quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Romero Jucá quase agride passageira.

Romero Jucá é hostilizado em voo: "Estancou a sangria?", pergunta passageira.

O senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo no Senado, foi hostilizado na quarta-feira (29) por passageiros que pegavam o mesmo voo que ele, de Brasília para São Paulo. O grupo questionava sobre sua atuação no impeachment e fazia referência à gravação na qual, em conversa com o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, ele destacava a necessidade de "estancar a sangria" , numa referência a deter o avanço da Lava Jato.

Os passageiros também questionavam as reformas do governo Temer, e os acordos feitos para a sua aprovação.
"E aí, senador, conseguiu estancar a sangria, foi?". "Safou seus amigos canalhas? O senhor não tem vergonha?", questionou a passageira Rúbia Sagaz, que gravou toda a discussão.

A passageira ainda se refere à frase que faz parte da conversa divulgada em maio de 2016, entre o Jucá e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, em que ambos fazem referência ao pacto. "Gente, o Jucá, do grande acordo nacional, com o Supremo [Tribunal Federal], com tudo", diz ela ao se aproximar do senador, que está de pé perto a seu assento.
Durante a discussão, Sagaz perguntou se o senador é honesto por ser do PMDB. Nesse momento, Jucá tenta retirar o celular da mão da passageira, que se inclinou para trás e falou para o político não agredi-la. Na ocasião, outro passageiro questionou se Jucá bateria em mulher. Ela foi aplaudida e, Jucá, vaiado. 

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

A candidatura de Bolsonaro não é piada!

Por que a candidatura de Bolsonaro não é piada.


 Entrevista ao General Mourão
Existe alguma possibilidade dos militares voltarem ao Poder? Sim, se eleito! (Respondeu o General Mourão)

Da maneira como vão as coisas, muito deveria mudar na dinâmica das eleições presidenciais para que o ex-paraquedista e ultraconservador Jair Bolsonaro não consiga chegar ao segundo turno. De acordo com quem for seu adversário, e se Lula não puder concorrer, podem acontecer surpresas. Hoje a esquerda sozinha não tem força para freá-lo, e a direita do Governo esta desacreditada ante a sociedade, enquanto as candidaturas de fora da política vão perdendo força.

Mais do que puro folclore, a candidatura de Bolsonaro aparece como catalisadora de frustrações de uma certa sociedade com medo da violência. Existe confiança excessiva no lema “não é possível que um Bolsonaro chegue ao poder no Brasil”. Isso foi dito sobre Trump nos Estados Unidos e antes com Berlusconi na Itália, que chegou ao poder na esteira da operação Mani Pulite contra a corrupção. E na França, caso não surgisse a novidade Macron, é possível que os seguidores ultradireitistas de Le Pen estivessem hoje governando no coração da Europa.

A candidatura de Bolsonaro, sem alguém capaz de capitalizar de forma positiva as esperanças de um país desacreditado para unificá-lo e entusiasmá-lo com o futuro, pode ser menos inócua do que se pensa. Foi chamada de folclórica, dentro do tumultuado cenário político. Não é. Consciente ou não, o militar viu confluir em sua candidatura várias correntes que juntas podem criar problemas aos outros candidatos. A primeira é que se apresenta como o fiador da segurança da população e de maneiras drásticas: “a violência se combate com violência”, “os policiais têm as armas para matar”, disse. E o medo e a violência atravessam todas as classes sociais. Hoje ninguém se sente seguro em um dos países mais violentos do mundo como é o Brasil, o simples cidadão e o que anda blindado.

Os governos, todos, minimizaram no passado o problema da insegurança social, muitas vezes por simples ideologia. Até agora a esquerda e a direita não fizeram da segurança um assunto prioritário em relação a outros problemas. Existiram líderes políticos que chegaram a defender que os bandidos são proletários, já que se originam das classes pobres. Pouco ou nada fizeram contra o crime organizado que se introduziu nas dobras do Estado, contra o desvio das forças policiais aliadas ao tráfico, contra o inferno das prisões, como se a violência fosse um destino para o Brasil, com mais mortes violentas do que algumas guerras internacionais. Tudo isso criou um clima de medo e insegurança, que Bolsonaro sabe explorar como poucos, com sua paixão pelas armas, suas promessas de armar a população e seu lema de que “o melhor bandido é o bandido morto”. Nos Estados Unidos experimentou uma arma que é capaz de matar com um só tiro. Voltou entusiasmado. O verbo matar é prioritário em seu vocabulário pessoal.

