Intervencionistas
que clamam por uma ação de nossas Forças Armadas que nos tirem da atual
situação em que nos metemos, desconhecem a própria história que exigem que seja
outra vez retomada.
Um “intervencionista”
desqualifica um Parlamentar que em seu discurso faz referencia a necessidade de
uma Intervenção Militar, já que o Parlamento está tomado por bandidos que só se
interessam em locupletar do erário público em detrimento das necessidades da
Nação. O “intervencionista” em questão é, segundo ele diz, militar reformado,
há pouco tempo em manifestações nas ruas. O citado Parlamentar é Cabo do CBMERJ
e na ATIVA, arriscou seu emprego para se lançar em acusações contra o
governador Sergio Cabral, hoje preso. Não vou adentrar no mérito do Cabo
Dacciolo, mas ele é um Parlamentar e, como em 64 tem todo o direito de se
manifestar sobre este assunto.
Já os “intervencionistas”,
que renegam de todas as maneiras os políticos, devem estudar com mais afinco a
História e vislumbrar que o principal personagem do Contra Golpe de 64 só o fez
por ter apoio de vários políticos da época.
Somos mesmo
vitimas de políticos ou de nós mesmos que os eternizamos no Poder? Eleição vem,
eleição vai e eles continuam lá. Sei é que “intervencionistas” ou não clamam
por uma ação das Forças Armadas que os tirem dessa situação e a qualquer
pronunciamento do segmento militar indicando o caminho, os taxam de só saberem
falar e nada fazerem. Ora, o problema é nosso, eles nos protegem em nossas decisões!
As decisões nós é que temos de tomar! Parem de achar culpados, eles estão
diante dos espelhos em que nos miramos.
O Contra
Golpe de 64 que teve o grande General Mourão Filho como personagem, não seria
possível sem os políticos coadjuvante que também atuaram naquele cenário.
Figuras políticas foram importantes na decisão do General Olímpio Mourão Filho, a citar Magalhães Pinto, Adhemar de Barros, Carlos Lacerda e até Juscelino Kubitschek de Oliveira. Uns com participação mais efetiva e outro como voz apaziguadora.
Link: RVChudo
"Se tiver que haver, haverá! Por enquanto NÂO!
Dentro de nossa realidade atual, não se admite a tomada de
Poder como algumas “lideranças” de movimentos intervencionistas sugerem, eles se
esquivam de ouvir a história, não admitem a verdade, censuram os que ousem
falar a verdade; ou seja, tornaram-se um desserviço à Pátria!



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