot apresentar denúncia contra Temer ao Supremo Tribunal Federal (STF) por corrupção passiva.

Tensão

Dentro do MPF, Dodge é tida como alguém que fazia oposição moderada a Rodrigo Janot. O maior enfrentamento público dos dois ocorreu em abril deste ano, no debate sobre uma proposta de Dodge que, para Janot, afetaria o andamento da Lava Jato.
A subprocuradora apresentara uma proposta ao Conselho Superior do Ministério Público para restringir o trânsito de procuradores no Ministério Público Federal.
Atualmente, procuradores de quaisquer unidades podem ser realocados para outras coordenadorias ou equipes exclusivas de determinadas investigações. A maioria dos procuradores da força-tarefa da Lava Jato, por exemplo, foram cedidos por outros Estados.
Dodge argumentava, no entanto, que isso provoca desfalque em algumas procuradorias de Estados, que estão sobrecarregadas de trabalho, e sugeria limitar a 10% o número de procuradores que podem ser cedidos a outras unidades.
Na prática, isso significaria que alguns dos profissionais atualmente alocados em investigações teriam que retornar a seus Estados, caso suas procuradorias de origem estivesse desfalcadas. Segundo Dodge, as forças-tarefa da Lava Jato em Brasília, em Curitiba e no Rio não seriam afetadas pela mudança.
A maioria dos integrantes do conselho votou a favor da proposta, mas Janot se disse “perplexo” com a medida e interrompeu a decisão, pedindo vista.
O procurador disse que não fora consultado sobre um eventual impacto da medida sobre a força-tarefa da Lava Jato, ao que Dodge retrucou dizendo ter falado com ele e tentado marcar, sem sucesso, um horário para discutirem o assunto.
Após a tensão, o Conselho decidiu manter a aprovação da medida, mas com mudanças no texto original. Dessa forma, a regra só vale a partir de janeiro de 2018 e não afetará grupos de investigadores já formados. Em entrevista, Janot disse estar satisfeito com a “flexibilidade” dos membros do Conselho.
Dodge, no entanto, não foi a única candidata à procuradoria que manifestou apoio à proposta. O próprio Nicolao Dino, tido como candidato de Janot, chegou a dizer que as forças-tarefa não podiam implicar em “sacrifícios insuperáveis para as unidades que cedem essas forças de trabalho”.

‘Celeridade’

Em debates entre os candidatos à PGR, Dodge disse que pretende manter o que entende como os três pilares do sucesso da Lava Jato: “ninguém está acima da lei, é possível combater a corrupção com as leis que existem e é preciso ser célere”.
Ela afirmou que o próximo ocupante do cargo deveria aumentar a agilidade da operação e garantir que “que a punição seja mais próxima do crime”.
Após o embate com Janot sobre o trânsito de procuradores, a subprocuradora afirmou ao jornal O Estado de S.Paulo que a Lava Jato “não deve retroceder um milímetro sequer” e se comprometeu a reforçar a operação e ampliar a equipe de procuradores.
Mesmo assim, sua indicação foi interpretada dentro do MPF como um “recado de Temer a Janot”.
Em pronunciamento na terça-feira, o presidente acusou o procurador de buscar “revanche, destruição e vingança” ao pedir ao STF que seja processado por corrupção passiva e disse que a denúncia contra ele seria uma “criação ficcional”.
Em nota, a PGR respondeu que Janot tem “atuação técnica, no estrito rigor da lei” e que a acusação se baseia em “fartos elementos de prova” contra o presidente.

Proteção a indígenas

Durante sua carreira no MPF, a subprocuradora fez parte da 6ª Câmara, responsável por populações indígenas e comunidades tradicionais, e diz que a “proteção especial” ao meio ambiente e aos povos indígenas deve ser defendida pelo MPF.
Dodge, que comandou a 2ª Câmara, responsável por questões criminais, até 2014, também afirma atuar “sob a diretriz de que o Direito Penal é instrumento de proteção de direitos
Entre os prós e os contra, só o tempo nos dirá a que veio Raquel Dodge. Se a servir a Justiça e ao povo ou aos interesses dos corruptos. 

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Cuba apoiou guerrilha já no governo Jânio

Relatório do Arquivo Público do Estado do Rio mostra que esquerdistas buscaram ajuda militar na ilha antes no golpe de 64.