Outro afluente aproveitado por Bolsonaro é a sensação de que a corrupção está sangrando o país. Não por acaso uma das instituições hoje melhor avaliadas é a dos promotores e juízes que estão combatendo a corrupção. Juízes como Moro e Bretas apresentam um dos maiores índices de aprovação popular. E Bolsonaro aparece como um dos poucos políticos que não está em nenhuma das listas negras dos corruptos. Por isso pode gabar-se de que, se for eleito, será o maior defensor da Lava Jato e até escolheria Moro como membro do Supremo Tribunal Federal. Que outro candidato teria hoje o valor de se apresentar como o defensor da Lava Jato?

Bolsonaro tomou para si o lema popular de que “é preciso colocar ordem nesse país” que está sendo engolido pela corrupção e a violência enquanto perde seus valores morais. Dessa forma, amealha também a faixa de consensos dos nostálgicos da "ditadura" militar, que não sabemos ainda quantos são, mas que não parecem ser poucos, até mesmo entre os jovens. Bolsonaro já anunciou que tem quatro nomes de generais para possíveis ministros de seu governo. Um poderia ser para o Ministério da Justiça. Satisfaz também os desejos de vingança contra os corruptos de uma sociedade que não acredita na possibilidade de que políticos e empresários possam estar por muito tempo na prisão, em que alguns chegam a pedir pena de morte para eles. Ninguém melhor nesse caso do que o candidato Bolsonaro, cujo escudo de nobreza pode ser uma metralhadora, capaz de encarnar essas vísceras da sociedade em busca de castigos definitivos aos corruptos.

Mas há mais. O ex-paraquedista, que não parece estar preparado em nenhuma das matérias importantes para governar, tem a seu favor a defesa dos valores tradicionais da família, reunindo assim o consenso das poderosas igrejas mais conservadoras. Já se prevê um pastor como seu vice. Conta também com a recusa de se valer do politicamente correto, começando por sua linguagem radical com que defende a tortura, a pena de morte, a cura gay, a zombaria com o estupro, o machismo em todos os seus graus e com sua férrea oposição a qualquer motivação para que a mulher possa ter licitamente o direito a abortar. O ex-militar é, também, dos poucos candidatos que podem prescindir da ajuda dos grandes veículos de comunicação porque sabe manejar como poucos as redes sociais nas quais supera todos os seus contendentes. E nessas eleições, de acordo com os especialistas, as redes serão, como nunca no passado, um elemento crucial para influenciar o voto. E não é impossível que nessas redes possa receber uma ajuda da Rússia, como deram a Trump, ajuda que foi fundamental a sua vitória.
A candidatura do ex-paraquedista não pode ser vista como uma brincadeira. Quem não deseja para o Brasil a volta ao obscurantismo civil e cultural e velhos autoritarismos não deve minimizá-la. Não serão as armas, a sede de vingança e a caça aos diferentes que construirão um Brasil de que ninguém possa se envergonhar amanhã.


Apesar de tudo apontar a candidatura e eleição de Jair Bolsonaro a Presidência do Brasil com algo similar a uma Intervenção, um segmento de “intervencionistas” mantêm um comportamento de esquerdista, desqualificando a pessoa. É o único candidato realmente de Direita, sendo os demais um segmento de tudo que vemos hoje e, se os ”intervencionistas” teimarem em não apoia-lo, fica evidente que não querem mudanças, o que querem é prolongar seus manifestos por intervenção em troca de doações que muitas vezes lhes rendem muito dinheiro, cujos gastos não são prestada contas, ou, ao não se preocuparem com uma Democracia plena, desejam é uma verdadeira Ditadura Militar, o que não vai acontecer.  

O assunto é Bolsonaro Presidente.


Fico decepcionado com “intervencionistas”, supostamente de “Direita”, estarem todo dia tentando destruir a imagem de Jair Bolsonaro. Fazem direitinho o jogo da esquerda que tem entre suas metas destruir o único candidato de Direita e com chances de levar em primeiro turno a eleição para Presidente em 2018. Portanto, este blog se volta exclusivamente para a candidatura de Jair Bolsonaro, pois considera que Brasileiro que Ama sua Pátria é um cabo eleitoral desprovido de interesse financeiro para que uma verdadeira INTERVENÇÃO Democrática se realize.



