sábado, 14 de outubro de 2017

Temos inimigos internos?

Major Alexandre Frugoni

Sabe qual o maior problema da instituição PMERJ? É que sua corregedoria é presepeira, é pirotécnica, quer simplesmente aparecer para o Comandante Geral, que por sua vez é ineficaz e inoperante.

Nenhuma outra corregedoria faz tanto alarde quando efetua prisão de seus administrados, a PRF só este ano já efetuou a prisão correcional de mais de 15 agentes; a PRF teve 5 delegados de São Paulo presos, a Polícia Civil abriu inquérito para investigar mais de 50 policiais. E qual deles você viu na mídia fazendo “pirotecnia”? Qual deles você viu estampado nas paginas de jornais?

A Corregedoria PMERJ além de fraca, com comandantes que estão lá somente pela patente que ostentam, sem conhecimento técnico especializado sobre o assunto que administram. Abrem IPM, Sindicâncias e Averiguações ou prendem um policial, muitas vezes arbitrária e irregularmente e deforma espalhafatosa, com ares de “cinematografia”, tão somente para aparecer para seus superiores e/ou políticos.

Prova disso é que mais de 65% dos casos os policiais são inocentados, pois, consegue comprovar a verdade e a inconsistência das acusações que lhe são impostas. Mas, até a comprovação de inocência, o policial já passou por inúmeras humilhações por sua grande exposição diante das mídias escritas e televisivas. Para piorar, 95% destes humilhados não tomam nenhuma atitude contra seus “algozes” arbitrários e/ou ilegais.

Passou da hora de o Comandante Geral rever o conceito de Corregedoria, pois a que temos é tão amadora, possui tão ou menos conhecimento que um aluno de 1º semestre do curso de direito. Isso prejudica em muito a imagem da Corporação, essas prisões “circenses” e espalhafatosas, contribuem diretamente para o descrédito da imagem da polícia do Rio de Janeiro. Enquanto todos estiverem preocupados em aparecer objetivando serem vistos nas futuras promoções, a finalidade do verdadeiro efeito correcional nunca será alcançada.

Escrito por ex-policial militar e hoje advogado e professor de Direito Constitucional.

CintPMERJ e CGU não valem o que custam aos cofres públicos


Seria um "ranço" impregnado para destruir a Corporação?

Primeiramente bom dia, escrevo esta carta aos doze dias do mês de outubro de 2017, porque não podemos deixar de comentar sobre a operação covarde realizada pela corregedoria da polícia militar ontem na sede da UPP CAJU e Vila Kennedy.
Vamos aos fatos:
As Unidades de Polícia Pacificadora estão cada vez mais falidas, sem apoio do estado e também da própria polícia militar, falta armamento, falta munição, falta, o carregador das armas estão ruins e então as armas apresentam panes por não apresentar um novo cartucho na câmara, as armas estão ruins, não temos armamentos não letais (hoje concentrados no choque, que depois de estourar uma manifestação demora cerca de uma hora e meia até chegar ao local), poderíamos ficar falando o dia inteiro dos óbices e da falência da polícia militar e das UPPs, mas achamos que todos nós, policiais militares, a sociedade e vocês “policiais militares” da corregedoria já percebemos isso.
Então gostaríamos de avisá-los, pois sabemos da dificuldade de vocês em conhecer a real polícia, mas vamos lá: hoje a Polícia Militar só FUNCIONA no combate à criminalidade, pois policiais de praticamente TODAS AS UNIDADES OPERACIONAIS, apreendem munição pra usar durante confrontos intermináveis, pois a POLÍCIA MILITAR NÃO TEM MUNIÇÃO, apreendem carregadores de armas para utilizarem pois os da POLÍCIA MILITAR NÃO FUNCIONAM MAIS, e colocam em risco a vida de policiais militares que estão se arriscando diariamente.
Quantas vezes as bases das UPPs foram atacadas nos últimos anos?! Não só por criminosos armados, mas também por moradores insatisfeitos pela morte de algum bandido que era querido pela comunidade?! Quem resolve?! Não sei se sabem, mas é a própria UPP que resolve, vão utilizar armas letais para conter crianças?! Mulheres?! Não CintPm, tem que usar armas não letais, que a PMERJ não tem, então tem que ser dado o jeito.
A verdade é que a polícia militar não tem estrutura pra manter quase nenhuma unidade, salvo as especiais, BOPE, CHOQUE, BAC, GAM... todas as demais dependem da ajuda informal dos empresários que gostam de policiais.
Agora vamos a parte mais absurda, a mancha criada na carreira de um oficial excepcional, o Major Frugoni, competente e comprometido no combate à criminalidade, incansável no cumprimento do dever, resumindo um excelente policial, pois o bom profissional nem sempre é aquele que se faz o que ele deve fazer, mas sim o que ele precisa fazer, então nossas eternas continências ao nosso Major Frugoni.
Não vamos nem entrar no mérito e comentar o caso absurdo e covarde de um dos Ícones e uma lenda da Polícia Militar o senhor Ten Cel Malheiros, um dos melhores e mais competentes oficiais da corporação, foi exonerado por não combater o “jogo do bicho”, sendo que de todas as unidades da polícia militar, o batalhão que ele comandava era o com mais números de ocorrências no combate à contravenção penal, mas gostaria de lembrar a corregedoria que na esquina da sua própria sede tem um apontador do jogo do bicho, quando quiser vão lá.
Por fim, é com grande pesar que afirmamos, hoje lutamos contra o inimigo externo (Criminosos) e os inimigos internos (Correjudaria, ops, Corregedoria), mas uma coisa que jamais vai mudar, o tempo não para é essa corporação é uma roda gigante