MÁRIO MAGALHÃES

No dia 19 de agosto de 1961, o então presidente da República, Jânio Quadros, condecorou com a Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul o ministro da Economia de Cuba, Ernesto Guevara, o Che.
Provavelmente sem saber, Jânio, que renunciaria seis dias depois, homenageou um dos três principais dirigentes (os outros eram os irmãos Fidel e Raúl Castro) do regime comunista que, meses antes, já incentivava e apoiava a preparação da luta armada contra o próprio governo Jânio Quadros.
O ""abraço de tamanduá" de Guevara (1928-67) em Jânio (1917-92) pode ser presumido pela leitura de um relatório descoberto pela Folha no acervo de memória da política do Arquivo Público do Estado do Rio.
Até agora, os historiadores acreditaram que o suporte do regime nascido com a Revolução Cubana de 1959 a esquerdistas brasileiros começou durante o governo João Goulart (61-64), intensificando-se após o movimento militar de 64. Na verdade, o apoio veio de antes.
Em maio de 1961, o dirigente do PCB (Partido Comunista Brasileiro) Jover Telles escreveu quatro páginas intituladas ""Relatório à Comissão Executiva sobre minhas atividades em Cuba".
No documento, endereçado ao núcleo supremo do CC (Comitê Central) do partido, ele detalhou o dia-a-dia da sua missão. Telles chegou a Havana em 30 de abril de 1961. Deixou a cidade em 23 de maio. No item 12 do relatório, Telles escreveu: ""Curso político-militar: levantei a questão. Estão dispostos a fazer. Mandar nomes, biografia e aguardar a ordem de embarque".

Pedido de armas
Na mesma época, o líder das Ligas Camponesas, Francisco Julião (1915-99), estava em Havana tratando do apoio cubano à luta armada. No item 13, Telles contou que ""Julião começou a falar em pedido de armas etc. (...) Dei opinião contrária, por dois motivos: a) poderia ser o pretexto para uma grande provocação e para o rompimento de Jânio com Cuba; b) o assunto não estava em boas mãos. Que discutissem o assunto com Prestes (Luís Carlos Prestes, secretário-geral do PCB), quando lá fosse".
Em maio de 1961, também estava em Cuba, conforme o relato de Jover Telles, um dos precursores da guerrilha socialista no Brasil, Clodomir dos Santos Morais, advogado que comandava um grupo de líderes das Ligas Camponesas e pregava -sem sucesso- a adesão do PCB à luta armada. Acabou expulso do partido.
O fundamental da narrativa de Jover Telles é a concordância dos cubanos em promover cursos militares. Embora inédita, essa não é uma informação de todo surpreendente.
""Desde o início (1959) os cubanos estavam convictos de que a luta armada era o caminho da revolução", diz o historiador Jacob Gorender, 78, que em 1961 era membro do CC do PCB. ""Para mim, porém, o relatório é novidade. Deve ter circulado por poucas pessoas."

Adesão
É estranho que a indagação sobre treinamento militar tenha se originado de um dirigente do PCB, agremiação que em 60 realizara o seu Quinto Congresso e rejeitara qualquer tese pró-guerrilha. Nos anos seguintes, mantendo a posição, perderia dirigentes como Carlos Mariguella, Mário Alves, Joaquim Câmara Ferreira, Apolônio de Carvalho e os próprios Jover Telles e Jacob Gorender. Em grupos diferentes, todos eles aderiram -alguns morreram- à luta armada contra o regime militar (1964-85).
Na política de ""exportação da revolução" implementada por Cuba, o Brasil, maior país latino-americano, tinha um lugar importante. Jover Telles foi recebido por Fidel Castro (até o hoje o dirigente máximo cubano), Che Guevara e outros quadros.
O brasileiro teve um encontro reservado com o embaixador da atualmente extinta União Soviética, potência comunista que se opunha à política guerrilheira.
Enquanto conspirava com militantes brasileiros oferecendo cursos militares -e talvez já fornecendo o apoio material que, com certeza, chegaria ao país a partir de 1962-, Cuba tinha em Jânio Quadros um aliado contra a campanha dos EUA para derrubar o governo de Fidel Castro.
Ao receber a condecoração de Jânio, Guevara discursou, no Palácio do Planalto: ""Como revolucionário, estou profundamente honrado com esta distinção do governo e do povo brasileiros". Disse haver ""todo o desejo de estreitar relações".