Dizem que Bolsonaro em suas quase três décadas de mandato nada realizou, mas se esquecem que nada poderia realizar com uma Câmara desprovida de compromisso com a Nação, só com seus próprios interesses. Uma meia dúzia de parlamentares dentre mais de cinco centenas o apoiam, isso mostra que ele é a pessoa certa tendo em vista a avaliação que temos do Congresso Nacional.


Contrariando o que alguns “intervencionistas” propagam, Bolsonaro é bem quisto e bem visto no meio militar, sua eleição à Chefia do Executivo Nacional se confunde com INTERVENÇÃO, já que com este Congresso reeleito, não conseguiria governar, só sendo mais um corruptor ou um ditador que governasse por Decretos, o que lhe causaria um impeachment em tempo recorde.



Em conformidade com o que reza na Constituição Federal do Brasil, quem tem o poder de pedir uma Intervenção são os Chefes do Executivo, do Legislativo e do Judiciário. Então, estamos no caminho certo com o apoio a Jair Bolsonaro nas eleições de 2018.


Lembram quando, numa entrevista, General Mourão foi questionado se havia alguma possibilidade dos militares voltarem ao Poder? Ele respondeu: SIM! Se eleito. O único militar com essa possibilidade é Jair Bolsonaro.

Bolsonaro tem programa de governo? NÃO? Ele é a Intervenção!

Óbvio que me decepcionei com Aécio


Luciano Huck contrata escritório da mulher de Cabral e ganha direito de ter casa de praia em área de preservação ambiental.
Um Decreto do então governador Sergio Cabral liberou sua casa (mansão). Mais uma situação em que um cliente do escritório de sua mulher é beneficiado por Sergio Cabral quando governador do Estado do Rio de Janeiro.

No mesmo dia em que tornou pública, via artigo na Folha de S.Paulo, a decisão de não ser candidato a presidente em 2018, o apresentador Luciano Huck disse que ficou desapontado com o senador Aécio Neves (PSDB-MG), de quem era amigo.


"Levante a mão aqui quem na vida nunca se decepcionou com um amigo. Óbvio que eu me decepcionei", comentou nesta segunda-feira (27), ao participar de seminário da revista "Veja".
Huck, que reiterou a informação de que vai se envolver na campanha do próximo ano apenas como cidadão, foi questionado no local sobre a relação com o mineiro, apoiado por ele na eleição presidencial de 2014.

No dia 11 deste mês, Aécio comentou que uma eventual candidatura do comunicador à República representaria a "falência da política".
Huck afirmou que não fala mais com o senador, mas que a amizade dos dois "sempre foi pública". "Eu apanhei por causa de um erro que não cometi. Fiquei chateado."

Aécio foi denunciado ao STF (Supremo Tribunal Federal) por corrupção passiva e obstrução à Justiça por fatos narrados na delação da JBS.
"Eu tomei muita porrada por causa dele também. Acho triste por ele, pelo sistema, pela situação como um todo", disse o apresentador.

Ao ex-presidente Lula (PT), que declarou na semana passada querer "disputar com alguém com o logotipo da Globo na testa", Huck preferiu não responder diretamente.

"Se eu tivesse optado por ser candidato, a Globo seria muito mais rigorosa comigo do que com os outros. Esse assunto foi discutido [com a emissora] do jeito mais maduro, aberto e democrático."
Bem, se Luciano Huck se diz decepcionado com Aécio, deveria também estar decepcionado consigo mesmo, já que inúmeras imagens o registram com políticos que hoje estão presos, investigados e/ou acusados de diversas ilicitudes na esfera política. 

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Já estão cutucando o "esfincter" anal de Pezão

Empreiteiro aponta que secretário de Obras do RJ recebeu mais de R$ 1 milhão em propina.

Acordo de leniência faz parte da operação C'est Fini, que investiga fraudes no DER. Segundo documento, esquema de pagamentos de propina no governo do RJ continuou na gestão de Pezão.

