segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Que seja Consciência consciente!


Que consciência é essa que fica passiva com a imagem de um negro sodomizado por dois branco e se manifesta ferozmente numa declaração infeliz de um jornalista conceituado? A "consciência" negra, se séria, deve ser respeitada, mas que haja com respeito aos seus, o que não vem ocorrendo.

Frente Favela Brasil aciona William Waack no MPF por declarações racistas.


Tudo bem que o flagrante registrado atinge o negro, mas vários outros fatos denegrindo a imagem do negro foram e estão sendo tolerados simplesmente por terem partido de movimentos simpáticos a eles. Ora, uma incoerência que tira a credibilidade.


Após a polêmica envolvendo seu salário, a ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois (PSDB), afirmou nesta segunda-feira, 13, que é “preta, pobre e da periferia”. A declaração foi feita em discurso, ao lado do presidente Michel Temer, na cerimônia de lançamento do Programa Emergencial de Ações Sociais para o Estado do Rio de Janeiro e Municípios, numa unidade da Marinha do Brasil na Avenida Brasil, zona norte do Rio.

Segundo a assessoria de imprensa do Ministério do Desenvolvimento Social, o programa emergencial terá investimento total de R$ 157 milhões no Rio, com ações nas áreas de justiça, educação, esporte e direitos humanos. Projetos de vários ministérios estão envolvidos, incluindo a pasta de Luislinda. 


Luislinda protocolou um pedido ao governo no qual alegava fazer trabalho escravo por não receber R$ 61 mil, valor que seria a soma de sua remuneração como ministra com a aposentadoria como desembargadora. Se o pleito da ministra fosse atendido, ela receberia além do teto constitucional, que é de R$ 33,7 mil, violando a legislação.

A ministra em questão não se destacou por ter defendido minorias, manutenção de direitos trabalhistas, retomada da democracia ou por ter gritado contra fim do Bolsa Família, tão importante para milhões de brasileiros, ou mesmo ter se posicionado contra a nova formatação do que é trabalho escravo no país, mas sim que ela pediu ao governo salário de R$ 61 mil, pois que o teto constitucional lhe condena a uma vida de escravidão, pois só ganha R$ 30,9 mil.
Luislinda afirmou que a situação em que vive, com tão pouco, se assemelha ao trabalho escravo, abolido em 1888. E essa condição lhe deixa quase nada sobrando.


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