segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Qualquer um não serve mais.


Por que não devemos jogar os destinos do Brasil nas mãos de qualquer um, novamente.
Antes de mais nada devemos ter compromisso com o nosso país, responsabilidade. O Brasil não é um brinquedo, é coisa séria. Governos anteriores, postes que tivemos, foram uma verdadeira catástrofe. Culpa do poste? Não, culpa de quem votou no poste. Votou sem responsabilidade. Votou sem nenhuma análise daquele em quem estava votando. Quem vota errado condena o Brasil a viver péssimos momentos. O voto errado, na pessoa errada, condena o Brasil a não evoluir, a não ser um país rico, dinâmico e estável. Votar em candidato populista está provado que nunca funcionou economicamente falando. Eles nunca cumprem o que prometem em suas campanhas. Colocar o Brasil nas mãos de qualquer um que aparece é trabalhar contra o que se chama nas sociedades bem-sucedidas de sucesso no desenvolvimento. Qualquer um nunca tem um programa predestinado a dar certo. Nunca funciona como um governo ativo, que aceita que os recursos são finitos e que existem restrições orçamentárias nos gastos públicos a serem respeitadas. Por que? Porque não possuem compromisso com o país, mas tão somente com a oportunidade que almeja pelo poder. Qualquer um não tem visão, não enxerga que o sucesso de um governo está no desempenho do setor privado, tanto na liderança da economia quanto no investimento e na introdução de tecnologia de ponta. Qualquer um joga dinheiro fora, pois são decisivos os incentivos adequados, respeito às leis e estabilidade institucional. Isso chama-se respeito ao Brasil, aos recursos que administra. Qualquer um geralmente visa ter o poder, quando na realidade as coisas funcionam não porque o governo comanda, mas porque o governo motiva, tem credibilidade. Um qualquer, um populista, geralmente tem sido o oposto disso tudo. Lula e Dilma foram exemplos típicos do desastre populista. Lula e Dilma não tiveram respeito nenhum pelo Brasil, pelas restrições orçamentárias do governo, destruindo o regime fiscal, tão difícil de ser conquistado em qualquer país sério do planeta terra. Lula e Dilma jogaram fora bilhões de dólares, simplesmente no lixo, sem nenhum preconceito, sem dar a mínima se era dinheiro do suor do trabalhador brasileiro. Qualquer um no governo é um perigo para a estabilidade institucional. 


A economia deve ser estimulada e não subsidiada. Qualquer um no governo não sabe como proceder, não possuem a devida experiência necessária a tocar o barco rumo ao sucesso. O resultado de se colocar qualquer um no governo teve como resultado a maior crise econômica da história do Brasil. Colocar qualquer um no poder afeta muito mais os mais fracos, sejam famílias ou empresas. Qualquer um toma o poder sem compromisso nenhum com ninguém, causando um grande mal estar na população, além do grave desemprego. Vimos isso agora recentemente causado por um governo de uma pessoa qualquer que colocaram no poder. Todo cuidado é pouco com a escolha de um supremo mandatário. Qualquer um não serve. Temos que colocar no poder gente com capacidade, com experiência, com atitude, que busque um desenvolvimento sustentado, que já possua conhecimento para isso, que já tenha demonstrado sua eficiência no comando de um Estado grande brasileiro, com administração impecável, por exemplo. Um candidato com experiência e não qualquer um, poderá levar o Brasil a um crescimento cada vez mais robusto. Chega de ficar apostando em qualquer um. Qualquer um não serve mais. Precisamos acabar com o amadorismo na política. Essa de apostar em qualquer um é um perigo imenso que deve ser evitado. Precisamos de alguém com experiência comprovada, que busque uma trajetória sólida para o Brasil e que permita uma melhora no padrão de vida do cidadão, que faça investimentos maiores nas crianças e nos jovens brasileiros. Um qualquer pode, mais um vez, comprometer substancialmente a criação e a distribuição da riqueza. Diga não a qualquer um. Chega de experiência com uma coisa tão séria.

Sim, dirão como eleger alguém que nos represente se as urnas são fraudáveis. Cerca de 66% do eleitorado é de direita e desses mais de 40% invalidam seu voto das diversas maneiras possíveis por não ter opção em conformidade com seu pensar. Resta na disputa as mesmas merdas de sempre, com a esquerda se fraudando para eleger quem mais lhe convém. No dia em que a Direita tiver um representante na disputa, essa fraude dificilmente poderá ser usada e se for, será tão visível que não conseguirão disfarçar.


 

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