Trechos de um novo acordo de leniência mostram que o esquema de pagamentos de propina no governo do Rio continuou na gestão de Luiz Fernando Pezão. De acordo com Marcos Andrade Barbosa Silva, que é diretor da empresa União Norte, o atual secretário estadual de Obras do Rio, José Iran, recebeu mais de R$ 1 milhão em propina.
O acordo de leniência (espécie de delação premiada de uma empresa) faz parte da operação C'est Fini, que investiga fraudes no Departamento de Estradas de Rodagem (DER). Na quinta-feira (23), a Polícia Federal prendeu o ex-presidente do DER, Henrique Alberto Santos Ribeiro, o ex-secretário de Casa Civil da gestão Sérgio Cabral, Régis Fichtner, e outras três pessoas por envolvimento em esquemas de propina.
Segundo depoimento do empreiteiro Marcos Andrade, o atual secretário de Obras passou a cobrar no máximo 1% sobre o valor dos contratos, e não mais 6% como era na gestão anterior. O delator Marcos Andrade é diretor comercial da empreiteira União Norte Fluminense Engenharia e Comércio Limitada, empresa responsável por obras na na RJ-186, estrada que liga as cidades de Santo Antônio de Pádua a Bom Jesus do Itabapoana, no Noroeste Fluminense.
A propina, segundo o empreiteiro, era paga ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) e ao Governo. No depoimento, ele cita o ex-presidente do Departamento de Estradas de Rodagem e o presidente afastado do TCE, Aloysio Neves, que está em prisão domiciliar. Ele diz que na RJ-186, por ser uma obra muito cara, negociou 0,5% do valor total do contrato. E afirmou ainda que Henrique Ribeiro mandou pagar diretamente a Aloisio Neves o valor de R$ 1,1 milhão. O pagamento, segundo ele, foi realizado em parcelas entre março e junho de 2014.
Marcos Andrade diz que com a saída de Sérgio Cabral e a entrada de Luiz Fernando Pezão em 2015, José Iran passou a acertar os pagamentos. Ele diz que a obra estava parada e procurou o secretário para que o governo liberasse o dinheiro e que pudesse acertar os novos percentuais de propina ao secretário.
O delator afirmou que estava preocupado com a Lava Jato e acordou baixar o valor de 6% para 1%. Segundo o delator, esse 1% representou cerca de R$1,1 milhão pagos entre abril de 2015 e meados de 2016. A delação aponta que a partir de 2015 os pagamentos passaram a ser feitos na casa do secretário, na Barra da Tijuca.
O secretário José Iran Peixoto Júnior disse que a acusação é absurda e não tem fundamento, uma vez que a gestão da obra foi do Departamento de Estradas e Rodagem.



Policial que mata bandidos com filho no colo vira sensação, nos Estados Unidos.

Nos EUA o POLICIAL BRASILEIRO que mata marginais enquanto segura o filho vira SENSAÇÃO – Vídeo tem 4 milhões de visualizações.


A comunidade NOW THIS tem mais de 12 milhões de seguidores, é um site de notícias que publica várias informações por dia.

O vídeo divulgado no Brasil que mostra um policial de folga se defendendo e defendendo seu filho viralizou nos EUA. A maior parte dos comentários trata o policial como um herói e até sugerem que receba medalhas. Alguns poucos comentários criticam o agente.

Alguns comentaristas lembram que no Brasil o policial provavelmente será processado enquanto os marginais mortos e suas famílias serão apoiados por entidades de direitos humanos.