Gesto
O gesto de Jânio irritou setores das Forças Armadas e serviu de motivo para o recrudescimento da oposição ao seu governo. Em 25 de agosto, sete meses após assumir, o presidente renunciou.
O autor do relatório sobre a missão comunista a Cuba, Jover Telles, não foi encontrado pela Folha. Em 1976, já como integrante da direção do PC do B, ele foi apontado como o delator que levou o Exército a reprimir uma reunião do partido e a matar três militantes.
No começo dos anos 90, Telles estava morando no Rio Grande do Sul. Usava identidade falsa, com medo de que os ex-correligionários o assassinassem. Se estiver vivo, já passou dos 70 anos.
A cópia do seu relatório consta de microfilme com cadernetas de Luís Carlos Prestes (1898-1990) apreendidas pela polícia em 1964. É possível que o relatório estivesse em poder do chefe do PCB.
Sob o comando de Prestes, o PCB permaneceu distante da opção guerrilheira. Até o início dos anos 70, Cuba treinou pelo menos 202 militantes brasileiros em guerrilhas urbana e rural. O regime militar venceu a guerra contra a luta armada.

folha, 8 de abril de 2001




Mais um General se manifesta.

Comandante Militar do Sul se manifesta em 'novo' recado à população, após Mourão.


General Edson Leal Pujol se expressou sobre a situação política em que o Brasil se encontra, após declarações divulgadas pelo general Antonio Mourão.





Um dos mais respeitados generais da cúpula militar doExército Brasileiro [VIDEO]Edson Leal Pujol, resolveu se manifestar sobre a grave crise brasileira, principalmente, devido à #Corrupção desenfreada que atinge a todos os poderes da República, como: Executivo, Legislativo e Judiciário. O #generalEdson Pujol é atualmente, o Comandante Militar do Sul, na hierarquia da instituição.

Entretanto, após toda a polêmica gerada, a partir das declarações do general Antonio Hamilton Mourão, que havia se expressado durante um discurso recentemente, em que chegou a avaliar a necessidade de implementação de uma "intervenção militar" no país, em decorrência do descalabro dos crimes relacionados à corrupção, chegou a vez do comandante sulista das Forças Armadas "mandar" o seu recado.
Vale ressaltar que as manifestações do general Mourão acabaram colocando o comandante-geral do Exército, general Eduardo Villas Bôasnuma verdadeira "saia-justa"em relação ao ministro da Defesa do governo do presidente da República Michel TemerRaul Jungmann. Naquela ocasião, o ministro chegou a pedir que o o general Villas Bôas se manifestasse sobre o caso envolvendo a palestra do general Mourão. Villas Bôas elogiou o militar, mas ponderou que as diretrizes do Exército são dadas por ele (Villas Bôas).

Recomendação do Comandante Militar do Sul

O general Edson Leal Pujol, que goza de grande prestígio no meios militares, resolveu deixar um recado dirigido à sociedade brasileira, principalmente, em se tratando da situação enfrentada pelo país em uma escalada de corrupção sem precedentes nas últimas décadas.
O militar declarou que a população que esteja se sentindo extremamente insatisfeita com a situação do país, que possa ir às ruas se manifestar 'ordeiramente', porem, não para incendiar o pais, não seria isso, segundo o comandante militar.
O general Pujol ressaltou ainda que ele não poderia ir às ruas se manifestar, ao afirmar que seria o povo que tem que decidir qual o país que todos queremos, já que há uma insatisfação geral na nação e ele também estaria insatisfeito". As novas declarações provenientes do círculo culminaram em mais uma grande repercussão e foram dadas pelo general Edson Pujol, na Associação Comercial de Porto Alegre no Rio Grande do Sul.
Num determinado momento de seu discurso, o general indagou a todos os presentes, quem estaria insatisfeito com a situação do país e teria ido para as ruas expressar a sua insatisfação e ponderou que se ficarmos todos reclamando, apenas insatisfeitos e inconformados, não vamos mudar as coisas. O general foi ainda mais longe ao concluir que se os nossos representantes não estão correspondendo às expectativas das pessoas, vamos mudar. #Crise no Brasil





Crianças tocam homem nu

Museu de Arte Moderna de São Paulo faz exposição onde crianças tocam homem nu.


O Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) está realizando o “35º Panorama da Arte Brasileira – 2017“, exposição com curadoria de Luiz Camillo Osorio – diretor do Departamento de Filosofia da PUC-RJ – iniciada no último dia 26 de setembro e com término em 17 de dezembro.
Em uma das instalações, os visitantes – incluindo crianças – são convidados a tocar o coreógrafo Wagner Schwartz, o qual se encontra nu na instalação. De acordo com o site do MAM, “o coreógrafo apresenta La Bête, performance em que ele se torna um Bicho de Lygia Clark e pode ser manipulado pelo público”.
Em um registro feito pelo público, é possível ver que uma criança é incentivada a tocar o homem nu:


ilisp 

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Fomos e fizemos!


Eliminamos um problema, o PT no poder. Na era PT trilhões foram emprestados, sem retorno, a ditadores mundo afora. Era tanto dinheiro que a parceria resolveu dar um “golpe”. Não um golpe Constitucional, mas um golpe na parceria.



Após a era PT veio o PMDB, não preocupado em corresponder aos ditadores que se fartaram com nossa grana, mas preocupados em arrastar o povo brasileiro num sacrifício de vida para sustentar sua ganância em se locupletar do erário público. Assim, querem reforma da previdência para tapar o rombo que eles mesmos fizeram e querem mais dinheiro do nosso bolso para ajudar a eleger quem irá nos roubar mais após sentar no Congresso Nacional.

O povo entorpecido reclama, mas não se dá conta de seu futuro. Brasileiros estão há anos nas ruas, quartéis e praças tentando alertar sem ter a devida atenção. Hoje, um General voltou a alertar que é necessária uma Luta Patriótica, uma luta para restabelecer nossa Soberania e Democracia, uma luta para retornar o poder ao povo. Mesmo se for preciso armas, as quais a Mão Armada se fará presente.


No 7 de Setembro demos umas “alfinetadas”, levando para a Avenida Presidente Vargas melancias e uma faixa com os dizeres: “Precisamos de Generais com” e um saco roxo ao lado. Eles apareceram e junto a eles outros generais que, embora tenham o “saco” com talquinho, estão mostrando um Patriotismo ainda latente.




Hoje nosso cenário foi a Av. Francisco Bicalho, em São Cristóvão no Rio de Janeiro, de onde em cima da passarela expusemos PATRIOTISMO. PATRIOTISMO que foi correspondido com intensas buzinadas de apoio. Claro que dentre essas dezenas de milhares que passavam com destino ao trabalho e que apoiaram, houve uma meia dúzia de três que, como qualquer vagabundo comunista sem argumentos, fez aquele sinal que eles gostam tanto de fazer, no que foram vaiados pela maioria.




Tudo registrado em fotos e vídeos que irão percorrer as redes sociais até Brasília e no exterior, de onde a mídia se mostra mais fiel do que a nossa que mente e omite informação. O comunismo continua a nos rondar, como também os saqueadores das riquezas do povo brasileiro.



Outras mobilizações estão em planejamento e sempre certeira em seu público. Público esse que não exclui os militares de nossas Forças Armadas.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Um comunista sempre um comunista!


Ricardo Boechat, vez ou outra, acerta uma “bola dentro”. Mas quando erra, erra feio! Erra pela sua estupidez, pela sua ignorância, pela sua insistência em ser mais um comunista tentando fazer a cabeça das pessoas.
Contrariando a tudo que se sabe, que se pensa, desandou a falar merda sobre os militares; tudo embalado por seu ressentimento da fala verdadeira do General Mourão.

Acompanhe sua fala:


Certa feita, Boechat falava sobre o fim do embargo dos Estados Unidos a Cuba, culpando pela mazelas da ilha caribenha. Esquecendo-se que o embargo era só dos Estados Unidos, estando o resto do mundo liberado para negociar, fazer turismo e investir naquele país que Fidel transformou em merda.

