Sou
completamente a favor do respeito a dignidade humana, mas quando organismos de
defesa dos direitos humanos fecham os olhos para o que acontece nas comunidades, há de se repensar se realmente estão
cumprindo sua finalidade.
São centenas
e até milhares de vídeos e fotos que são diariamente postados nas redes sociais,
grande parte pelos que praticaram os atos, contendo tortura, “churrasquinho”
humano, esquartejamentos e assassinatos com uso de diversas modalidades. Nas
imagens fica evidente a origem e a possibilidade de identificação dos autores,
mas nada se faz.
Estaria o
responsável pela Comissão de Direitos Humanos da ALERJ, que se manifesta em
qualquer situação de “SUSPEITA” sobre PMs, preocupado com um só lado? Com o
lado das facções criminosas que atuam no Rio de Janeiro? Estaria Marcelo
Freixo, em sua omissão, admitindo a pena de morte se esta for praticada por
traficantes?
Moradores de comunidades já perderam o senso de valor de uma vida, embora sejam considerados pessoas de bem, nem ao menos um socorro para o policial providenciaram. Preferiram avaliar o que podia ser roubado.
Vamos pensar
Rio de Janeiro, manter um narcotraficante no legislativo ou outro poder pode
ser uma sentença de morte.
Marcelo Freixo já enraizou a índole do seu partido para dentro das Instituições Policiais do Estado do Rio de Janeiro que, embora governado pelo PMDB, segue algumas indicações do PSOL. Ex Comadante Geral e um Comandantes das UPPS já se posicionaram como PSOListas e junto a alguns delegados de polícia se filiaram ao partido do mal.
Marcelo Freixo já enraizou a índole do seu partido para dentro das Instituições Policiais do Estado do Rio de Janeiro que, embora governado pelo PMDB, segue algumas indicações do PSOL. Ex Comadante Geral e um Comandantes das UPPS já se posicionaram como PSOListas e junto a alguns delegados de polícia se filiaram ao partido do mal.
As "sequelas" deste envolvimento já são visíveis nas Corporações.



Nenhum comentário:
Postar um comentário