Veja alguns  dos comentários
“Tenho de concordar … Um Pai preocupa-se tanto com o filho como uma mãe. … OPai faria qualquer coisa para prevenir o mal e encorajar a paz e a felicidade para os seus filhos… Ele fez a coisa certa, atirando. Melhor eles mortos do que ele, ou pior ainda, os seus filhos mortos. Eu teria feito a mesma coisa. E com o prazer de discutir com a minha mulher sobre isso e as minhas ações nos próximos 50 anos, porque mesmo que ela pense que eu estava errado, eu sei que tinha razão. Ele é o profissional treinado. Se ele acha que é mais eficaz atacá-los, mesmo enquanto segura o bebê, não vou discutir com ele.”
“Eles vieram com a intenção de magoar as pessoas… Talvez até matá-las, e este polícia estava a agir em legítima defesa, para manter a sua família e o público em segurança.. O que há para reclamar?”
“Ele protegeu a sua família e a segurança dos empregados e é um polícial treinado nestes tipos de situações. Ele não devia ser investigado por homicídio, ele agiu como um herói. Quem sabe o que os ladrões poderiam ter feito, além de ter um filho que tinha o dever de proteger a família e os empregados da loja. Aqueles ladrões tiveram o que mereciam.”
“Não percebo porque é que as pessoas estão a bater-lhe. Imagina se fosses ele. Estás numa loja com o teu filho e o teu parceiro quando duas pessoas com armas vão aparecer. É óbvio que faria tudo o que pudesse para proteger a sua família. Ele estava a livrar-se da ameaça primeiro. Não só protegeu a família, como protegeu os empregados de levar um tiro.”
“A situação é complicada e o oficial tem muita sorte. Ainda bem que ele matou os dois e você tens que olhar para outro possível resultado. E se os 2 assaltantes matassem pessoas na loja, incluindo o oficial, a mulher e o bebê? Tenho a certeza que isto estava na mente do agente e foi por isso que ele tomou esta ação. Pergunte a si mesmo o que teria feito.”
“Ficou com a criança para não perder de vista… Ele é um oficial, então ele pagou para treinar para atirar em alvos. Inocente aff! Fez a coisa certa, até salvou todas as pessoas lá porque quem sabe o que as intenções dos bandidos realmente eram, herói nos meus livros.”
“Isso aconteceu no Brasil? Se isso acontecer, esse agente vai perder o distintivo, ser preso e processado enquanto a família dos bandidos vai receber o apoio de organizações sem fins lucrativos e ajuda do estado financeiramente e psicologicamente. E não, não estou a brincar.”
“Que idiota, claramente sem treino. Ele nunca se teria perdoado se tivesse acontecido alguma coisa ao filho dele. Porra do Rambo.”
“Ele é um completo idiota, duas pessoas estão mortas porque ele estupidamente queria ser o herói que deveria ser preso por vida, ele arriscou a vida do seu próprio filho para evitar o roubo de alguns míseros dólares,.”
Certamente as pessoas que fizeram os comentários em vermelho são do tipo da maioria aqui do Brasil, sempre desprestigiando a polícia em qualquer ação que faça. Ou então desconhecem que aqui um policial rendido por bandidos tem sua sentença de morte na hora, com um tiro na cabeça e talvez até em seu filho e esposa que estavam juntos.

Seu professor esquerdista não quer que saiba.

3 filmes sobre Cuba que seu professor de esquerda não quer que você veja.


Durante mais de meio século, a indústria cinematográfica mundial foi dominada por gerações de produtores e realizadores formados na dura rotina dos estúdios e educados sob as regras de uma concorrência feroz. A proliferação de cursos de cinema nas universidades e a virada da contracultura dos anos 1960, com o consequente aumento da intervenção estatal no mercado e a aproximação entre políticos de esquerda e cineastas, modificou a natureza de grande parte das produções. O resultado é que, desde então, há um predomínio da cultura esquerdista de modo geral na temática e no universo de referência dos filmes. Não demorou para que acadêmicos e estudiosos marxistas passassem a usar os próprios filmes como poderoso material de proselitismo em sala de aula, influenciando milhões de estudantes e distorcendo a visão e a análise de pontos importantes para a compreensão da política, da sociedade e da história humana.
Identificado e especificado tal problema, vou sugerir aqui um contraponto a essa abordagem. Apresentarei separadamente listas de filmes e seriados que permitem uma visão alternativa a respeito de temas que a esquerda costuma usar para fazer propaganda ideológica, especialmente nas salas de aula. Estou priorizando títulos que são mais fáceis de encontrar. Se o seu professor usou filme em sala de aula para fazer propaganda ideológica em cima de algum dos temas, sugira um contraponto com um filme desta lista.

Lembro que estas não serão listas definitivas, como seria impossível de se conceber. Proponha e indique outros títulos também nos comentários. Nunca se esqueça de que filmes são um recorte inevitavelmente sintético da realidade, sendo impossível que cada um deles contenha todas as inúmeras variações possíveis a respeito de cada tema. Da mesma forma, não estou corroborando integralmente a eventual abordagem de qualquer dos filmes da lista: use seu próprio discernimento e senso crítico para extrair o melhor de cada um.
Não espere demais de um filme: um filme não é uma tese, sequer é uma obra literária. Pense: o conteúdo de um filme pode ser conhecido em duas horas de projeção (às vezes menos). Quanto tempo se leva para ler um livro inteiro? Um dia, no mínimo, mas geralmente muito mais. Não espere demais dos filmes. Eles são gatilhos excelentes e expressam ideias de uma forma muitas vezes arrebatadora, mas na maioria dos casos prepõem questões cujas respostas não podem ser encontradas nas duas horas de projeção. Use os filmes para se familiarizar com diferentes pontos de vista e abrir a discussão.