Boeacht afirmou ter “certeza” de que, se mudanças políticas são mesmo desejáveis em Cuba (algo que ele não necessariamente concorda), então o embargo deveria terminar mesmo, pela lógica dos americanos, uma vez que a melhoria econômica seria vantajosa para tais mudanças. Por quê? Não sabemos, e Boechat não diz. Para ele, com os cubanos melhorando de vida, eles poderão decidir melhor os rumos políticos de seu país. Será que Boechat ignora que há uma ditadura opressora em Cuba? Será que ele não sabe que os cubanos não têm voz nos rumos de seu país, pois são tratados como escravos pelo regime?
Em suma, há muita coisa que Boechat ignora sobre Cuba. Como, aliás, muitos jornalistas e “intelectuais” brasileiros. O motivo, sabemos: as emoções turvam a razão, e Cuba representou, para toda uma geração utópica, o sonho igualitário de “justiça social”. Contra tal crença dogmática os fatos não podem muito. É assim que um psicopata assassino como Fidel Castro ainda consegue despertar suspiros e elogios por seu “humanismo”, enquanto os “malditos ianques”, que sempre preservaram amplo grau de liberdade individual, são sempre condenados. Ainda que seu consumismo burguês seja, na prática, demandado e visto como tábua de salvação para a miséria produzida pelo socialismo igualitário.
Em tom irônico inicia sua critica, lastreada por sua ignorância ideológica. É certo que estamos em outros tempos, mas o perigo que nos ronda é bem pior que em 64, pois, além do comunismo anos rondar, temos as instituições “aparelhadas” dando suporte a tudo, inclusive a algo tão ou mais grave; o empobrecimento, a morte e o desemprego do povo brasileiro. Ladrões, em simples ladrões se tornaram os que ocupam os Poderes.

Políticos de hoje ligados a organizações criminosas

Quando você se refere a “ditadura militar” que durou 20 anos, a demora se deu por culpa exclusiva dos que você defende, que colocou imbecis pegando em armas, matando, explodindo, insistindo numa guerrilha urbana e no interior para que uma ditadura do proletariado, como muitos já afirmaram, ser o objetivo.

Se militares se desviaram da lisura na vida pública, foram devidamente punidos, como bem mencionou o caso do Almirante, e lembre-se, Castelo Branco ao saber que seu irmão, funcionário da Receita, recebera um carro Aero Willys, procedeu como o relato abaixo:

O presidente telefonou mandando que ele devolvesse o carro. 
O irmão argumentou que se devolvesse ficava desmoralizado em seu cargo.
O presidente Castelo Branco interrompeu-o dizendo:
- “Meu irmão, afastado do cargo você já está! Estou decidindo agora se você vai preso ou não”.

Figueiredo já dizia, no que menos os políticos pensam, é no Brasil.


Boechat, procure manter sua credibilidade. Se as empreiteiras citadas ganharam muito dinheiro durante o governo militar foi porque trabalharam muitos nas obras de infraestrutura que até hoje são utilizadas sem acréscimo feito pelos governos civis de ladrões que vieram a seguir.


Há nos registros da Lava Jato o depoimento de Emílio Odebrecht, dizendo que: "não ganhou um centavo ilícito durante o governo militar, não havia brecha para isso".

Como todo comunista Boechat, você jogou "acusações" para sua platéia. Mas existe uma platéia bem maior, mais atenta, uma platéia que apoia incondicionalmente o General Antônio Hamilton Mourão,


Que idolatremos nossos Heróis que salvaram a Nação Brasileira em 64, diferente de você que apoia os que idolatram assassinos, torturadores e "justiceiros" que um dia quiseram transformar esta Nação numa DITADURA nos moldes do que é Cuba há 50 anos,




'Somos um partido ou uma seita guiada por uma pretensa divindade?'


Ex-ministro fez duras críticas ao partido e ao ex-presidente Lula; 'Somos um partido ou uma seita guiada por uma pretensa divindade?', escreveu ele.


Por meio de uma carta, o ex-ministro Antônio Palocci se manifestou nesta terça-feira (26) pedindo desfiliação do Partido dos Trabalhadores (PT). Endereçado à presidente da legenda, senadora Gleisi Hoffmann, o documento tem quatro páginas, nas quais estão descritos os motivos que o levaram-no a abandonar o partido que foi um dos fundadores.

No texto, Palocci faz diversas críticas ao partido e ao ex-presidente Lula. Entre elas, o ex-ministro conta que achou estranho a abertura do processo contra ele na Lava Jato, não por sua condenação, mas pelas declarações contra o ex-presidente.  “Pensava ser normal que o partido procurasse saber as razões que levaram a tal condenação e minhas eventuais alegações. Mas nada recebi sobre isso", escreveu em sua carta.
Mesmo sem entrar em detalhes sobre o que sabe a respeito de ilegalidades – pois ainda está negociando um acordo de colaboração premiada com a Justiça -, ele ressalta que todo o conteúdo do depoimento criticado pelo partido descreve apenas a verdade dos fatos.
"De qualquer forma, quero adiantar sobre as informações prestadas em 06/09/2017 (compra do prédio para o Instituto Lula, doações da Odebrecht ao PT, ao Instituto Lula, reunião com Dilma e Gabrielli sobre as sondas e a campanha de 2010, entre outros) são fatos absolutamente verdadeiros", declarou.

