domingo, 10 de setembro de 2017

Santander, um banco sem respeito.

O Santander Cultural está sediando a exposição Queermuseu, na cidade de Porto Alegre.



Ao todo, são cerca de 270 obras que promovem a pedofilia, a pornografia e diversas outras afrontas à população.

O presidente da instituição, Sérgio Rial, emite a narrativa de que “a exposição “está ancorada em um conceito no qual realmente acreditamos: a diversidade observada sob aspectos da variedade, da pluralidade e da diferença”, que cada vez mais ganha “atenção por parte da nossa organização”, segundo consta no encarte de apresentação.



Ele diz querer com isso o “questionamento entre a realidade das obras e do mundo atual em questões de gênero e suas nuances”.
“Diferentes ângulos de visão e abordagens são fundamentais e extrapolam questões institucionais ou relacionadas ao politicamente correto. Trata-se de um valor para a nossa empresa, pois acreditamos que a diversidade é a impulsionadora da criatividade e da eficiência”, afirma.

Gaudêncio Fidelis, o curador da exposição, diz que “objetivo é propiciar um campo de investigação sobre o caráter patriarcal e heteronormativo do museu como instituição”, “pensar fora da norma”, “provocar um deslocamento, ao menos temporário, no conceito de museu como instituição”.

O detalhe é que este é um projeto desenvolvido pela Lei de Incentivo à Cultura, com apoio do Ministério da Cultura e Governo Federal, ou seja, é dinheiro tirado dos pagadores de impostos.

Jornal Livre

3 comentários:

  1. Depois de vários protestos este lixo de exposição foi encerrado. Iria até outubro.

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