Iniciando a série, vamos conhecer a Cuba real através de alguns filmes especiais?
A Cidade Perdida (The Lost City, 2005) – Drama


Um retrato emocional e melancólico da inominável violência dos comunistas contra o povo cubano. Destaque para a cena onde o “jazz” é proibido numa casa de espetáculos por uma sindicalista raivosa.
Diretor: Andy Garcia
Com: Andy Garcia, Bill Murray, Dustin Hoffman e Inés Sastre


Che Guevara – Anatomia de um Psicopata (2005) – Documentário


A face real do psicopata assassino Che Guevara, sem retoques. Um ótimo antídoto para sua outra biografia, dirigida por um cineasta brasileiro que, além de banqueiro (ou filho de banqueiro, o que na prática dá na mesma) também parece ser socialista.
Diretor: Luis Guardia


Antes do Anoitecer (Before Night Falls, 2000


Perseguição a homossexuais e censura na Cuba comunista. História real num recorte bastante sensível baseado na vida do poeta e novelista cubano Reinaldo Arenas.
Diretor: Julian Schnabel
Com: Javier Bardem, Johnny Deep e Olatz Goméz Garmendia




Louvemos os 20%!


Assessorado sempre pelos “direito dos manos”, a GLOBO segue satisfazendo os interesses da esquerda em acabar com a PM, sempre a culpando pelos mortos nos confrontos diários com meliantes armados com armas de guerra.
Na reportagem tendenciosa, aponta suspeita sobre policiais militares atuantes que, neste clima de guerra, não morreram, mataram os opositores que atentaram contra suas vidas e atentam contra a vida da Sociedade Fluminense todos os dias.


Ouçamos sempre o outro lado, faz parte da Democracia. Com maestria e conhecimento de causa, Major Ivan Blaz apresenta a estatística real para que seja confrontada com a idiotice que a GLOBO tenta jogar nas mentes menos pensantes. Em mais de 4.400 confrontos armados é de se esperar que haja um saldo significante de mortos e feridos entre bandidos, policiais e civis. Como resultado, mais de 6.000 armas foram retiradas dos meliantes, um arsenal considerável, isso com o custo de 123 vidas de policiais, por enquanto.

Acusa policiais de não preservarem o local, mas, quem em plena consciência faria a guarda de local num cenário de guerra? Só louco! Não podemos esquecer que a GLOBO é também acusada e investigada em diversos ilícitos e destes, se “julga” inocente.
A Sociedade já sente os efeitos deste procedimento de grande parte da mídia em defender vagabundos, são alvos diários deles que já se julgam donos da Cidade.







Bem que as ONGs e Comissões de Direitos Humanos, principalmente a da ALERJ, presidida pelo dePUTAdo Marcelo Freixo, poderiam dar uma atenção também especial aos diversos atentados contra humanos que ocorrem dentro das comunidades dominadas pelo tráfico, não? Lá se mata, torturam, incineram e esquartejam sem que ninguém tome conhecimento do que acontece. É só contrariar um capricho dos criminosos para ter este fim.

A "escrava" liberta!

Temer decide demitir ministra Luislinda Valois

O presidente Michel Temer decidiu demitir Luislinda Valois (PSDB), ministra dos Direitos Humanos. Segundo o jornal carioca O Dia, ele ainda procura uma saída honrosa para a desembargadora aposentada baiana, que ainda não teve sua saída anunciada. 

A substituta pode ser outra baiana: a deputada federal licenciada Tia Eron, atual secretária municipal de Promoção Social. A cúpula do PRB, partido de Tia Eron, estaria fazendo movimentações para tornar a indicação possível. O CORREIO tentou falar com a deputada licenciada e sua assessoria sobre um possível convite para o cargo, mas sem sucesso.