O ex-ministro acredita que, em breve, tudo será esclarecido pelos próprios integrantes do PT. "O próprio Lula irá confirmar tudo isso, como chegou a fazer com o 'mensalão', quando, numa importante entrevista concedida na França, esclareceu que as eleições do Brasil eram todas realizadas sob a égide do caixa dois, e que era assim com todos os partidos".

Referindo-se a Lula, ele desafiou: "até quando vamos fingir acreditar na autoproclamação do 'homem mais honesto do País' enquanto os presentes, os sítios, os apartamentos e até o prédio do Instituto (!!) são atribuídos à Dona Marisa?'
O PT aceitou o pedido e desfiliou Palocci da sigla poucas horas depois. "Política e moralmente, Palocci já está fora do PT", afirmou em nota a presidente do partido, Gleisi Hoffmann.




terça-feira, 26 de setembro de 2017

“DA DEMOCRACIA E DA INTERVENÇÃO”


Todas as vezes que se agitam, quase histéricos, setores da mídia e políticos, diante de uma suposta pregação de intervenção por parte de autoridade militar, penso em expor a minha visão sobre o sensível assunto. Por ser particular e de foro íntimo, evidentemente não pretende ser consensual, muito menos técnica e precisa, mas é, absolutamente, sincera e baseada na experiência de alguém que viveu quase toda a sua existência, desde muito moço ainda, no ambiente militar, tendo incorporado dele todos os valores éticos e morais que procura praticar e transmitir.


Em primeiro lugar devo dizer, e isso posso afirmar com toda a convicção e certeza, que os militares conhecem, e muito bem, os males que a interrupção de um regime ou de um governo legalmente constituído por meio de uma intervenção, seja ela fardada ou não, causa a um país. E, ainda, que nunca, nos anos de nossa formação nos bancos da Academia Militar ou em qualquer outra escola de aperfeiçoamento ou de altos estudos durante nossas carreiras, esse foi um tema tratado ou apresentado por nossos mestres, como solução para os eventuais desvios de governantes ou como substituto da vontade popular expressa através do voto.


Ao contrário, das virtudes da Democracia, sim, dessa sempre ouvimos falar, e não somente falar, fomos impregnados dos seus princípios e valores fundamentais; aprendemos a respeito da índole democrática do povo brasileiro, e foi por isso que em sua defesa, em diversas ocasiões, deixamos nossos quartéis para lutar dentro e fora do nosso território.




O militar está longe de ser intervencionista ou golpista, termo preferido por alguns detratores, somos, sim, patriotas, expressão em desuso e que não poucos, infelizmente, chegam hoje a manifestar constrangimento de invocar; para nossa vergonha. Amamos nosso País, veneramos seu passado histórico, seus símbolos sagrados, suas lutas, suas conquistas e seus heróis, seguidamente menosprezados e que maus brasileiros tentam transformar em vilões, valendo-se de um nefando revisionismo, claro destituído de qualquer fundamento que o justifique.


Também somos cidadãos, e bons cidadãos, sob os uniformes que ostentamos. Na ativa ou na reserva. É só por isso que, como a MASSA da sociedade brasileira, hoje, temos não só o direito, mas também o dever de nos indignarmos com tudo o que vemos. Quem não o fizer, mesmo sabedor dos riscos decorrentes por força de limitações regulamentares ou legais, desculpe-me, é desinformado, mal-intencionado ou alienado. Não pode haver hoje quem não solte seu grito de horror, de desejo de mudança, de justiça contra todos aqueles que, com o poder dos cargos públicos que exercem, em todos os níveis, a começar pelos líderes dos próprios poderes constituídos, ou por qualquer outro meio, levaram o nosso o Brasil à iminência do caos político, social e econômico, impondo sofrimento à sua gente e ao descrédito diante do mundo.


Desafio qualquer um dos integrantes da mídia ou do apodrecido meio político que aponte uma só autoridade militar no serviço ativo que, nos tempos que vivemos, tenha pronunciado ou discutido o termo intervenção sem que seja para dar resposta à provocação específica partida de representantes dessa sociedade sofrida, hoje ameaçada pelos crimes que vêm sendo cometidos por seus próprios governantes.


