terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Nossa sociedade se faz de vitimada.


Intervencionistas que clamam por uma ação de nossas Forças Armadas que nos tirem da atual situação em que nos metemos, desconhecem a própria história que exigem que seja outra vez retomada.


Um “intervencionista” desqualifica um Parlamentar que em seu discurso faz referencia a necessidade de uma Intervenção Militar, já que o Parlamento está tomado por bandidos que só se interessam em locupletar do erário público em detrimento das necessidades da Nação. O “intervencionista” em questão é, segundo ele diz, militar reformado, há pouco tempo em manifestações nas ruas. O citado Parlamentar é Cabo do CBMERJ e na ATIVA, arriscou seu emprego para se lançar em acusações contra o governador Sergio Cabral, hoje preso. Não vou adentrar no mérito do Cabo Dacciolo, mas ele é um Parlamentar e, como em 64 tem todo o direito de se manifestar sobre este assunto.

Já os “intervencionistas”, que renegam de todas as maneiras os políticos, devem estudar com mais afinco a História e vislumbrar que o principal personagem do Contra Golpe de 64 só o fez por ter apoio de vários políticos da época.

Somos mesmo vitimas de políticos ou de nós mesmos que os eternizamos no Poder? Eleição vem, eleição vai e eles continuam lá. Sei é que “intervencionistas” ou não clamam por uma ação das Forças Armadas que os tirem dessa situação e a qualquer pronunciamento do segmento militar indicando o caminho, os taxam de só saberem falar e nada fazerem. Ora, o problema é nosso, eles nos protegem em nossas decisões! As decisões nós é que temos de tomar! Parem de achar culpados, eles estão diante dos espelhos em que nos miramos.


O Contra Golpe de 64 que teve o grande General Mourão Filho como personagem, não seria possível sem os políticos coadjuvante que também atuaram naquele cenário.


Figuras políticas foram importantes na decisão do General Olímpio Mourão Filho, a citar Magalhães Pinto, Adhemar de Barros, Carlos Lacerda e até Juscelino Kubitschek de Oliveira. Uns com participação mais efetiva e outro como voz apaziguadora.
Link: RVChudo

"Se tiver que haver, haverá! Por enquanto NÂO!

Dentro de nossa realidade atual, não se admite a tomada de Poder como algumas “lideranças” de movimentos intervencionistas sugerem, eles se esquivam de ouvir a história, não admitem a verdade, censuram os que ousem falar a verdade; ou seja, tornaram-se um desserviço à Pátria!




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