Policial Militar

Quem é o Policial Militar Major Frugoni:
Um exímio atirador e um policial que veste a camisa da corporação. As duas características são consideradas as mais marcantes da personalidade do major Alexandre Silva Frugoni de Souza. Em sua trajetória na polícia, ele teve participação ativa na política de pacificação. Antes de ir para o comando da UPP do Caju, onde está desde que a unidade foi criada, ele passou por outras, algumas consideradas críticas, como as do Jacarezinho, da Coroa/Fallet/Fogueteiro e do Adeus/Baiana, no Alemão. Frugoni faz parte da International Defensive Shooting Confederation, entidade voltada para uma modalidade de tiro defensivo que simula cenários da vida real em que todos os participantes, independentemente do país de origem, têm direitos e obrigações idênticos.


O oficial adquiriu, ao longo dos anos, uma reputação profissional que sempre lhe rendeu homenagens. Uma das mais recentes aconteceu em 2015 quando, ao lado de outros oficiais e praças, ele foi premiado pelo seu trabalho, na sede da Coordenadoria de Polícia Pacificadora, em Bonsucesso.
Dado a atos heroicos, o major, em março deste ano, quando estava à frente da UPP Coroa/Fallet/Fogueteiro, ganhou o noticiário ao reagir a uma tentativa de assalto em frente à Uerj, no Maracanã. Ao ver que bandidos tentavam roubar a motocicleta de um homem, Frugoni, que estava à paisana, desceu de seu carro e atirou contra um dos assaltantes. Ele conseguiu recuperar a moto da vítima.

O tráfico comemorou muito as prisões..............





3 comentários:

  1. A muitos anos a PMERJ vem sendo massacrada por essa mídia corrompida, imunda. Parabéns ao dono do Blog por levantar essa bandeira de luta, temos que acordar, alias, ja passou da hora.

    "Tudo o que é necessário para o triunfo do mal, é que os homens de bem nada façam."

    Edmund Burke

    ResponderExcluir
  2. Só pra lembrar o Sr: MAJ , não conseguiu seus méritos sozinho , sempre teve ao seu lado no combate direto , valorosos praças , verdadeiros guerreiros !

    ResponderExcluir
  3. Metade do rio é comandado por PMs milicianos, vocês tem muito mais inimigos do que os pirotecnistas!

    ResponderExcluir