Uma deputada do PMDB também é cotada para ocupar o posto, caso seja confirmada a saída de Luislinda Valois, desgastada após o episódio em que pedia para receber salário acima do teto. 

Na ocasião, ela comparou sua situação à escravidão. Desembargadora aposentada da Bahia, ela queria receber este benefício e o salário integral de ministra, o que lhe renderia R$ 61,4 mil por mês. O teto constitucional contudo é de R$ 33,7 mil. 

No entanto, desistiu do pedido, após a polêmica. "Considerando o documento sobre a situação remuneratória da ministra Luislinda Valois, o Ministério informa que já foi formulado um requerimento de desistência e arquivamento da solicitação", informou nota divulgada pela assessoria da pasta, na ocasião.


  





segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Homenagem aos 72 anos da Brigada de Infantaria Paraquedista

Primeiro paraquedista militar do Brasil



Brasileiro cursou a Escola de Paraquedistas dos Estados Unidos em 1944 e no mesmo ano saltou na Normandia, região da França, no famoso Dia D.


O General Roberto de Pessôa, que entra para o RankBrasil, foi o primeiro paraquedista militar do país. O brasileiro cursou a Escola de Paraquedistas dos Estados Unidos em 1944 e no mesmo ano saltou na Normandia, região da França, no famoso Dia D.
Nascido em João Pessoa, na Paraíba, em 25 de fevereiro de 1910, o general começou sua trajetória no Exército aos 18 anos, ingressando na Escola Militar de Realengo, no Rio de Janeiro, em 1928. Em 1932 foi declarado Aspirante-a-Oficial da arma de Infantaria.


No ano de 1936, enquanto tenente, ele participou dos Jogos Olímpicos da Alemanha, com a missão de importar técnicas de treinamento alemão que produziam atletas de alto nível. Na ocasião, pode observar o trabalho dos paraquedistas e decidiu que queria aprender a saltar.


Roberto de Pessôa foi promovido a coronel em 1959, assumiu o Comando do 26º Batalhão de Infantaria – Batalhão Santos Dumont – no Rio de Janeiro. Em 1966, conquistou o cargo de General-de-Brigada, tendo passado para a reserva no posto de General-de-Divisão. http://www.rankbrasil.com.br/Midia/_Imgs/Teclas/d.gif

Paraquedista!
Guerreiro alado vai cumprir sua missão
Num salto audaz
Vai conquistar do inimigo a posição

Legado

Ainda em 1966, encerrou sua carreira militar, falecendo em 17 de setembro de 2010, aos 100 anos de idade. Apesar de sua morte, ele deixou um legado pelo qual será lembrado para sempre: inspirou a criação da mais poderosa força especial do Exército Brasileiro, a Brigada de Infantaria Paraquedista.

Pela morte de Roberto de Pessôa, o Exército emitiu uma nota lamentando a perda: “O general ficará marcado por toda a eternidade na memória da tropa de elite do nosso Exército por sua coragem, devoção e luta incessante em prol do desenvolvimento da atividade aeroterrestre militar”.


Paraquedista!
No entrechoque das nações sempre serás
O eterno herói
Que no avanço da luta ninguém deterá
Urra ! Urra !

Dia D

Em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial, o recordista pediu autorização ao governo brasileiro para treinar com os paraquedistas americanos. O curso na base de Fort Benning, nos EUA, rendeu ao militar a participação em atividades junto à 101ª Divisão Aerotransportada, saltando na Normandia, no Dia D: o início da invasão das forças aliadas na França, região ocupada pelos alemães durante a batalha.



Para comemorar, nada melhor que relembrar. Aliás, lembrar que há sempre uma história recheada de patriotismo em cada comemoração de nossas Forças Armadas.


Avião! Preparar!
Levantar! Enganchar!
Verificar equipamento! Contar!
Quatro pronto! Três pronto! Dois pronto! Um pronto!
À porta! Já!!


Neste sábado, 25 de novembro, na Vila Militar no Rio de Janeiro, foram comemorados os 72 anos da Infantaria Paraquedista do Brasil. Houve maciça presença de público, não sobrando espaço sequer para estacionar uma motocicleta. Os Veteranos voltaram a Casa que tanto amam, desfilando com amor e, não esquecendo que uma Intervenção é vontade hoje para que se restaure a verdadeira Democracia.