Hoje vou começar o meu texto citando Andrew Breitbart "A
luta é contra eles, eu vou apoiar qualquer candidato de direita, não importa, é
nós contra eles. Se você não apoia nossos candidatos, você é uma vergonha para
nosso lado. Se você não ajuda nosso lado por ter restrições ao candidato, você
está do lado deles." É assim que funciona a máquina de desinformação que
está em pleno vapor nas mídias tradicionais e principalmente nas redes sociais.
No Brasil, os conservadores estão vencendo a batalha da informação e a batalha
das virtudes. Aos poucos, conseguem reagrupar as famílias e com isso ganham
força para realizar a contra revolução cultural, necessária por evitar que a
esquerda continuasse impondo suas verdades goela abaixo do povo brasileiro, sem
contrapontos.
A ciberguerra intensifica a guerra informacional. Algumas
matérias jornalísticas são baseadas totalmente nos números falsos divulgados
por institutos de pesquisa sem comprometimento com a ética e a transparência.
Um exemplo atual é o do condenado Lula na frente das pesquisas sobre intenção
de voto, com o intuito de transformá-lo em perseguido político ou mesmo em
validar uma possível fraude eleitoral em 2018. Por vezes, essas pesquisas de
opinião mostram, de forma variada e sem consistência científica, valores muito
diferentes da realidade.
Outro exemplo são aqueles que entram nas redes sociais
com o intuito de cometer qualquer tipo de crime, os mais comuns são o racismo e
a difamação. Esses criminosos virtuais querem chamar a atenção pois a seguir vinculam
seu post aos apoiadores de uma personalidade política, como Jair Bolsonaro.
Para fechar o ciclo da manipulação, a mídia tradicional, aqueles engajados em
desinformar, destacam em letras garrafais a veracidade do fato não comprovado,
uma forma de tentar atestar a veracidade sem que qualquer verdade realmente
resida no fato. Os apoiadores de Bolsonaro, no caso, ficam mal vistos e com a
pecha de serem todos racistas e homofóbicos graças a estratégias desse tipo.
Não é de hoje que os artigos mais conservadores estão sob
ataque. Podemos constatar a entrada de pessoas em grupos conservadores
interessadas apenas em desqualificar e debochar do discurso da direita ou
postar nesses grupos propaganda da vitória do Lula no próximo pleito, por
exemplo, além de outras matérias importantes para a causa dos desinformadores.
Uma coisa em comum que tais postagens da esquerda têm é o recorrente apelo à
ética. Impressionante como o novo despertar da ética no Brasil se tornou
contagiante. Esse valor aparece em todo cibertexto da esquerda, talvez para
compensar a falta da mesma na vida real.
Eles clamam pela ética em uma
tentativa de esconder a própria falta dela. Destacam fatos que ferem a moral do
povo ligados a outros partidos e políticos não por se sentirem indignados. Longe
disso! Fazem isso de caso pensado, para desvirtuar o foco da opinião pública de
si próprios e livrar os seus da condenação moral pelos cidadãos. Como se os
malfeitos de uns pudessem anular os de outros. Chamam a atenção para a prisão
de alguém do PMDB visando cair no esquecimento o pedido de prisão contra
notório político petista.
A meta final da operação em curso é reabilitar eleitoralmente o
PT. O Partido dos Trabalhadores, você lembra? Esse mesmo, aquele que assaltou e
quebrou o Brasil e tenta até o fim jogar a culpa nos outros, no presidente
interino, no eleitor que ainda não nasceu. O novo ataque, o escolhido da vez, é
o Diretor-Geral da Polícia Federal recém empossado por Temer. Leva a pecha de
que sua finalidade é acabar com a Lava Jato, que nem mais se encontra no âmbito
da PF, além de proteger o Presidente. Os controladores da informação tentam a
todo custo expor o novo Diretor da Polícia Federal, inclusive sua sua vida
familiar, sem escrúpulo nenhum, aparentemente numa tentativa de obter um salvo-conduto,
um milagre, a salvação divina… Estabelecem aliança espúria com a mídia para
continuar conspirando contra nossa nação. Até quando vão continuar a confundir
e mentir?
O importante para essa gente é criar o caos e deixar a opinião
pública confusa. Existe um grupo não muito diferente dos petistas com relação à
estratégia de desinformar, composto pelos intervencionistas. Eles querem que a
população acredite na inevitabilidade da intervenção externa, de modo a impor
um gestor mais confiável no comando do país. Sim, aqueles que pedem a
intervenção militar conspiram contra o Brasil também. Ao serem liderados por
pessoas sem conhecimento de causa, acabam se igualando aos petistas e seus
satélites. Promovem discursos do tipo “fora todos”, inclusive agora contra
Bolsonaro, com certeza de olho no pleito de 2018. Enquanto isso, a cúpula
militar pede clima eleitoral tranquilo…
E eu e você o que fazemos em meio a tantas armadilhas? Como
perseverar na luta cívica contra a corrupção sem ser iludido e enganado pelos
que desejam, a todo custo, santificar Lula e eximir de culpa os envolvidos na
Lava Jato? Talvez a resposta melhor que possamos dar ocorra somente em 2018,
por meio do nosso voto.
Termino citando a Síndrome von Stauffenberg que está progredindo
para um número cada vez maior de conspiradores. “Uma Conspiração deixa de ser
Conspiração, se der certo.”

Gostaria que você falasse sobre as urnas caça níqueis. Bolsonaro ganha, mas não leva. Por isso os intervencionistas não acreditam em eleições limpas. Basta uns 3 neurônios pra sem sombra de dúvidas saber que o pleito é fraudado. Deveriam haver eleições depois que as FFAA fizessem a limpeza, inclusive no TSE... olha a piada... Gilmar Mendes controla a eleição... Eu voto no BOLSONARO, mas entendo o desespero dos intervencionistas.
ResponderExcluirEm quase todos os textos falo sobre as "urnas fraudáveis", se comentas sem ler é outro problema.
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