E as respostas, que não podem deixar de ser dadas por essas autoridades, verdadeiros cidadãos fardados, repito, invariavelmente, e diferente da interpretação quase doentia dos histéricos a que me referi acima, têm sido sempre na direção de lançar um alerta sobre os riscos que todos corremos se não formos capazes de extirpar com os meios legais que dispomos, as razões das insatisfações e os criminosos que as ensejaram.


Melhor, se todos que desejam, sinceramente, um Brasil mais digno, concentrem seus esforços no sentido de eliminar os motivos da tragédia, e da vida pública, os responsáveis, todos criminosos, que tornaram inevitável e mais do que explicável o entendimento de parcela cada vez mais acentuada da sociedade de que só pela intervenção teríamos a chance de um recomeço.


Como ficou longo, a seguir, numa próxima ocasião, ainda numa visão muito particular, gostaria de passar aos amigos a experiência vista e vivida que terminou por me convencer que é irrelevante alguém, por alta autoridade que seja, afirmar se vamos ou não vamos, diante dessa realidade, seguir por esse ou aquele caminho, legal ou não. São muitos, e por vezes fora do controle, os atores, fatores e aspectos intervenientes. Não haverá volta sem que os políticos e governantes reconheçam de uma vez que só imporão respeito se respeitarem seus representados. Do contrário tem, sim, a Nação e seu Povo, todo o direito de repudiá-los.



Gen Gilberto Rodrigues Pimentel - Presidente do Clube Militar




Nem "Santo Amarildo" dá jeito agora.

Quando o Major Edson Santos era o Comandante, a Rocinha vivia uma outra realidade, na qual ele detinha a legitimidade perante seus comandados e os moradores (pessoas do bem) da comunidade. 


Ele não era um chefe, era um LÍDER que entusiasmava seu efetivo, cobrava o previsto sem humilhar ninguém. Sua destreza e perspicácia faziam com que a UPP – Rocinha, sozinha, realizasse o dobro das ocorrências do somatório de todas as outras 37 UPPs juntas.

Ele não fazia mais do mesmo, fazia o mais com menos! Mas é claro que com uma política suja dessa uma pessoa de boa índole não poderia acabar bem. E não foi só para o major Edson Santos que essa “politicalha” foi prejudicial, mas para todos nós, que junto a ele, fizemos o possível e o impossível para tornar a maior favela da América Latina um dos melhores lugares para se viver.



Portanto, o que resta para nós que trabalhamos ombro a ombro com ele, é uma imensa frustração guarnecida por uma imensa nostalgia sem limites e, para os moradores da Rocinha, fazer preces ao “Santo Amarildo”, quem sabe ele possa fazer o “milagre”.

Texto escrito por quem trabalhou com o major Edson


Resta para nós, sociedade,uma reflexão. Reflexão que pode ser estendida aos moradores da Comunidade Rocinha que acreditaram num sonho, um sonho de empreender na comunidade, um sonho de ter bares, restaurantes, pousadas para turistas desfrutarem da vista maravilhosa, um sonho que hoje se torna PESADELO,  O pesadelo de ver tudo que construíram se perder em meio aos projéteis de diversos calibres de guerra destruindo tudo que foi investido.


Sabe aquele "tour" que uma empresa fazia na comunidade? Aquele que levava turistas em em em veículos tipo Jeep para gastar seus Dólares nos diversos atrativos? Acabou! Levarão anos para que a credibilidade retorne ao local.

Não deve ser difícil apontar o/os responsáveis pela bancarrota da Rocinha. São os mesmos que conseguem transformar bandidos em mocinho, usando este artifício contra o ultimo obstáculo entre eles e o domínio de uma comunidade incauta, a POLÍCIA.

A "automação" chegou no tráfico.

“Empresários” do pó, embora financiem alguns partidos de esquerda no País, se quedaram a automação para atender a demanda do mercado. Claro que isso vai causar grande desemprego no setor, o pessoal da “endolação” vai pra rua sem direito a nada!

Polícia encontra máquina que embalava 120 kg de cocaína por dia em casa em SP



A polícia apreendeu uma máquina de embalar cocaína em uma casa de classe média alta na Vila Alpina, Zona Leste de São Paulo, nesta segunda-feira (25). Duas mulheres e um homem foram presos.


Na residência funcionava um laboratório de fabricação de drogas. Segundo a Delegacia de Investigações de Entorpecentes, a máquina tem capacidade para embalar 120 kg por dia.